Posto Hoje - Informação e serviços para postos de combustíveis
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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Atualizado em

21 de julho

de 2014

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE  A MAIS DE 8.000 POSTOS DE COMBUSTÍVEIS. FAÇA TAMBÉM SEU CADASTRO.

Odebrecht Óleo e Gás se prepara para novo ciclo

 

Sob novo comando, a Odebrecht Óleo e Gás se prepara para um novo ciclo de investimentos com foco na internacionalização dos seus negócios, sem perder de vista as oportunidades crescentes no País. Até 2017, a empresa espera se consolidar na América Latina e em Angola, mas também está atenta às novas embarcações e plataformas que a Petrobras precisará para executar seu plano de negócios com a produção dos volumes excedentes da cessão onerosa. "Pretendemos ter uma participação ativa desse plano de investimentos da Petrobras, obviamente, dentro dos limites macroeconômicos da nossa empresa", afirmou Roberto Simões, o novo executivo da companhia. Os limites não são baixos. A previsão de faturamento, para este ano, é de R$ 3,5 bilhões - quase 60% superior ao resultado de 2013. "Nós acreditamos nesse mercado e estamos nos posicionando para aproveitar as oportunidades que estão no caminho." A Odebrecht Óleo e Gás foi formada em 2006 como parte da diversificação de negócios e hoje responde por 2,2% das receitas do grupo. Simões substitui Roberto Ramos, que passa a ocupar o cargo de "senior advisor" do conselho da companhia. O novo executivo atuava como vice-presidente desde 2012, e já tinha experiências em outras empresas do grupo, como a petroquímica Braskem.

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http://www.dgabc.com.br/Noticia/760958/odebrecht-oleo-e-gas-se

 

Abe oferece ao Brasil "superplataforma" para sua indústria petrolífera

 

Durante sua iminente visita ao Brasil, o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, proporá à presidente Dilma Rouseff a utilização de tecnologia japonesa na construção de uma superplataforma flutuante para o desenvolvimento de poços de petróleo no país. Segundo a proposta redigida à qual teve acesso a agência "Kyodo", Abe tratará o tema em seu encontro com Dilma, que acontecerá no marco de uma viagem que fará entre o dia 25 de julho e 4 de agosto por cinco países da região, que inclui México, Colômbia, Chile e Trinidad e Tobago. A construção de superplataformas flutuantes no litoral brasileiro é há anos um tema de enorme interesse para as empresas japonesas devido ao potencial de crescimento das jazidas no país. Segundo a proposta, a plataforma teria cerca de 300 metros de comprimento por 100 de largura, e seu custo de construção superaria os 50 bilhões de ienes (US$ 493 milhões). O transporte de pessoal, equipamentos e provisões aos poços marítimos mais afastados do litoral representa atualmente um enorme desafio para a exploração de petróleo no Brasil. Neste sentido, a superplataforma iria representar um grande centro logístico a meio caminho entre a costa e as jazidas, o que contribuiria para reduzir os custos de transporte e a melhorar a segurança das operações.

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https://br.noticias.yahoo.com/abe-oferece-ao-brasil-superplataforma

 

Calote da venezuelana PDVSA enfraqueceu Eisa

 

Não se pensa em recuperação judicial (a antiga concordata), menos ainda em falência. O empresário German Efromovich pretende repassar o controle do estaleiro Eisa, situado na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio, para outro grupo. Por atraso nos salários, uma greve paralisa o estaleiro. Omar Peres, com grande experiência no trato de empresas em dificuldades, é o consultor encarregado de cuidar da gestão do estaleiro e fazer contatos para que um novo grupo assuma o empreendimento. Ao contrário do que ocorreu com a Netumar Navegação e com o antigo Estaleiro Mauá – nas quais assumiu o controle – desta vez Peres não será dono do negócio, apenas consultor. Fontes do setor informam que a situação econômica é boa, mas há um problema financeiro, causado, principalmente, por perdas com a estatal venezuelana de petróleo PDVSA, através da subsidiária PDV Marine. Na época do governo de Hugo Chávez, a estatal encomendou um navio e se empolgou com as possibilidades, esticando a encomenda para dez navios, em valor aproximado de R$ 1 bilhão. Sequer o primeiro navio foi entregue, por falta de pagamento, e isso gerou um forte prejuízo para o estaleiro. Potencialmente, o estaleiro está bem, pois tem encomendas da estatal Transpetro e da privada Log-In, opera em mercado ascendente e dispõe de excelente equipe técnica, além de contar com crédito do Fundo de Marinha Mercante.

