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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Atualizado em

18 de maio

de 2015

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Petrobras teve lucro de R$ 5,3 bilhões no 1º trimestre

 

A Petrobras teve um lucro líquido de R$ 5,3 bilhões no primeiro trimestre de 2015. O resultado é 1% inferior a igual período do ano passado. Os dados foram divulgados no início da noite desta sexta-feira (15), na sede da companhia, no Rio de Janeiro. Os investimentos da companhia totalizaram R$ 17,8 bilhões, o que reflete uma redução de 13% em relação ao mesmo período de 2014. A maior parte dos investimentos (79%) foi relativa ao segmento de exploração e produção no Brasil. A empresa terminou o trimestre com R$ 68,2 bilhões em caixa. A produção de petróleo e gás no país e no exterior, no primeiro trimestre, cresceu 11%, comparada ao mesmo período do ano passado, com média de 2,803 milhões de barris de óleo equivalente por dia. No mês de abril, foi atingido recorde de 715 mil barris por dia no Pré-Sal. Fonte: Portal Brasil.

 

Venda interna de derivados da Petrobras encolhe 6% no 1º trimestre

 

O volume total de derivados vendidos pela Petrobras no mercado interno atingiu 2,230 milhões de barris diários no primeiro trimestre de 2015, o que corresponde a uma queda de 6% em relação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com o quarto trimestre de 2014, houve retração de 10,3%, influenciada por fatores sazonais específicos do setor de combustíveis. Os números consideram a venda de diesel, gasolina, óleo combustível, nafta, GLP e querosene de aviação (QAV), além da categoria Outros. A comercialização de diesel, principal derivado vendido pela estatal, movimentou 907 mil barris diários, queda de 4% sobre o primeiro trimestre do ano passado. Embora o consumo tenha relação direta com a atividade econômica do País, em função do uso por caminhões, a Petrobras atribui a queda a dois outros fatores: menor consumo em obras de infraestrutura e aumento do porcentual de biodiesel na mistura diesel/biodiesel. As vendas de gasolina somaram 573 mil barris diários, queda de 5% sobre o primeiro trimestre de 2014. A variação negativa reflete o aumento do etanol na composição da gasolina C, de 25% para 27%, a redução da frota de veículos movidos somente a gasolina e o aumento da colocação de gasolina por outros fornecedores no mercado doméstico, segundo a estatal. As vendas totais no mercado doméstico, quando incluída a comercialização de gás natural, álcoois, nitrogenados renováveis e outros insumos, atingiram 2,793 milhões de barris diários, uma queda de 3,5% sobre o primeiro trimestre de 2014. No mercado externo, a Petrobras vendeu 915 mil barris diários, retração de 1,5% em igual base comparativa. Com isso, as vendas totais de derivados da Petrobras, somados os negócios no mercado interno e no exterior, atingiram 3,708 milhões de barris diários, variação negativa de 3% em relação ao acumulado de janeiro a março de 2014.

Leia mais em https://br.noticias.yahoo.com/venda-interna-derivados-petrobras-en

 

Petrobras volta a ter lucro com venda de combustíveis

 

Depois de 16 trimestres de perdas, causadas pela impossibilidade de reajustar o preço dos combustíveis de acordo com as cotações internacionais do petróleo, a Petrobras voltou a ver a área de abastecimento dar lucro. Resultado graças à queda no preço do óleo. O segmento, responsável pelas refinarias e a negociação de petróleo e combustíveis, teve ganho de R$ 9,4 bilhões nos primeiros três meses do ano, depois de prejuízo de R$ 7,4 bilhões no primeiro trimestre de 2014. Como controladora da Petrobras, a União dita o ritmo de reajuste dos combustíveis, com objetivo de evitar impacto inflacionário. Assim, quando o preço do barril sobe, a Petrobras não pode repassar automaticamente para os combustíveis, como ocorre com outras petroleiras no mundo. Estima-se internamente na Petrobras que as perdas com a defasagem desde 2011 chegaram a R$ 90 bilhões. A receita da companhia com venda de combustíveis sofre impacto da cotação no exterior. Isso porque para produzir diesel e gasolina para o consumo no país, a estatal precisa importar petróleo leve, não produzido em escala suficiente no Brasil. Grande parte do óleo extraído aqui é pesado. Justamente por ser pesado, é exportado com desconto de US$ 10 em relação à cotação do preço do barril de referência internacional (“Brent”), o que amplia as perdas na operação. A Petrobras também importa parte dos combustíveis que vende, porque não consegue atender toda a demanda interna. No balanço final, a Petrobras é importadora, e por isso o dólar alto também a prejudica.

