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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Atualizado em

08 de fevereiro

de 2016

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE  A MAIS DE 8.000 POSTOS DE COMBUSTÍVEIS. FAÇA TAMBÉM SEU CADASTRO.

Prepare-se para uma nova disputa nas estradas: am/pm x Graal

 

Já faz algum tempo que a Ipiranga deixou de ser apenas uma rede de postos de combustíveis e se tornou também uma varejista de conveniência – não foi à toa que o bordão "pergunta no posto Ipiranga" pegou. Agora, a empresa quer diversificar ainda mais seu negócio. Ela acaba de lançar um modelo de loja am/pm para rodovias, que tem tudo para disputar as estradas com grandes redes como Graal e Frango Assado. Como as rivais, a nova am/pm oferece, além dos produtos e serviços tradicionais, refeições completas feitas na hora, sanduíches, pizzas e padaria, quase tudo aberto 24 horas por dia. Wi-fi grátis, lounges para o cliente descansar, banheiros amplos e um "espaço Kids" para entreter as crianças também foram incluídos na novidade. Batizado de am/pm Estação, o conceito foi desenhado para parecer um "lugar completo". "Queremos atender tanto o caminhoneiro e o motorista de carro quanto o morador das redondezas do posto", disse Jerônimo Santos, diretor de varejo da Ipiranga, em entrevista a EXAME.com. A primeira unidade já foi inaugurada. Ela fica no quilômetro 179 da rodovia Presidente Dutra e tem 1.385 metros quadrados – área 25 vezes maior do que a de uma am/pm tradicional, de 55 metros quadrados, em média. Essa loja emprega 39 pessoas, enquanto as demais têm cerca de 11 funcionários. Também contará com 180 itens de marca própria, 50 produtos a mais que os disponíveis nas lojas originais.

Lei mais em  http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/prepare-se-para-uma-no

 

Produção de biodiesel cresce 15% no Brasil em 2015, informa Abiove

 

A produção nacional de biodiesel alcançou 3,9 bilhões de litros em 2015, um crescimento de 15% em relação a 2014, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Esse resultado deve ser suficiente para manter o Brasil na 2ª colocação no ranking mundial de produtores de biodiesel, atrás apenas dos EUA, e reflete, em grande parte, mudança ocorrida na legislação há pouco mais de um ano, que determina participação mandatória de 7% de biodiesel no volume total de diesel comercializado no Brasil. A região Centro-Oeste respondeu por 44% de todo o biocombustível fabricado, seguido das regiões Sul (39%) e Sudeste (7%). A maior produção de biodiesel, assim como a queda no consumo total de diesel, da ordem de 5%, frente a 2014, levaram as importações de diesel fóssil a um recuo de aproximadamente 38%, também em comparação com 2014. Com isso, a participação do diesel importado no total de diesel vendido no Brasil caiu de 19%, em 2014, para 12%, em 2015. Embora a produção de biodiesel tenha sido de 3,94 bilhões de litros, em 2015, os dados da ANP mostram que a indústria nacional tem capacidade instalada para produzir 7,3 bilhões de litros por ano. Isso significa que o Brasil poderia aumentar, imediatamente, a mistura de biodiesel para, pelo menos, B12 (12%). Fonte: Assessoria De Comunicação Abiove.

 

EUA estão ficando sem espaço para estocar petróleo

 

A capacidade dos Estados Unidos de estocar petróleo está próxima do limite. Segundo a Energy Information Association (EIA), agência do governo respponsável pela coleta de informações sobre o mercado de energia, os EUA têm hoje 503 milhões de barris de óleo cru estocados, o maior nível nos últimos 80 anos. Boa parte desse volume está em Cushing, no estado de Oklahoma, destino da maior parcela do petróleo produzido no país. Lá estão 64 milhões de barris, ou 87% da capacidade total do local. A produção americana está acelerada, em um cenário de fortíssima desvalorização da commodity. Entre junho de 2014 e hoje, a cotação do petróleo despencou de 104 dólares o barril para menos de 30 dólares. Com produção e estoques em alta, o presidente americano Barack Obama assinou em dezembro a lei que derrubou a proibição de exportação de petróleo. A regra que impedia as vendas de óleo ao exterior vigorou por 40 anos.

