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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Atualizado em

27 de outubro

de 2014

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Unica espera mais diálogo com Dilma e políticas mais claras

 

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) espera que a presidente Dilma Rousseff mostre-se mais aberta ao diálogo, conforme prometeu em seu primeiro pronunciamento após ser reeleita no domingo, e apresente políticas mais claras para o setor de combustíveis que possam beneficiar os produtores de etanol, afirmou nesta segunda-feira a entidade. "O diálogo sempre é melhor do que o não dialogo. Não podemos saber se o dialogo será positivo ou não, mas é importante que a presidente demonstre com clareza qual o papel ela espera da agroenergia na matriz de energia brasileira, se é um papel protagonista ou se é secundário", afirmou a presidente da Unica, Elizabeth Farina, em teleconferência com jornalistas. Segundo a presidente da Unica, políticas mais claras para setor de combustíveis poderiam ajudar a usinas de etanol a lidar com o elevado endividamento, em parte fruto do controle de preços de gasolina pelo governo nos últimos anos. O preço controlado da gasolina limita repasses de custos das usinas ao preço do etanol, impactando as contas das indústrias. A Unica avalia ainda que investimentos no setor de etanol só serão feitos considerando as "novas regras do jogo".

Leia mais em http://exame.abril.com.br/economia/noticias/unica-espera-mais-dial

 

Brasil importará 600 milhões de litros de etanol por causa da seca

 

A seca – especialmente na região centro-sul – vai prejudicar a produção de etanol no Brasil, que deve ser obrigado a importar 600 milhões de litro do combustível vegetal, que geralmente chega dos EUA quando vem de fora. O volume é quase o dobro do registrado na safra passada e representa 180 milhões para a região centro-sul – que representa 90% da produção de etanol – e 420 milhões de litros para o Norte/Nordeste. A produção nacional ficará em torno de 24 bilhões de litros, 6,14% menos que a safra anterior. Mas a seca não vai provocar apenas um aumento da importação. A entressafra 2014/2015 será maior e por isso, haverá menor oferta de etanol. Assim, os usineiros já preveem aumento médio de 10% nos preços do combustível. Acredita-se que o pico seja de 12% acima dos preços atuais. Provavelmente, a gasolina também será impactada pela falta de chuva, já que dispõe de 22% de etanol anidro, cujo valor está cotado em R$ 1,30.

Leia mais em http://www.noticiasautomotivas.com.br/brasil-importara-600-milhoes

 

Mercado aposta em reajuste de 20% no preço de combustíveis

 

O mercado já se prepara para um reajuste nos preços dos combustíveis. Alguns analistas de mercado ouvidos pelo Bem Paraná chegam a arriscar e preveem um aumento entre 15% e 20%.  A medida é defendida como necessária para que a Petrobras recupere a capacidade de investimento, comprometida devido aos prejuizos bilionários resultado da desfasagem dos preços internacionais do petroóleo e da desvalorização do real. “Independente de quem ganhe, não acredito que esta medida seja postergada. O governo atual não vai querer deixar a maior companhia brasileira com o maior prejuízo de sua história e, ganhado, não poderá empurrar ainda mais o realinhamento de preços”, argumenta o economista da Faculdades Estácio de Curitiba, Daniel Poit, ouvido pela reportagem na semana passada. Já o econominista Gilmar Mendes, da FaeBussines School, é mais cauteloso. “O aumento de preços neste ano, ainda que necessário, só virá se o atual governo vencer. Do contrário, o reajuste deve ficar para o próximo governo que assume em janeiro”, afirma. Questionado sobre o patamar de reajuste, Mendes diz que prefere não arriscar uma vez que “essa é uma conta política”.

