Posto Hoje - Informação e serviços para postos de combustíveis
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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Atualizado em

15 de dezembro

de 2014

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE  A MAIS DE 8.000 POSTOS DE COMBUSTÍVEIS. FAÇA TAMBÉM SEU CADASTRO.

Ex-OGX, petroleira de Eike Batista quebra pela segunda vez

 

Na mesma semana em que a Eneva, ex-MPX, pediu recuperação judicial, outra empresa criada por Eike Batista passou a contemplar o abismo: a OGPar, ex-OGX. A petroleira, que já está em recuperação judicial, está vendo o dinheiro injetado pelos novos acionistas secar rapidamente. São dois os motivos. O primeiro é a queda do preço do petróleo. Os planos aprovados pelos credores consideravam o valor de 110 dólares por barril – hoje, está em 62 dólares. O segundo é que a produtividade do principal campo da petroleira também é menor do que a prometida. Hoje, Tubarão Martelo produz 14 000 barris diários. O combinado era algo em torno dos 19 000 barris. Com perdas de pelo menos 20 milhões de dólares por mês, a OGPar já é vista por alguns dos novos acionistas como um caso sem solução.

Leia mais emhttp://exame.abril.com.br/negocios/noticias/ex-ogx-empresa-de-eike

 

Queda do preço do petróleo ameaça retomada do etanol

 

A queda livre dos preços do barril de petróleo, que já operam abaixo de US$ 60 o barril, poderá colocar em xeque as políticas que estão sendo traçadas para dar maior competitividade ao setor sucroalcooleiro. Atoladas em dívidas, as usinas em operação no País aguardam, com muita expectativa, para o início do ano, duas medidas emergenciais que poderão dar fôlego ao caixa dessas empresas: o retorno da Contribuição de Intervenção sob o Domínio Econômico (Cide), tributo sobre a gasolina, e a elevação da mistura do etanol dos atuais 25% para 27,5% no combustível. As duas medidas, se adotadas, juntas, dariam um respiro maior ao setor. A Cide tornaria o etanol mais atraente nas bombas ao consumidor, uma vez que o tributo incide sobre a gasolina, e a alteração da mistura geraria uma demanda extra anual de 1,1 bilhão de litros pelo etanol, enxugando a oferta do produto do mercado. A grande dúvida, contudo, é como o governo federal vai equacionar essas duas questões com a queda dos preços do petróleo, segundo especialistas ouvidos pelo Estado. Os preços da gasolina praticados no País estão, em média, entre 20% e 25% maiores do que no mercado internacional. "O ponto é saber como o governo vai se posicionar. A Petrobrás precisa gerar caixa. O movimento óbvio seria a redução dos preços da gasolina ao consumidor, mas provavelmente isso não vai ocorrer", diz Plinio Nastari (foto), presidente da Datagro, consultoria especializada em açúcar e etanol.

Leia mais em

http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/1646334-queda-do-preco

 

Wayne instala Servidor de Automação de Pista em parceria com a Raízen e Ecofrotas

 

A Wayne Fueling Systems, fornecedora global de tecnologia em abastecimento, pagamento, automação e controle para postos de combustível, anuncia a instalação do servidor de automação de pista Wayne Fusion™ no Brasil. A Raízen, uma das maiores companhias de energia sustentável do mundo, juntamente com a Ecofrotas, líder em gestão de frotas no Brasil, já instalou mais de 250 sistemas Fusion em toda a sua rede de varejo, com planos de expandir para outras 150 unidades até 2015.  “A Raízen está focada em simplificar a tecnologia na pista de abastecimento para aumentar a eficiência”, disse Daniel Tobal, Diretor de Sistemas e Soluções de Pagamento da Wayne Fueling Systems. “A implantação dos servidores de automação de pista Fusion ajuda a criar uma solução comum para todas as pistas de abastecimento e oferece uma perfeita integração entre as bombas, os sistemas de ponto de venda e a interface do aplicativo central. Essa solução permite que os gestores de frota tenham melhor controle sobre consumo de combustível e ajuda a aumentar os negócios nos postos de abastecimento.” O sistema Fusion serve como ponto de integração para o Programa de Gerenciamento de Frota Expers, sistema inteligente para gerenciamento e controle de frotas de transporte e consumo de combustível. O Expers foi criado em conjunto pela Raízen e Ecofrotas, líder em gestão de abastecimento e manutenção de frotas com a maior base de clientes, veículos administrados e cobertura no país. O servidor de automação de pista da Wayne permite a Raízen implantar uma solução compartilhada entre suas pistas de forma rápida e eficiente. Fonte: Assessoria de Imprensa Wayne.