Leia mais em  http://www.jornalcana.com.br/petrobras-volta-a-ter-lucro-com-vend

 

Óleo e Gás tem prejuízo de R$ 68,4 mi no 1º tri

 

A petroleira Óleo e Gás registrou prejuízo líquido de 68,4 milhões de reais no primeiro trimestre de 2015, em comparação com o lucro líquido de 128,6 milhões no mesmo período do ano passado, com impacto de margem negativa na operação de campos de petróleo como reflexo da queda dos preços, entre outros fatores, informou a empresa quinta-feira. A companhia em recuperação judicial informou que a produção do campo de Tubarão Martelo no primeiro trimestre foi de 961 mil barris de óleo em comparação aos 1,177 milhão de barris no trimestre anterior e ante 967 mil barris de janeiro a março de 2014. A empresa lembrou que, conforme Fato Relevante divulgado em 27 de fevereiro de 2015, ficou impossibilitada de obter os financiamentos necessários para garantir o incremento da produção de Tubarão Martelo, conforme previsto no Plano de Desenvolvimento do campo (seu principal ativo em produção), por conta da queda dos preços do petróleo.

Leia mais em http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/oleo-e-gas-tem-prejuizo-de-

 

Venda de etanol hidratado nas usinas cresce 49,4% em abril

 

O volume de etanol hidratado vendido pelas usinas às distribuidoras no mercado doméstico no Centro-Sul atingiu 1,46 bilhão de litros em abril deste ano, alta de 49,39% em relação aos 977,52 milhões de litros comercializados no mesmo período de 2014, informou nesta terça-feira (12/5) a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica). Segundo a entidade, as vendas atingiram uma média diária de 48,68 milhões de litros em abril. Já as vendas de etanol anidro combustível em abril no mercado interno cresceram 2,25% ante abril do ano passado, para 678,19 milhões de litros, mas recuaram 21,43% ante março deste ano. "Esse comportamento das vendas de etanol anidro já era esperado devido à obrigação de manutenção de estoques no final da entressafra", informou diretor-técnico da Unica, Antonio de Padua Rodrigues. Para o executivo a legislação faz com que as vendas de março usualmente sejam maiores que as de abril, que se inicia com estoque mais elevado no segmento de distribuição. O volume total de etanol comercializado pelo Centro-Sul somou 2,17 bilhões de litros em abril, contra 1,81 bilhão de litros no mesmo mês da safra passada, alta de 20%. Desse total, apenas 34,09 milhões de litros foram exportados, queda de 79,83% no comparativo com os 169 milhões de litros exportados em abril de 2014.

Leia mais em http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/Cana/noticia

Ex

 

ALTA RODA

Não tão ruim para todos

 

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente n<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="2" width="900"align="center"><tr><td>a internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

A queda de vendas em 2015 sobre 2014 é estimada entre 13% e 19%, dependendo do otimismo ou pessimismo da fonte, mas nem todas as marcas foram tão atingidas. Há mais inclinação em encolher a procura por modelos de menor preço e dessa forma os quatro fabricantes mais antigos e dominadores por décadas estão sofrendo.

 

Pela primeira vez desde a chegada de novos entrantes com produção local na segunda metade dos anos 1990, Fiat, GM, VW e Ford juntas ficaram abaixo da barreira simbólica de 60%. Para ser mais exato, 59,1% de participação somada no mês passado. As marcas orientais tradicionais conquistaram aparentemente uma zona de conforto, sem precisar dar férias coletivas, implantar bancos de hora, suspender contratos de trabalho ou promover programas de demissões voluntárias.

 

A Hyundai continua a funcionar em três turnos com redução mínima de vendas: 2,4% frente à queda geral acumulada no primeiro quadrimestre de 19,2%. Mas as japonesas Honda, Toyota e Nissan foram além. As três cresceram 12,5%, 12,4% e 3,4%, respectivamente, sobre o mesmo período de 2014.