Leia mais emhttp://www.bemparana.com.br/noticia/355363/mercado-aposta-em

 

UBS diz que incerteza política deve pesar sobre Petrobras

 

A volatilidade global dos preços do petróleo e combustíveis e altas incertezas políticas podem exercer pressão sobre a estatal Petrobras, na esteira da reeleição da presidente Dilma Rousseff, de acordo com a analista da UBS Securities Lillyana Yang. "Nós queremos saber como a estratégia da Petrobras para aumentar a rentabilidade e reduzir a alavancagem pode mudar após as eleições", disse Yang em nota a clientes nesta segunda-feira, acrescentando que seria desejável ver aumento de preço de dois dígitos nas refinaria para gasolina e diesel, e menor gasto de capital em refino. "Nos perguntamos se este último seria implementado pós-eleições, dada a inflação alta, um pobre superávit e uma pobre balança comercial", disse ela. Segundo a nota, preços mais baixos do petróleo aumentam o fluxo de caixa da Petrobras e seus lucros no curtíssimo prazo, mas um real mais fraco promove uma redução significativa nas duas linhas em função do descasamento ente as receitas e os custos e dívidas da estatal, que são altamente dolarizados.

Leia mais em http://noticias.r7.com/economia/ubs-diz-que-incerteza-politica-deve

 

Mais usinas deverão fechar, diz setor de etanol

 

Mais usinas fecharão caso o novo governo não altere sua política para o setor do etanol, segundo empresas e consultorias do segmento. À falta de competitividade com a gasolina e o alto endividamento de muitas companhias somou-se a seca, que antecipou o fim da safra. Parte das empresas poderá não conseguirá suportar a entressafra mais longa. “Se for um governo que reconheça erros e que a situação é de emergência, ele poderá ser mais efetivo e focado em buscar soluções”, diz o presidente de uma grande empresa do setor. “Ainda tem muita gente importante para fechar, que não se espera que esteja em situação insustentável. Os nomes e a velocidade da lista dos que irão para recuperação judicial vai impressionar”, afirma. “Para quem já está no sufoco, será indiferente”, diz outro executivo. A Unica (entidade do setor) afirma que ainda não se pode prever quantas plantas poderão parar em 2015. No setor e em consultorias estima-se que ao menos dez usinas deixarão de processar por dificuldades financeiras. De cerca de 330 usinas de açúcar e etanol da região centro-sul, 60% correm o risco de fechar as portas ou mudar de dono em dois ou três anos. De 2008 a 2013, mais de 70 usinas foram desativadas no país e outras 67 entraram em recuperação judicial. O segmento acusa o governo Dilma Rousseff de ter focado no pré-sal e deixado de lado as políticas pró-etanol. Até 2008, as usinas se endividaram com empréstimos para expandir a produção e atender ao aumento da demanda por álcool, puxada pelos carros flex. A partir de 2011, no entanto, sem reajustes de preços da gasolina, o etanol perdeu competitividade e muitas empresas não conseguiram honrar os compromissos. Só com o fim da cobrança da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre a gasolina, o setor perdeu R$ 10 bilhões por ano, diz Antonio de Padua Rodrigues, diretor da Unica. Apenas nos últimos dois anos, foram cortados 60 mil empregos diretos no setor produtivo, de acordo com dados da entidade.

Leia maishttp://www.jornalcana.com.br/mais-usinas-deverao-fechar-diz-setor-de-etanol/

 

Ex

ALTA RODA

Salvem-se os jovens

 

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Em matéria de trânsito e especificamente nos temas ligados à segurança, fala-se muito, tenta-se algum planejamento, mas a realidade expõe que nada ou quase nada de prático realmente acontece. O governo federal até esboçou a política nacional de trânsito em 2004 e a atualizou em 2010. Também se engajou na Década de Ação pela Segurança no Trânsito, iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), que lançou o desafio da redução de até 50% no número de mortos e feridos em especial nos países emergentes, entre 2011 e 2020.

 

Em novembro do próximo ano o Brasil sediará uma reunião interministerial da ONU que mostrará um balanço da primeira metade daquela década. Tudo indica que o nosso vexame rivalizará com o da derrota por 7 x 1 na Copa do Mundo de Futebol, em julho último. Na realidade houve uma pequena redução do número de mortos, porém o de feridos e inválidos continua a crescer com repercussões sérias na sociedade e na economia do País.