 

40º Leilão de Biodiesel da ANP negocia 667,8 milhões de litros

 

No 40º Leilão de Biodiesel da ANP foram arrematados 667,8 milhões de litros de biodiesel, sendo 98,6% deste volume oriundo de produtores detentores do selo Combustível Social. O preço médio foi de R$ 2,194/L, sem considerar a margem Petrobras, e o valor total negociado atingiu o patamar de R$ 1,47 bilhão, refletindo num deságio médio de 4,7% quando comparado com o preço máximo de referência médio (R$ 2,302/L). A apresentação das ofertas de biodiesel ocorreu em um único dia (09/12), com 40 produtores disponibilizando um volume total de 764,5 milhões de litros, sendo 98,25% de produtores detentores do selo Combustível Social. No primeiro dia de seleção das ofertas (11/12), foram arrematados 578,1 milhões de litros de biodiesel exclusivamente de produtores detentores de selo Combustível Social, em torno de 75,6% do total ofertado para todo o leilão. No segundo dia de seleção das ofertas (12/12), foram arrematados 89,7 milhões de litros de biodiesel de produtores detentores ou não de selo Combustível Social, em torno de 11,7% do total ofertado no leilão. Os Leilões de Biodiesel destinam-se a atender o disposto na Lei nº 13.033, publicada no DOU em 24/09/14, que estabelece em 7% o percentual mínimo obrigatório de adição de biodiesel ao óleo diesel vendido ao consumidor final (B7), a partir de 01/11/14. O 40º Leilão (L40) visa garantir o abastecimento de biodiesel no mercado nacional durante o período de janeiro a fevereiro de 2015, conforme diretrizes da Portaria nº 476, de 15/08/12, do Ministério de Minas e Energia, e critérios estabelecidos no Edital de Leilão Público nº 056/14-ANP. Os volumes comercializados somente serão validados após homologação pela diretoria da ANP. Fonte: Assessoria de Imprensa da ANP.

 

Petrobras adia novamente divulgação de balanço por "novos fatos" da Lava Jato

 

A Petrobras adiou a divulgação das demonstrações contábeis não auditadas do terceiro trimestre de 2014 para até 31 de janeiro, devido a "novos fatos" relacionados à operação Lava Jato que investiga um suposto esquema de corrupção na estatal. O novo adiamento foi possível porque os credores aceitaram mudanças nos termos contratuais dos bônus (covenants) que tratam dos prazos para a apresentação dos resultados, eliminando o risco de a empresa ter que pagar antecipadamente parte da dívida crescente, informou a estatal em fato relavante sexta-feira. A Petrobras divulgou apenas alguns indicadores operacionais e informações econômico-financeiras que acredita não serão afetados por eventuais baixas contábeis que possivelmente terão que ser feitas por conta dos resultados das investigações. O endividamento líquido da empresa fechou o terceiro trimestre em 261,45 bilhões de reais, aumento de 35,5 por cento em relação período do ano passado. Da dívida total de 331,7 bilhões de reais, 28,2 bilhões de reais vencem no curto prazo. Este foi o segundo adiamento da divulgação dos resultados, esperada inicialmente para o início de novembro, por conta da Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção em obras da estatal, envolvendo empreiteiras e pagamentos ilegais a políticos, que levou auditores independentes a se negarem a assinar o balanço do terceiro trimestre. O adiamento da divulgação e as incertezas relativas às investigações estão deixando a Petrobras com menos opções de financiamento de seu gigantesco plano de investimento.

Leia mais em

http://br.reuters.com/article/topNews/idBRKBN0JQ2BT20141213

Ex

ALTA RODA

Pensar, antes de decidir

 

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

A primeira refinaria do País que terá 75% de sua produção direcionada ao diesel começa agora a processar cargas (trens, no jargão próprio) de petróleo. Localizada em Ipojuca, Pernambuco, continua envolvida na confusão atual da Petrobrás e em um inexplicável aumento de custos – cerca de 10 vezes – que envergonha os brasileiros. Exige um tempo até alcançar os 200 mil barris diários de diesel, que podem diminuir, mas não eliminar de todo a dependência de importação desse derivado. Há duas novas refinarias projetadas, sem data nem de início das obras.