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http://www.monitormercantil.com.br/index.php?pagina=Noticias&

 

Reajuste de combustíveis divide empresários

 

A defasagem dos preços da gasolina e do óleo diesel no mercado brasileiro em relação ao custo do petróleo praticado internacionalmente gera a incerteza se um aumento dos combustíveis irá ocorrer em breve no País. A questão divide opiniões. O presidente da Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado de São Paulo (Fetcesp) e da Seção II — Cargas da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Flávio Benatti, estima que não haverá outra opção. Já o presidente do Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes no Rio Grande do Sul (Sulpetro), Adão Oliveira, projeta que o governo federal procurará alguma alternativa para resolver a discrepância. O presidente do Sulpetro comenta que, conforme o governo, a defasagem entre o petróleo e os combustíveis gira em torno de 19%. “Contudo, acredito que o governo não tem intenções de subir (o preço da gasolina e do diesel) no momento, porque quando isso ocorre, aumenta a inflação”, argumenta. Oliveira enfatiza que o revendedor não tem interesse em aumentos de preços, pois os postos acabam apenas sendo repassadores do incremento e há queda de vendas quando isso acontece.

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http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=167289

 

Japão ganhará postos para abastecer carros a hidrogênio

 

Os futuros donos de carros movidos a célula de combustível contarão com novos postos de abastecimento no Japão. Segundo informações da agência de notícias AFP, o grupo de energia JX Holdings instalará vários postos de hidrogênio pelo país. A JX criará no começo de outubro uma nova empresa chamada Eneos Suiso, que vai instalar e administrar os postos de hidrogênio autônomos ou ambulantes - estes últimos instalados em caminhões especiais. Além destes locais, outros pontos serão instalados ao lado de postos de gasolina já existentes da marca JX. Os primeiros 19 postos serão abertos em Tóquio, na região central de Aichi e no sudoeste do país. O jornal japonês Nikkei estima que 40 postos de hidrogênio existirão até março de 2016, sendo que este número poderá subir para 100 antes de 2018. A expansão do número de postos deste tipo de combustível foi tomada considerando a iminência do lançamento do primeiro carro da Toyota movido a célula de combustível. O modelo deve estrear no Japão em março de 2015 ao custo de 7 milhões de ienes, o equivalente a aproximadamente 43.800 reais. Até agora a Toyota só mostrou carros-conceitos equipados com este tipo de propulsão, como o FCV Concept. Sua arquirrival Honda também prepara o lançamento de modelo com esta tecnologia nos Estados Unidos e no Japão em 2015.

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http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/sustentabilidade/japao

 

ALTARODA

 

Líderes do semestre

Fernando Calmon

 

Em cenário de comercialização em recuo, marcado pelo fim de produção de modelos como Gol G4 e Uno Mille e chegada do up! e do novo March, os tradicionais dominadores de vendas sofreram abalos. Hatches e sedãs são somados na segmentação da coluna, mas é interessante ver mudanças em curso, quando se analisam os números apenas dos hatches, que são a maioria nas vendas entre os compactos, principal produto do mercado brasileiro.

 

Antigo Gol G4 representava de 20% a 25% do total do Gol e agora uma liderança de 27 anos está ameaçada. Antes eram dois (G4 mais G5) contra dois (Uno mais Mille) e agora é um (Gol G5) contra dois (Palio mais Fire). No primeiro semestre, Gol já perdeu dois meses isolados de liderança, mas no acumulado a manteve. Já o Mille representava de 40% a 45% do Uno e o abalo foi maior. Da tradicional segunda colocação despencou até seis posições, quando o estoque da antiga versão se esgotou em abril. Uno 2015, em setembro, deve melhorar seu posicionamento.

A coluna também substituiu as peruas (apenas dois modelos de pouco peso) pelo novo segmento de crossovers, liderado pelo Mitsubishi ASX. Grand Siena passou a fazer parte dos sedãs compactos “desgarrados”, a exemplo de Cobalt e City. Chrysler 300 C (passou para o segmento topo por suas dimensões avantajadas), Classe E/CLS e Fit são os novos líderes. Os demais mantiveram-se na ponta.

 

Classificação a seguir segmenta a oferta por distância entre eixos, largura e, secundariamente, preço. A base é o percentual de emplacamentos nacionais pelo Renavam. Apenas modelos mais representativos são citados em razão da importância no mercado. Paulo Garbossa, da ADK, compilou os dados de acordo com os critérios da coluna.