 

O que esta Coluna sempre defende é o que fazer, além de lutar para reverter os números negativos de hoje (mais de 50.000 mortos e 440.000 feridos por ano), para salvar as próximas gerações de motoristas. Trata-se das mesmas preocupações do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) que coordenou o estudo Formação do Condutor – 2015, de 450 páginas, que está disponível para leitura e análise em www.onsv.org.br/area_restrita.

 

ONSV faz uma pergunta, bem pertinente, sobre que tipo de condutor o Brasil quer. E aponta o que os Centros de Formação de Condutores (CFC), termo atual para as antigas autoescolas, deveriam garantir aos alunos: reconhecer a informação do ambiente em que transitam, avaliar possibilidades de acidente e reagir nas situações de risco com destreza e conhecimento provenientes do que aprendeu durante sua formação. Em outras palavras, muito além de decorar o código de trânsito ou apenas saber arrancar, frear e fazer curvas.

 

Segundo José Aurélio Ramalho, presidente do ONSV, 16,5 horas de aulas práticas já se provaram insuficientes para formar um bom motorista. Para ele, “não há uniformidade no País sobre conceitos repassados tanto por instrutores como examinadores. Avaliação de riscos, tomada de decisões ao volante, direção defensiva e outras ações precisam ser ensinadas de forma indistinta a qualquer candidato à carteira de habilitação”.

 

O último dos imbróglios (mal resolvido) – aulas pré-práticas, ou seja, em simuladores de direção – é só uma amostra do grau de improviso e incertezas que ainda cerca o processo. Embora sem a veleidade de se transformar em “manual de soluções”, como a própria entidade ressalva, o trabalho citado apresenta massa crítica graças à sua formulação por uma equipe multidisciplinar de mais de 10 técnicos e especialistas no tema.

 

Se há desesperança em mudar o comportamento de muitos motoristas atuais, que pelo menos os novos se preparem melhor.

 

RODA VIVA

 

HATCH com motor tricilíndrico de 1 L/85 cv e sedã com o de 1,5 L/110 cv do Ka e do Ka+, respectivamente, estão bem de acordo ao que se espera de um compacto atual. Assentos dianteiros mais longos, direção eletroassistida e câmbio de ótimo manuseio destacam-se. Comando elétrico dos retrovisores só na concessionária. Para se diferenciar do Fiesta...

 

NOVIDADES do Salão do Automóvel, no próximo dia 30, são aos poucos antecipadas, como costuma ocorrer. Citroën, Honda, Lifan, Subaru e VW tomaram a iniciativa na semana passada. A marca francesa terá leve reestilização do DS3, retoques na iluminação externa e três níveis de preços (R$ 79.900 a R$ 92.000).

 

HONDA importa do Canadá o cupê Civic Si. Apelo visual condizente com a proposta, por R$ 119.900. Carro de nicho (50 a 100 unidades/mês), impressiona pelo motor de 2,4 L/206 cv (suave até empolgantes 7.500 rpm), caixa de direção de resposta rápida, comportamento em curvas exemplar e câmbio manual 6-marchas.

 

CHINESA Lifan traz do Uruguai (menos impostos) o sedã compacto 530 para uma das faixas mais disputadas. Oferecido apenas em versões completas (R$ 38.990 e 42.490), aposta no estilo atraente e no espaço interno, em especial atrás (assoalho plano). Materiais de acabamento, câmbio e direção precisam melhorar.

 

APESAR de só estar à venda em maio de 2015, a Subaru confia no jeito esportivo dos sedãs WRX e WRX STI para atrair visitantes ao seu estande no Anhembi. Seu visual é audacioso, embora tomada de ar sobre o capô tenha perdido algo do apelo que já empolgou no passado. Mecanicamente se destaca graças à tração 4x4 e ao motor boxer 4-cilindros turbo de 2,5 L e 305 cv.

 

ATUALIZAÇÃO estilística do Jetta e mais cinco novidades da VW: SpaceFox e Space Cross seguem agora o padrão visual do Fox, além de três series especiais (Fox Pepper com o novo motor 1,6L/120 cv, Amarok Dark Label e volta da Saveiro Surf de cabine simples). Haverá ainda um sétimo produto – Cross up! – guardado para o Salão, mas sempre previsto desde a estreia do carro em fevereiro passado.