 

Esse acontecimento traz à discussão o momento de liberar o uso de diesel em automóveis no Brasil. Existe até lobby de produtores de autopeças em esforço de convencimento, porém curiosamente nenhuma fábrica de veículos. Mais curioso ainda foi a decisão do governo francês, anunciada semana passada, de desestimular veículos de passeio a diesel. Na França 70% das vendas de modelos novos das marcas locais, Citroën, Peugeot e Renault, se concentram em motores diesel. Será estreitada a diferença de preço para a gasolina e tomadas as providências para diminuir a frota que usa o mesmo combustível de caminhões, ônibus, trens e outros veículos e máquinas comerciais.

 

Note-se que o governo tem 15% das ações da Renault e 14% da PSA Peugeot Citroën. Ambas se queixaram de perda de competitividade, maior dificuldade em atender as emissões de CO2 (gás carbônico), mas nada se reverteu. No entanto, utilização de turbocompressor em motores a gasolina de menor cilindrada (chamado de downsizing) vem tirando a desvantagem de consumo e de nível de torque frente aos a diesel. Mesmo na França é preciso rodar 20.000 km por ano para valer a pena porque um automóvel a diesel tem custos (e preços) até 10% superiores. Com essa rentabilidade camarada é fácil compreender a existência de lobbies, mesmo que desbalanceie a estrutura de refino de combustíveis.

 

Nos EUA, o governo também “atrapalha” a dieselização de veículos leves e autorizou apenas gasolina no programa de forte redução de consumo (e também de CO2) até 2022. Como sobra diesel no país exportam para a Europa que, há décadas, investiu nesse combustível para se defender dos carros japoneses a gasolina.

 

Quanto ao Brasil, existe o etanol nessa equação, alternativa capaz de reduzir em 80% as emissões de CO2 no ciclo fechado da produção ao consumo. Se liberado diesel indiscriminadamente para automóveis, emissões de gás carbônico aumentarão, autossuficiência em diesel ficará difícil de alcançar e tornará ainda menos rentável produzir etanol – cerca de 50 usinas já fecharam.

 

Ao contrário do que se pensa, há poucos estímulos no Brasil para etanol. Cide, por exemplo, incide apenas sobre gasolina, mas foi zerada para “combater a inflação”. Propulsor de 1 litro responde por quase metade das vendas e tem a mesma alíquota de IPI para flex ou gasolina. IPVA, idem, para gasolina ou flex, enquanto motor só a etanol tem alíquota apenas 1% menor.

 

Colocar o diesel com Arla 32, contaminável por água depois de 30 dias armazenado e biodiesel de várias fontes como quarto combustível (somado o GNV), precisa ser muito bem pensado e pesado

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RODA VIVA

 

CASO as vendas em 2014 caiam um pouco menos de 10% frente a 2013 já será um pequeno alívio. Ao longo deste ano atípico se temeu queda ainda maior. Estoques voltaram a subir de 40 para 42 dias entre outubro e novembro. Este mês se espera pequena reação pela maior oferta de crédito e compras antecipadas para fugir do aumento do IPI em janeiro próximo.

 

FORD antecipou, sem pormenores, que terá oito novidades em 2015, sendo duas em caminhões leves. Já se tem como certo reestilizações de Focus (hatch e sedã), Ranger (cabines simples e dupla), nova geração do crossover Edge (estreia em janeiro no Salão de Detroit) e, a concluir o processo de homologação, o Mustang.

 

ARGENTINO Citroën C4 Lounge 2015 tem versões intermediárias e de topo com primeiro motor turboflex, 1,6 L, do segmento de médios-compactos. Importado da França e desenvolvido em conjunto com engenharia brasileira, ganha 7 cv (agora, 173 cv) quando abastecido a etanol. Câmbio automático também foi melhorado e o conjunto impressiona bem. Preços: R$ 78.790 a 85.490.

 

NISSAN não importará o Nissan GT-R, de 545 cv e nada menos de 64 kgfm, pela dificuldade de homologar e nem tanto pelo preço que seria competitivo (menos de R$ 500 mil) em relação ao desempenho excepcional. Afinal, baixar de três segundos de 0 a 100 km/h o coloca em um clube que se conta os sócios pelos dedos de uma mão. Sua produção muito limitada também é empecilho

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EMPRESAS de rastreamento estão se sofisticando. A Ituran, multinacional israelense, já oferecia seguro total contra furto/roubo de veículo que usasse seu sistema e não fosse recuperado. Agora agregou também seguro contra danos materiais e físicos a terceiros, cobertura acessível e muitas vezes pouco valorizada. A empresa espera atrair mais clientes das classes C e D.