 

Há explicações conjunturais, além da tradicional prudência oriental ao fazer investimentos em fábricas. Segundo Marcelo Cioffi, da consultoria PWC, “trata-se de marcas de menor volume, com produtos novos ou renovados e, portanto, menos afetadas pelos recuos de mercado”.

 

No entanto, outros fatores também influenciam. A Honda, particularmente, só concluirá a nova fábrica em 2016 e, assim, poderá ter até de sacrificar vendas do Civic e do City para atender a demanda muito boa do HR-V este ano. Se a unidade de Itirapina (SP) já estivesse em produção talvez ficasse mais difícil.

 

Nissan, ao contrário, tem produtos mais baratos e tende a ficar com capacidade ociosa a exemplo das marcas de maior presença. Mas ao partir de bases comparativas muito baixas, quando dependia de importações controladas do México, tem como crescer um pouco mais este ano. Até 10% sobre 2014, estima com otimismo o fabricante.

 

Também se deve considerar que apenas a Nissan atua de forma significativa na faixa de produtos mais importante e sacrificada em torno de R$ 30,000. Hyundai, Toyota e Honda têm tíquete médio de venda superior, em que a queda vem sendo menor. Toyota admite que espera repetir os números de 2014, o que seria ótimo resultado em cenário tão recessivo como o atual. Exceção é a Mitsubishi cujo tombo acompanhou a média de mercado, em torno de menos 19%.

 

Quanto às orientais chinesas a situação é bem diferente. Aproveitaram o real muito valorizado para oferecer modelos equipados a preços superconvidativos. Com o aumento dos impostos do programa Inovar-Auto importadores anunciaram a intenção de construir fábricas.

 

Mas, ano passado, todas juntas ocupavam menos de 1% do mercado. No auge estimavam ter, em conjunto, 5%.  Só a Chery inaugurou uma unidade industrial, em 2014. Mal funcionava e a produção do Celer parou por greve de um mês que terminou semana passada. Assim, o lançamento do QQ nacional sofreu outro adiamento para o final deste ano. Quanto à JAC, os planos dependem de linha de financiamento do governo da Bahia.

 

Sobre as demais chinesas e as fábricas prometidas, não se fala mais nisso.

 

RODA VIVA

 

ANFAVEA viu um indicador levemente positivo no mês de abril. Vendas alcançaram 11.240 veículos/dia, aumento de 8,2% sobre março, com mais dias úteis do que o mês passado. Estoques totais passaram de 49 para 50 dias (50% acima do normal), apesar da diminuição de produção. Confiança dos compradores continua abalada.

 

FENABRAVE, por sua vez, contabiliza fechamento de 250 concessionárias, em especial nos grandes centros. Ainda não assusta tanto, pois existem mais de 8.000 lojas e a associação congrega, além de fabricantes de veículos leves e pesados, também os de motocicletas e de máquinas agrícolas. De qualquer forma, 12.000 funcionários a menos.

 

LEVE reestilização pegou bem no Duster 2015 para enfrentar, com preço mais em conta, os quatro novos concorrentes. SUV compacto da Renault ficou mais silencioso. Motor de 1,6 L melhorou respostas em baixas rotações sem mudanças em torque e potência. Já o 2L ganhou 6 cv com etanol (agora 148 cv) e a versão 4x4 não se sai mal em fora de estrada de exigência leve a média.

 

INDÚSTRIA de autopeças também tem sido obrigada a demissões: a cada emprego perdido numa fábrica de veículos, dois desaparecem nos fornecedores. Bosch, a maior do setor, conseguiu administrar a situação em 2014, quando o sistema ABS se tornou obrigatório. Em 2015 confia em alguma recuperação de exportações para América Latina e assim melhorar seus resultados.

 

MICHELIN se antecipou à onda de crescimento dos SUVs e desenvolveu em grande parte no Brasil, em três anos, a linha LTX Force, de olho também na Índia e China. Entre as novidades estão desenho, parcela do composto de borracha vinda dos ralis, banda de rodagem que se estende pelas laterais do pneu e reforços entre blocos de rodagem para maior estabilidade em asfalto.