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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Atualizado em

24 de novembro

de 2014

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE  A MAIS DE 8.000 POSTOS DE COMBUSTÍVEIS. FAÇA TAMBÉM SEU CADASTRO.

Shell é o novo fornecedor recomendado de óleos para o Grupo BMW a partir de 2015

 

A Shell anunciou que foi escolhida pela BMW AG como novo fornecedor único mundial recomendado para óleos de motor aftermarket para todas as suas marcas: BMW, BMW i, BMW M, Mini e BMW Motorrad. Este acordo é válido em mais de 140 países em mais de 3500 concessionários BMW e tem início já no início de 2015. A colaboração significa que a Shell irá produzir e fornecer os óleos de motor de marca da BMW em todo o seu serviço de pós-venda. Estes produtos satisfazem as mais recentes especificações dos motores BMW e assentam na tecnologia PurePlus da Shell, que inova na formulação dos óleos. É um processo GTL patenteado, desenvolvido ao longo de 40 anos de pesquisa, que transforma o gás natural num óleo de base cristalina. Os óleos de base, normalmente feitos a partir de petróleo bruto, é o componente principal dos lubrificantes acabados e desempenha um papel vital na qualidade de óleo do motor. O óleo de base é produzido na fábrica Pearl GTL no Qatar, numa parceria entre a Shell e a Qatar Petroleum. “É uma honra tornarmo-nos fornecedor recomendado pela BMW para os seus óleos de motor no aftermarket. Estamos ansiosos para dar início ao fornecimento, distribuição e comercialização desses óleos, já a partir do início de 2015”, sublinha Mark Gainsborough, vice-presidente executivo da Shell Lubrificantes, que acrescenta: “Este é o reconhecimento do investimento, do know-how e da tecnologia de ponta da Shell por um fabricante premium  líder mundial de automóveis e motociclos. Isso inclui um reconhecimento do valor da nossa mais recente inovação: Shell PurePlus Tecnologia para óleos de motor premium.” Até aqui a marca de óleos recomendada para o Grupo BMW era a Castrol.

Leia mais em  http://turbo.sapo.pt/ultimas/artigo/shell-e-o-novo-fornecedor-reco-12262.html

 

Projeto com carros elétricos traz economia de combustível em Curitiba

 

Um levantamento da prefeitura de Curitiba apontou que os 10 carros usados no programa Ecoelétrico tiveram uma economia no gasto com combustíveis de 82%, quando comparados ao que veículos a gasolina teriam gasto nos cinco meses de implantação do programa. Os veículos, movidos a eletricidade, não emitem poluentes e são uma parceria entre a prefeitura e uma montadora, que cedeu os carros para o programa.Os veículos atendem a Guarda Municipal, Secretaria de Trânsito (Setran), Instituto Curitiba de Turismo e aos gabinetes do prefeito e da vice-prefeita. Conforme a prefeitura, a recarga das baterias, nesses cinco meses, custou cerca de R$ 1,2 mil. Juntos, os carros já percorreram 24 mil quilômetros. Se fosse com gasolina, o custo poderia alcançar cerca de R$ 5,2 mil, estima a administração municipal. O projeto Ecoelétrico tem como objetivo buscar incentivos para o uso de veículos movidos a eletricidade no Brasil. A ideia é mostrar como esses carros podem proporcionar economia e menos poluição no meio ambiente. Nesses cinco meses, os cálculos apontam que os 10 carros deixaram de emitir três toneladas de gás carbônico (CO2) no ar. Esse gás é o principal responsável pelo efeito estufa.

Leia mais em  http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2014/11/projeto-com-carros-

 

Plataforma Cidade de Ilhabela entra em operação no pré-sal da Bacia de Santos

 

