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INFORMAÇÕES E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

18/09/17

 

Estudo atribui ao “Dieselgate” 5.000 mortes por ano na Europa

 

A manipulação dos motores planejada pelas montadoras para que os veículos parecessem mais ecológicos pode ter causado 5.000 mortes apenas na Europa, indica um estudo publicado nesta segunda-feira. Os números estão em sintonia com previsões anteriores sobre o número de falecidos em consequência do grande escândalo “Dieselgate”, revelado em 2015 quando a Volkswagen admitiu a manipulação dos motores. Desde então, outras montadoras estão sob suspeuspeita. Em maio, um estudo da revista científica Nature calculou que o “excesso” de emissões poluentes dos veículos as diesel teria provocado em todo o mundo 38.000 mortes prematuras em 2015. O novo estudo, publicado pela revista Environmental Research Letters, se concentra na incidência na Europa. Um grupo de pesquisadores da Noruega, Áustria, Suécia e Holanda calculou que a cada ano 10.000 mortes na Europa podem ser atribuídas a micropartículas emitidas por veículos leves que funcionam a diesel. Quase metade das mortes poderiam ser evitadas, caso as emissões de óxido de nitrogênio fossem ajustadas aos testes de laboratório. Atualmente a Europa tem quase 100 milhões de carros a diesel, o dobro que o restante dos países, de acordo com os cientistas.

Leia mais em: http://istoe.com.br/estudo-atribui-ao-dieselgate-5-000-mortes-por-a

 

Brasil deve antecipar mistura de 10% de biodiesel no diesel para 2018, diz secretário

 

O governo brasileiro vai anunciar oficialmente até o fim deste ano a antecipação, para março do ano que vem, do aumento da mistura de biodiesel no diesel dos atuais 8 para 10 por cento, disse sexta-feira o secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Márcio Félix. "A decisão de aumentar está tomada, só falta formalizar... até dezembro, no máximo, sai", disse Félix a jornalistas após participar de um evento da FGV Energia. A medida deve beneficiar especialmente a indústria de soja, que responde pela maior parte da matéria-prima utilizada para a fabricação de biodiesel no Brasil. O secretário afirmou que a próxima reunião do CNPE está marcada para dezembro, mas existe a possibilidade de haver um encontro extraordinário para tratar desse e de outros temas, como, por exemplo, a atualização do contrato da Cessão Onerosa com a Petrobras. A ideia é que o anúncio sobre a mistura seja feito o mais rápido possível para que haja tempo de a indústria de fornecedores e, especialmente a automotiva, se preparar. A perspectiva anterior era que o chamado B-10 entrasse em vigor em março de 2019, mas ele será antecipado em um ano.

Leia mais em:https://www.terra.com.br/economia/brasil-deve-antecipar-mistura-d

 

Produção da Petrobras cai em agosto com menor extração no pré-sal e exterior

 

A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras em agosto foi de 2,72 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 2,61 milhões boed produzidos no Brasil e 107 mil boed no exterior. A produção média de petróleo no país foi de 2,11 milhões de barris por dia (bpd), em linha com o volume de julho. A produção de gás natural no Brasil, excluído o volume liquefeito, também se manteve estável em relação ao mês anterior, com 79,9 milhões de m³/d. O aproveitamento do gás produzido nas plataformas operadas pela Petrobras atingiu a marca de 96,8%, representando um novo recorde mensal. Em agosto, a produção de petróleo e gás natural operada pela Petrobras (parcela própria e dos parceiros) na camada pré-sal foi de 1,57 milhão boed, volume 2,5% abaixo do mês anterior. Esse resultado se deve, principalmente, às paradas programadas dos FPSOs Cidade de Maricá e Cidade de Itaguaí, ambos instalados no campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos. A produção de petróleo nos campos do exterior foi de 62 mil bpd, volume 4,9% abaixo do mês anterior. A produção de gás natural foi de 7,8 milhões de m³/d, 7,2% abaixo do volume produzido em julho de 2017. Esse desempenho resultou, principalmente, do fechamento de poços em campos produtores nos EUA durante a passagem do furacão Harvey. Fonte: Assessoria de Imprensa Petrobras.