 

Compactos: Gol/Voyage, 14%; Onix/Prisma, 11%; Palio/Fire/Siena, 10%; HB20/X/S, 8,5%; Fiesta hatch/sedã, 8,2%; Logan/Sandero, 7%; Uno/Mille, 6%; Fox/CrossFox, 5%; Grand Siena, 4%; Etios hatch/sedã, 3%, Celta, 2,6%; up!, 2,4%; Classic, 2,3%; Cobalt, 2,1%; Punto/Linea, 1,8%; C3/DS3, 1,7%; 207/208, 1,6%; March/Versa, 1,5%; City, 1,2%. Gol/Voyage ameaçados, em especial Gol por Palio/Fire.

Médios-compactos: Civic, 19%; Corolla, 18%; Cruze hatch/sedã, 14%; Focus hatch/sedã, 11%; Golf/Jetta, 9%; Sentra, 4,9%; C4/Pallas/DS4, 4,5%; Peugeot 308/408, 3,8%; i30/Elantra, 3,3%; Fluence, 2,6%; Bravo, 2%. Civic não está firme.

Médios-grandes: Fusion, 41%; BMW 3, 23%; Mercedes C, 12%; Azera, 6%. Fusion continua avançado.

Grandes: Mercedes E/CLS, 32%; BMW 5/6, 26%; Jaguar XF,18%. Classe E/CLS, novo líder.

Topo: Chrysler 300 C, 43%; Equus, 15%; Panamera, 13%. Realocado, 300 C lidera.

Crossover: ASX, 48%, Freemont/Journey, 25%; Ranger Rover Evoque, 24%. ASX tranquilo.

Monovolumes pequenos: Fit, 36%; Spin, 30%; Idea, 17%. Fit reagiu.

Monovolumes médios: C4 Picasso, 36%; J6, 26%; Carnival, 18%. Líder consolidado.

Picapes pequenas: Strada, 59%; Saveiro, 27%; Montana, 14%. Strada ampliou margem.

Picapes médias: S10, 31%; Hilux, 24%; Ranger, 14%. Sem ser ameaçada, S10.

Utilitários esporte compactos: EcoSport, 39%; Duster, 33%; Tracker, 13%. Com menos folga, EcoSport.

Utilitários esporte médios-compactos: Tucson/ix35, 40%; Sportage, 13%; RAV4, 10%. Firmeza dos líderes.

Utilitários esporte médios-grandes: Hilux SW4, 43%; Santa Fe, 14%; Trailblazer, 9%. Livre de incômodos.

Utilitários esporte grandes: Pajero Full/Dakar, 41%; Edge, 19%; Discovery, 11%. Posição inabalada.

Esporte: BMW Z4, 43%; Boxster/Cayman, 24%; 911, 10%. Z4 bem confortável.

 

RODA VIVA

 

ARGENTINA ganhou investimento da GM para motores a partir do final de 2016. As unidades de 1,4 litro com injeção direta e turbocompressor (flex para Brasil; gasolina para mercado local e exportação) equiparão o novo Cruze, cuja produção será transferida de São Caetano (SP) para Rosário, na Argentina. Motores de três cilindros estão reservados para Joinville(SC), antecipa a coluna.

 

NOVO March mostra que a Nissan está decidida a avançar em participação no mercado brasileiro. Na versão de um litro de cilindrada ainda utiliza motor Renault anterior, mas como sua massa total é baixa mostra relativa agilidade. Direção eletroassistida de série e menor diâmetro de giro entre todos os compactos facilitam qualquer manobra. Equipado com motor de 1,6 litro (origem Nissan) apresenta desempenho marcante e equipamentos incomuns nos compactos, entre eles câmera de ré. Incômodo é o excessivo ruído de engrenagens na primeira marcha, observado apenas no motor de maior potência e, portanto, mais caro.

 

DEBATE promovido pela Liberty Seguros sobre mobilidade urbana em São Paulo mostrou que ativistas querem dar sua contribuição importante, mas sem ao menos perguntar a quem paga a conta pesada de impostos – os automobilistas – se têm algo a dizer. Na Inglaterra, por exemplo, Associação Britânica de Motoristas representa voz ativa na resolução dos problemas das cidades. Já era tempo de se fundar uma associação semelhante no Brasil que certamente contribuiria para cidades melhores sem arroubos anticarro.