Entrou em operação na quinta-feira, dia 20/11/2014, às 5h37, o navio-plataforma Cidade de Ilhabela, instalado no campo de Sapinhoá, no pré-sal da Bacia de Santos. A nova unidade faz parte do conjunto de projetos de produção programados para este ano pelo Plano de Negócios e Gestão da Petrobras para o período de 2014 a 2018. A plataforma Cidade de Ilhabela é uma unidade do tipo FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo). A unidade foi contratada em 30 de março de 2012 ao consórcio QGOG/SBM e seu casco foi convertido a partir de um navio petroleiro no estaleiro CXG, na China. Já a integração dos módulos da planta de processo foi realizada no Estaleiro Brasa, em Niterói (RJ). O navio-plataforma foi ancorado em local onde a profundidade de água é de 2.140 metros, na direção do litoral de São Paulo, a cerca de 310 km da costa. A plataforma terá capacidade de produzir até 150 mil barris de petróleo por dia (bpd), comprimir até 6 milhões de m³/dia de gás natural e armazenar 1,6 milhão de barris de petróleo. Além disso, tem capacidade de injeção de 180 mil barris de água por dia. O poço 3-SPS-69, o primeiro em operação, tem potencial de produção de 32 mil bpd. O petróleo produzido no campo de Sapinhoá é de excelente qualidade – em média 29ª API – e será escoado por navios aliviadores. Fonte: Assessoria de Imprensa da Petrobrás.

 

Etanol evitou emissões de 240 milhões de toneladas de carbono desde 2003, diz Unica

 

Desde 2003, quando foi introduzido o motor flex no Brasil, o uso do etanol já evitou a emissão de 240 milhões de toneladas de carbono, volume que corresponde a três anos de emissões de um país como o Chile. A informação está em comunicado divulgado pela União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) e é atribuída ao consultor da entidade, Alfred Szwarc. A nota destaca os benefícios ambientais do combustível feito a partir da cana. Reforça ainda as críticas ao governo federal. De acordo com a Unica, eliminando a cobrança da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre a gasolina, o governo causou “aumento no consumo do combustível fóssil e o etanol perdeu competitividade”. Apesar disso, a Unica lembra que, neste momento, o etanol está economicamente vantajoso para o consumidor. De acordo com a entidade, com base no estado de São Paulo, principal mercado consumidor, o litro do combustível está entre R$ 1,47 e R$ 2,90 enquanto a mesma quantidade de gasolina varia de R$ 2,45 a R$ 2,80. Apesar de destacar a vantagem ambiental e econômica do etanol, o comunicado da Unica destaca que 40% da frota de veículos flex não é abastecida com o combustível atualmente.

Leia mais em  http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/Cana/noticia

 

Raízen dará início à produção de etanol celulósico neste mês

 

Na corrida tecnológica em busca de um etanol celulósico economicamente viável, a Raízen Energia, maior grupo sucroalcooleiro do país, informou que colocará em operação sua unidade de produção do biocombustível de segunda geração ainda em novembro. Integrada à usina Costa Pinto, em Piracicaba (SP) que produz etanol convencional – a partir do caldo da cana -, a nova fábrica vai usar inicialmente bagaço, mas testes já começaram a ser feitos com palha trazida do canavial. O vice-presidente da açúcar e etanol da companhia, Pedro Mizutani, diz que está satisfeito com os testes até o momento. Ele se diz confiante de que obterá sucesso na empreitada. A expectativa é, em três anos, conseguir um produto de segunda geração ao mesmo custo da primeira – em torno de R$ 1,10 por litro. A planta da Raízen tem capacidade para produzir 40 milhões de litros por ano e demandou investimentos de R$ 230 milhões – R$ 207 milhões financiados com linhas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que fazem parte do PAISS, um plano conjunto com a Finep de apoio à inovação tecnológica no setor. Caso obtenha êxito na planta pioneira, a companhia prosseguirá com o plano de construir outras sete unidades de etanol celulósico até 2024 – o que vai significar uma produção adicional de 1 bilhão de litros do biocombustível, cerca de 50% da produção desta safra 2014/15 (2,1 bilhões de litros).

Leia mais em  http://www.jornalcana.com.br/raizen-dara-inicio-producao-de-etan

 

ANP informa que ainda não autorizou Rnest a produzir diesel

 

A Refinaria do Nordeste (Rnest), da Petrobras, ainda não tem autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para produzir diesel, principal produto da unidade, informou a autarquia. A previsão da Petrobras era colocar a refinaria em operação neste mês, o que tecnicamente já aconteceu, uma vez que já pode começar a operar a destilação e o hidrotratamento de nafta, matéria-prima básica da indústria petroquímica. Entretanto, o mais importante para a petroleira é o início da produção de diesel, para que possa reduzir suas importações do insumo para atender a demanda interna. Além do combustível, a refinaria adicionalmente vai produzir nafta, coque de petróleo, gás liquefeito de petróleo (GLP), dentre outros derivados. Para iniciar a produção de diesel, a Petrobras ainda depende da autorização da ANP para outras unidades da refinaria.