 

 

Shell anuncia investimento de US$ 2 bilhões por ano no Brasil até 2020

 

O diretor de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da Royal Dutch Shell no Brasil, Flávio Rodrigues, informou que a companhia irá investir um montante de US$ 2 bilhões por ano no país até 2020. O executivo deixou claro, porém, que o capital em questão não inclui os valores a serem investidos em novos blocos em leilões de concessão sobre áreas de petróleo e gás. Vale lembrar que a Shell já se encontra entre as empresas inscritas para a 14ª Rodada de Licitação de Áreas de Petróleo e Gás, que vai ofertar 287 blocos em bacias sedimentares marítimas e terrestres ao redor do Brasil.

Leia mais em:http://girobusiness.com.br/shell-anuncia-investimento-de-us-2-bilhoe

 

Exxon mira Brasil após revés no pré-sal e parceiros

 

A gigante americana Exxon Mobil segue em negociação com a Petrobras, segundo pessoas familiarizadas com as discussões que pediram para não serem identificadas porque as negociações são privadas. Um possível acordo pode resultar em parceria estratégica envolvendo diferentes ativos, incluindo participação conjunta em leilões de petróleo e na área da cessão onerosa, segundo as pessoas. A parceria estratégica poderia incluir ativos de downstream, como terminais de importação no Nordeste, onde a Exxon desafogaria combustíveis produzidos no Golfo do México, segundo Adriano Pires, analista da CBIE. A Exxon tem interesse nos leilões de petróleo do Brasil, disse Jeffrey Woodbury, vice-presidente de relações com investidores, em teleconferência anteriormente. A empresa se inscreveu para 14ª rodada sob regime de concessão, disse ANP. Os leilões estão previstos para em 27 de outubro. O governo estuda leiloar o excedente da cessão onerosa em 2018.

Leia mais em: http://exame.abril.com.br/negocios/exxon-mira-brasil-apos-reves-no

 

Royal FIC é destaque na edição Melhores e Maiores em 2017

 

Pelo quinto ano consecutivo, a Royal FIC (Fic Petróleo) aparece no levantamento Melhores e Maiores da revista Exame (Editora Abril), lançado em agosto de 2017. No setor de trading companies, atacadistas e distribuidores de combustível, a empresa ocupa o 2º lugar na categoria Crescimento – que considera o aumento de vendas líquidas do ano – com índice de 53,6%. No ranking, a Royal FIC teve, ainda, bom posicionamento em categorias como “Riqueza criada por empregado”, “As que mais cresceram”, “Comércio por vendas”, além de 200 Maiores Grupos e 500 Maiores em Vendas – nesta, saltando da posição 274 para 153, em relação ao ano anterior. Os resultados reforçam a missão da empresa em levar combustível de qualidade para os mais diversos negócios em várias regiões do Brasil, e sua visão de ampliar constantemente a cobertura de clientes e regiões, desenvolver colaboradores e parceiros, e manter investimento constante em relacionamentos de longo prazo. No mercado há mais de duas décadas, a Royal FIC nasceu em Paulínia (SP), Região Metropolitana de Campinas (RMC), importante polo petroquímico. Atualmente, conta com mais de 20 bases de distribuição em diversos pontos do País, o que permite cobertura em boa parte do território nacional, além de frota própria com rastreamento 24 horas. Entre os diferenciais, a empresa se destaca pela logística, que garante flexibilidade e agilidade para carregamento, e o foco no desenvolvimento de colaboradores.

Leia mais em: http://www.setorenergetico.com.br/empresas/royal-fic-e-destaque-

 

 

 ALTA RODA

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Convergência necessária

 

Se alguém ainda duvidava, os resultados da indústria nos três principais indicadores – vendas internas, produção e exportação – ao final de agosto apontaram recuperação sem qualquer viés de baixa ou reversão das expectativas. Em comparação aos sete primeiros meses do ano passado, os percentuais são positivos: 5,3%, 25,5% e 56,1%, respectivamente. Os números se referem a automóveis e comerciais leves e pesados.

 

Desempenho do mercado interno ainda tem muito a melhorar, pois a média diária de vendas em agosto foi de 9.415 unidades. Quando o ritmo sustentável subir para mais de 10.000 veículos/dia, pode-se concluir que o crescimento é autossustentável. Como as exportações estão subindo bem mais que o esperado, deve ajudar na recriação de empregos e realimentar a demanda interna.