Lei mais em  http://veja.abril.com.br/noticia/economia/eua-estao-ficando-sem-es

 

Selo Energia Verde: mais de 50 usinas certificadas pelo programa de bioeletricidade

 

Em pouco menos de um ano, 51 usinas geradoras de energia elétrica limpa e renovável a partir da biomassa da cana-de-açúcar já receberam o Selo Energia Verde, emitido pelo Programa de Certificação de Bioeletricidade. Este Selo foi uma iniciativa pioneira, em janeiro de 2015, da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) em cooperação com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e apoio da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (ABRACEEL). Ao longo de 2016, as unidades detentoras desta certificação estimam que produzirão para o Sistema Interligado Nacional (SIN) aproximadamente 10 TWh, equivalente a 11,4% da geração total da usina de Itaipu em 2015. O gerente em Bioeletricidade da UNICA, Zilmar José de Souza, ressalta que o potencial técnico da biomassa da cana pode ir além e alcançar quase duas usinas do porte de Itaipu, com geração de 165 TWh até 2024. “Este projeto de certificação contribuirá para divulgarmos cada vez mais as externalidades positivas desta fonte, que além de trazer segurança energética para o Brasil, evita a emissão de CO2. Em 2015, a energia elétrica produzida pela palha e bagaço da cana para a rede elétrica, em geral, significou evitar a emissão de 10 milhões de toneladas de CO2, quase 15% de toda a emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) pelo SIN em 2014”, observa o executivo. Fonte: Assessoria e  Imprensa da Única.

 

Lucro da Royal Dutch Shell cai 57% no 4º trimestre, a US$ 1,8 bilhão

 

A Royal Dutch Shell anunciou hoje que teve lucro com base nos custos de suprimentos de US$ 1,8 bilhão no quarto trimestre de 2015, 57% menor que o ganho de US$ 4,2 bilhões registrado em igual período do ano anterior. Essa medida é semelhante ao lucro/prejuízo líquido divulgado por petrolíferas norte-americanas. Como outras empresas do setor, a petroleira anglo-holandesa foi prejudicada pela forte queda dos preços do petróleo. Em todo o ano de 2015, o lucro da Shell recuou 80%, a US$ 3,8 bilhões, de US$ 19 bilhões em 2014. Os resultados marcam o último balanço antes que a Shell conclua a aquisição do BG Group, por cerca de US$ 50 bilhões, no próximo dia 15. O executivo-chefe da Shell, Ben van Beurden, comentou que a transação será "o início de um novo capítulo na Shell, rejuvenescendo a companhia e melhorando os retornos dos acionistas". Fonte: Dow Jones Newswires.

Lei mais em  http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20160204/lucro-ro

 

 

 ALTA RODA

Pressa inimiga da perfeição

 

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

No primeiro mês de 2016 as notícias sobre o mercado são piores do que se esperava. A queda de quase 40% sobre janeiro de 2015 fez recuar as 153.000 unidades vendidas a números de nove anos trás. Explicações são várias: antecipação de compras para aproveitar oportunidades, utilização do 13º salário aumentou o valor da entrada e assim para pagar menos juros, além de disputa entre os fabricantes no fechamento do exercício anual com novos bônus e descontos extras.

 

Fenabrave, associação nacional das concessionárias, lembrou que em janeiro de 2015 ainda havia automóveis faturados com IPI reduzido. “Os resultados de janeiro não devem ser balizadores para as projeções de 2016. Mês é atípico historicamente e carrega aspectos negativos que não se repetem ao longo do ano.”