Leia mais em  

http://noticias.r7.com/economia/anp-informa-que-ainda-nao-autoriz

Ex

ALTA RODA

Fernando Calmon

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Incertezas de curto prazo

 

Depois de analisar as possibilidades de aumento da taxa de motorização da população brasileira para os próximos 20 anos, que se concentrará em cidades pequenas e médias, a Coluna se volta às preocupações de curto prazo. No final da semana passada, entraram em vigor as regras que aceleram a retomada de veículos por falta de pagamento. À primeira vista, como os calotes representam hoje 4,4% dos financiamentos, não parece importante, mas é. Afinal, 50% de todas as vendas são intermediadas por bancos (outros 10% por consórcios e até 10% em curto prazo pelas lojas).

 

O problema é o alto custo de recuperação dos bens por si só de valores elevados. Leva tempo, passa por etapas judiciais e muitas vezes os carros vinham com dívidas de impostos, multas e ainda desvalorizados por falta de manutenção. A nova lei pode encurtar o processo de um ano (após seu início) para três meses. Por consequência, deve ocorrer maior liberação de crédito e numa segunda etapa até redução dos juros pela diminuição dos riscos operacionais.

 

Na avaliação da Fenabrave, até 30.000 carros por mês poderão agora obter parcelamentos, antes negados por falta de garantias. Anfavea acredita que já em dezembro haverá reflexos nas vendas e ajudaria a mitigar os números bem negativos deste ano, previstos em menos 10% sobre 2013. Um fator de antecipação de compras seria o IPI maior a partir de 1º de janeiro próximo. Se o governo decidir voltar à alíquota cheia, terminaria o compromisso de manter empregos por parte da indústria. Escalonado o aumento mais uma vez, só haveria demissões voluntárias como ocorre agora.

 

Por tudo isso fica difícil fazer previsões para 2015. Na dúvida, a maioria dos analistas prevê que o próximo ano terá crescimento zero de vendas e recuperação mesmo só em 2016. Com certeza comprometerá algumas expectativas mais otimistas para esta década, porém não retirou ânimo de quem decidiu investir conforme se observou no seminário Direções, da Quatro Rodas, realizado nesta segunda-feira em São Paulo.

 

Para Jörg Hofmann, presidente da Audi, apenas 2% do mercado brasileiro se concentra em marcas premium ou de valores elevados. Com poder aquisitivo em elevação e o estímulo da produção local nada impediria o percentual saltar para 5%, como hoje na Austrália. Na China é 9%, nos EUA, 10% e na Alemanha, 13% puxado por vendas corporativas. No Brasil, a premiação de altos funcionários com o uso de veículos caros está em ascensão, embora possa haver diferenças culturais entre São Paulo e Rio de Janeiro apontadas em debates no evento.

 

No outro extremo, Luis Curi, da Chery, destacou a aposta das marcas chinesas no peso próprio do País e sua influência nos países vizinhos. Lembrou da transição das motos para automóveis na China e que toma corpo aqui. E Sérgio Ferreira, da FCA, apontou o desafio vencido de implantar uma fábrica Jeep no Brasil, longe dos grandes centros fornecedores e consumidores.

 

A estratégia do grupo ítalo-americano se alinha à forte aceitação dos SUVs e, em particular, das suas alternativas compactas. Continuarão a avançar sobre stations, monovolumes e, de acordo com os debatedores, incomodarão até sedãs em razão dos estreantes Renegade, HR-V e 2008 em 2015.

 

Paciência recompensada

 

A concessionária do futuro está mais próxima do que se imagina. Durante um século o ato de vender um carro pouco evoluiu: salão de venda espaçoso, vários veículos expostos e uma equipe de vendedores solícitos com calhamaços de catálogos, folhetos e tabelas de preços.

No final de 2013 a Audi inaugurou em Londres a primeira de uma rede de lojas onde a informática passou a ter mais importância e espaço do que veículos em exposição. Essa tendência, em princípio atraente para marcas premium, é chamada de varejo misto, entre instalações convencionais e de recursos on line (clicks and bricks, em inglês). Havia a expectativa de que marcas generalistas ainda demorassem um pouco a aderir.