 

A Anfavea revisou para cima as projeções deste ano. Em relação aos três indicadores citados, a entidade espera que 2017 supere 2016 em 7,4%, 25,2% e 43,3%, respectivamente. No início de 2017, quando o pessimismo era grande, esta coluna previu 9% de crescimento nas vendas internas no fechamento do ano ao analisar os números ruins de 2016.

 

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Depois de queda acumulada de quase 50% em três anos a reação deveria acontecer mesmo. Se as sucessivas crises políticas não tivessem atrapalhado as reformas econômicas – até agora concluídas parcialmente – o resultado poderia ser melhor. Basta olhar a Argentina, onde o mercado interno cresceu 30% de janeiro a agosto sobre igual período de 2016 na esteira de mudanças de rumo na economia.

 

O que pode ajudar muito é a convergência de boas decisões entre os dois países. Basta um simples exemplo: Argentina decidiu harmonizar as exigências de segurança veicular e considerar o mesmo prazo de 2020 para adoção simultânea com o Brasil do ESC (sigla em inglês para Controle Eletrônico de Estabilidade) nos carros de projetos novos e 2022 para todos os demais à venda. Seria muito bom que, em contrapartida, o Brasil passasse a exigir engates Isofix para bancos infantis já obrigatórios no outro lado da fronteira.

 

Fato de grande relevância seria ambos terem regras em comum tanto em itens de segurança quanto em consumo de combustíveis e emissões, guardadas as diferenças pontuais. O programa brasileiro Rota 2030, a ser anunciado até novembro, poderia se tornar o ponto de partida para esse ajuste de médio e longo prazo. Com uma produção conjunta de cinco a seis milhões de unidades anuais dentro de cinco a seis anos, Brasil e Argentina alcançariam escala de peso. Poderiam exportar para mercados sul-americanos e de outros continentes de forma competitiva.

 

De acordo com a Anfavea, bastaria o Brasil manter a cotação do dólar, nos próximos anos, entre R$ 3,20 e 3,40 para que continuasse competitivo fora das fronteiras e pudesse importar componentes de tecnologia de ponta a preço compatível para os veículos aqui produzidos. Forçar uma modernização sem critérios técnicos foi um dos erros do programa Inovar-Auto que termina em 31 de dezembro próximo, conforme previsto, porém sob contestação da Organização Mundial do Comércio.

 

RODA VIVA

 

HATCHES médios-compactos como Cruze, Focus e Golf estão cada vez mais sob pressão de SUVs. Assim, a VW não será a única a produzir um utilitário esporte desse porte na Argentina. Há fortes rumores de que a GM também aproveitará sua fábrica no país vizinho para entrar na disputa, dentro de três anos, pressionando ainda mais a segmento de hatches e até de sedãs.

 

VOLKSWAGEN oficializou (como antecipado aqui) que o Gol volta a ser produto de entrada a preço pouco inferior ao do up!. O modelo veterano torna-se alternativa aos subcompactos Mobi e Kwid por oferecer mais espaço interno e diferença de custo relativamente pequena. Fox teve enxugamento de versões. Tal realinhamento prepara chegada do Polo às concessionárias no fim de outubro.

 

COMO alternativa aos SUVs espaçosos de sete lugares, Citroën Grand C4 Picasso oferece dirigibilidade refinada e resposta em curvas segura por ter centro de gravidade mais baixo. Luminosidade interna e visibilidade à frente e lateral destacam-se. Bancos são bem confortáveis, mas motorista demora até não esbarrar no comando do limpador ao acionar minialavanca do câmbio.

 

FINALMENTE, autoridades regulatórias europeias adotam métodos atualizados de medição e homologação de consumo e emissões para todos os veículos fabricados no continente. Referência anterior fugia muito do mundo real, se comparada aos números nos EUA e no Brasil. Também exige teste de emissões fora de laboratórios, um avanço significativo de credibilidade.

 

MAIS um fabricante, dessa vez Jaguar Land Rover, aposta na eletrificação em lançamentos a partir de 2020. Isso não significa que todos os novos modelos serão elétricos, mas que poderão ter um motor elétrico associada ao a combustão, ou seja, híbridos recarregáveis em tomadas ou não. Essa flexibilidade permitirá custos mais acessíveis ao consumidor e uma transição menos arriscada.

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