 

Bem, esses são argumentos tangíveis, juntamente com a falta de confiança dos compradores e as crises política e econômica. Mas o que preocupa de verdade são fatores intangíveis. A região da grande São Paulo responde por cerca de 22% das vendas de todo o País. Proprietários de carros estão apavorados em guiar na maior cidade do Brasil. Existe um cerco e uma atribuição de culpa do automóvel completamente irracional e estressante que vão desde criação de faixas de ônibus à direita sem critérios (diferente dos poucos e racionais corredores à esquerda) ou ciclovias que levam do nada a lugar nenhum sempre em detrimentos de faixas de circulação de veículos ou de estacionamento. Há outros:

 

¾Companhia de Engenharia de Tráfego antecipou para outubro de 2015, com óbvio viés político, a estatística apontando a velocidade média menor na cidade ter diminuído as mortes nos trânsito em 30,7%. Só que o consumo de combustível caiu em 15% e, portanto, retirou carros das ruas.

 

¾São Paulo não é Manhattan, em Nova York, onde as pessoas fervilham em torno dos carros e a velocidade foi reduzida para 40 km/h em parte da cidade. Ciclovias lá são pouco usadas.

 

¾Prefeitura instalou contadores de bicicleta na mais segura e racional ciclovia da cidade. Nas inúteis, nem pensar.

 

¾Faixas de ônibus à direita em São Paulo têm sinalização do solo entrecortada por onde carros podem sair à direita ou acessar essas as vias em grande parte improvisadas ou inúteis em custo-benefício na fluidez geral do trânsito. E há inúmeras saídas de garagens, estacionamentos e comércios no meio da quadra que sujeitam o motorista a multa máxima de sete pontos (antes de cinco pontos). Essas faixas de ônibus entrecortadas estão se apagando e não são repintadas, além de haver em muitas delas horários em que os carros podem circular, mais para confundir do que ajudar.

 

¾Vias de 50 km/h são de repente diminuídas para 40 km com apenas uma placa e um radar 20 metros depois.

           

Em São Paulo há algumas frases educativas em uns poucos painéis de avisos de trânsito. Uma delas muda o conhecido dito popular “pressa é inimiga da perfeição” por “pressa é inimiga da direção”. Se for só frase de efeito, melhor “pressa é inimiga da inteligente ação”.

 

Se possuir carro quase se tornou crime na maior cidade do País por que o motorista vai trocar por um modelo novo ou pouco usado, mais seguro e menos poluidor?

 

RODA VIVA

 

FONTES desta coluna indicaram atraso do terceiro produto da fábrica FCA, em Goiana (PE). O projeto Jeep 551 será um SUV com base na picape Fiat Toro. Produção pode começar só em 2017, de acordo com recente declaração de Sergio Marchionne, presidente mundial da FCA, sem citar diretamente o adiamento ao falar sobre planos no Brasil.

 

JETTA é primeiro carro não premium parcialmente montado no Brasil (versão intermediária, 60% das vendas, sai de São Bernardo do Campo) em que todos têm motor turbo de 1,4 L ou 2 litros. Pelo elevado torque de 25,5 kgfm a partir de apenas 1.500 rpm, o motor menor anda mais e bebe menos que o 2-litros aspirado anterior. Ainda não é flex pela arquitetura diferente da do Golf.

 

SEGUNDA geração do Audi Q7, além de mais sofisticada e 325 kg a menos de massa, lança novos recursos de segurança e conforto. Acionamento da terceira fileira de banco para dois passageiros (opcional) é elétrico. Parte de R$ 399.990 e chega a R$ 489.490. Esterçamento das rodas traseiras ajuda em baixa velocidade, nas mudanças de direção e em curvas ao se andar mais rápido.

 

BOM SINAL: Cesvi indica crescimento de 22,3%, em 2015 sobre 2014, do sistema de controle de estabilidade (ESC, em inglês), de série, em modelos de veículos leves no Brasil, nacionais e importados (no caso estes são maioria). Análise é qualitativa não quantitativa: carros mais baratos, aplicação bem menor.

 

ENTRE os cuidados na compra de carros usados está o histórico legal sobre adulterações de chassi, alertas de roubo, alienações, multas e débitos, participações do veículo em leilões e também no caso de sinistros com perda total (no jargão, PT). No site www.boavistaservicos.com.br/servicos/certocar informações podem ser obtidas por R$ 19,00. Há versão mobile também.

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