 

Mas no Salão do Automóvel de Genebra, em março último, o conceito semelhante Ford Store foi apresentado no estande da empresa. Já em abril a primeira concessionária foi inaugurada em Barcelona, Espanha, de um total de 40 previstas naquele país. Objetivo é facilitar ao máximo a vida dos clientes depois de pesquisas apontarem que 80% deles chegam hoje às concessionárias com ideia exata do que desejam comprar e da configuração do modelo escolhido.

 

Interessante o fato de não exigir custosas reformas nas lojas. Nada de quebrar paredes ou erguer biombos. O leiaute parece bastante com a Apple Store: uma grande mesa central com vários tabletes e telas táteis ou convencionais espalhadas por ambientes em que estão alguns modelos expostos. Não há estantes de leitura de impressos, nem escaninhos, mas uns folhetos aqui ou ali ainda existem para quem gosta ou deseja levar.

 

O cliente que configurou seu carro em casa ou no escritório já vai encontrar tudo disponível e recuperar seus arquivos por senha. Se preferir, 50 poderosos aplicativos ajudarão nessa tarefa por meio de equipamentos robustos. Um deles utiliza geolocalização e basta se aproximar do carro exposto para o tablete mostrar alternativas de rodas, interiores, materiais e cores disponíveis. Uma tela de parede de 50 pol facilita a demonstração por imagens e vídeos de várias características dos automóveis modernos como estacionamento automático, controle ativo de cruzeiro ou sistemas de infotretenimento e conectividade.

 

Graças a esse suporte pode-se repassar uma massa de informações de forma simples e rápida. O cliente tem menos a ouvir do vendedor e, por outro lado, está pronto e deseja interagir com objetividade. Resta maior tempo para tratativas finais de preço, financiamento e prazo de entrega.

 

No entanto, há distinções entre compradores europeus e brasileiros. Aqueles se importam menos com a demora no processo de configurar e só depois produzir o carro. Tanto que há menor exigência de imobilizar capital em estoques. No Brasil, como nos EUA, os clientes são imediatistas. Não apreciam prazos industriais obrigatoriamente longos pela complexidade de opções e, por fim, acabam por pagar mais pela necessidade de estoques elevados para atender diferentes desejos dos clientes.

 

Esse cenário tende a se alterar. Na Europa, por razões culturais, se avança com mais rapidez na informatização do processo comercial. Tudo indica que aqui os hábitos podem mudar e se caminhe para a convergência de soluções. Em especial se houver vantagem financeira para quem tem paciência de esperar.

 

RODA VIVA

 

LEITORES perguntam por que os números da frota registrada pelo Denatran e Detrans não são confiáveis. Simplesmente porque, ao contrário do controle total sobre veículos novos, os antigos que já não rodam são abandonados sem baixa oficial nos registros. Isso se dá pela burocracia e altos custos para os proprietários. Problema que se acumula há anos sem sinal de solução.

 

RENAULT rejuvenesceu o Fluence para manter capacidade de competir no segmento de sedãs médios-compactos que representam 8% do mercado, mas têm oferta altamente diversificada: uma dúzia de opções. Parte frontal segue a linguagem estilística da marca e LEDs estão nas lanternas traseiras. Quadro de instrumentos digital, novo sistema multimídia e travamento automático das portas com chave no bolso completam o modelo, sem alterações mecânicas e de preços: R$ 66.890 a 82.900.

 

OUTRO a entrar na onda aventureira, o Chevrolet Spin Activ, apenas na versão de cinco lugares, marca o visual pelo estepe fixado na porta traseira que ainda atrai por aqui, mas cai em desuso no exterior. Sensor de distância traseiro é de série, o que diminui a possibilidade de o pneu protuberante danificar outros carros em manobras. Dinâmica do Spin não se alterou pelos bons ajustes de suspensão, mas 60 kg acrescentados em razão do suporte do estepe já se sentem no desempenho.

 

REALMENTE o termo Active está na moda. ActiveFlex, na BMW; Nissan March Active (carroceria da geração anterior agora de volta com mais equipamentos a preço mais baixo) e o Spin Activ (apenas sem a letra “e” final). Os dois últimos lançados no mesmo dia (Spin já estava no Salão do Automóvel, mês passado). Todos registrados no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Como pode?