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28/11/16

Petrobras anuncia investir R$ 32,2 bilhões no Espírito Santo até 2021

 

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, anunciou sexta-feira (25) que o Espírito Santo vai voltar a receber investimentos da petrolífera e garantiu que nos próximos cinco anos serão R$ 32,18 bilhões em injeção de  recursos no estado, seja para custeio ou seja para a realização  de  novos projetos. A informação foi divulgada durante a abertura do 11º  Encontro  de  Lideranças Empresariais, em Pedra Azul. O evento é realizado pela Rede Gazeta e reúne empresários, executivos, especialistas e autoridades para discutirem as perspectivas da política e da economia do estado e do país. Durante o primeiro dia de encontro, Parente apresentou um panorama sobre a indústria petrolífera no Brasil e no mundo. Ele citou os desafios ligados ao preço do barril do Brent,  ao excesso de  estoque de petróleo no mundo, à elevação dos custos na indústria. Parente também mencionou o desafio de superar a grande crise enfrentada pela Petrobras nos últimos anos, fruto da má gestão e da corrupção investigada pela Operação Lava Jato. Foram divulgados os valores de desembolso do Planode Negócios para o Espírito Santo, que desde 2014 não são detalhados regionalmente pela estatal. O executivo comparou o plano atual, de 2017 a 2021, com o de  2012 a 2016. “A previsão de dispêndios da Petrobras no Espírito Santo para os próximos cinco anos no plano é maior do que era previsto em cerca de 50%”, declarou.

Leia mais em  http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2016/11/petrobras-vai-inv

 

IPEM-SP autua 10% dos postos de combustíveis fiscalizados durante operação especial no Estado de São Paulo

 

Durante a Operação “Olhos de Lince”, realizada no período de 21 a 24 de novembro, em postos da Capital, no Grande ABC, Baixada Santista, Campinas e região, e Ribeirão Preto, as equipes do IPEM-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo) fiscalizaram 190 postos, sendo 19 (10%) autuados por apresentarem irregularidades No total foram verificadas 3151 bombas sendo 142 (5%) irregulares. Durante a semana, foram encontradas fraudes em três postos, um na capital, na Praia Grande e Santo André. A operação foi organizada pela ANP e Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, em parceria com a Secretaria da Fazenda, e envolveu também, além do IPEM-SP, o Procon, Polícia Civil, por meio do Departamento de Polícia de Proteção ao Cidadão (DPPC), e Secretaria da Fazenda. O objetivo da operação conjunta foi identificar fraudes na quantidade e na qualidade dos produtos comercializados, sonegação de impostos e possíveis outras irregularidades que lesem o consumidor e o Estado. O posto com irregularidade terá dez dias para apresentar defesa junto ao IPEM-SP. De acordo com a lei federal 9.933/99, as multas podem chegar a R$ 1,5 milhão. Além de autuar o posto, o instituto irá apurar a responsabilidade da oficina encarregada da manutenção das bombas de combustíveis. Caso seja comprovado, a oficina poderá ter sua autorização cassada. Fonte: Imprensa IPEM-SP.

 

Unica diz que decisão dos EUA sobre etanol é sinal positivo

 

A presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Elizabeth Farina, disse que a Agência Ambiental dos Estados Unidos (EPA, na sigla em inglês), ao estabelecer um volume final de biocombustíveis avançados para 2017 maior do que o proposto no requerimento do último mês de maio, destacou a grande importância dos benefícios econômicos e ambientais gerados pela utilização dos biocombustíveis. "Os produtores brasileiros de etanol de cana reconhecem a importância da EPA por sua liderança e apoio aos combustíveis renováveis avançados, categoria em que se enquadra o etanol de cana-de-açúcar brasileiro", disse em nota. "Com as condições de mercado adequadas, o Brasil tem capacidade de prover aos EUA quantidades significativamente maiores de biocombustível avançado do que os mais de 750 milhões de litros determinados pela regra da EPA para 2017. Juntos, Brasil e EUA têm construído um mercado global de biocombustíveis", afirmou.

Leia mais em  http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/Cana/noticia/

 

Cosan e Shell acertam alterações em parceria na Raízen

 

A Cosan e a Shell acertaram acordo para alterar as condições de participação das duas companhias na empresa de combustíveis Raízen, modificando termos de opções de compra e venda de ações que estavam previstas para serem exercidas em 2021 e 2026. Pelo acordo, os novos termos permitem o exercício das opções em "situações específicas", que não foram informadas pelas companhias no comunicado divulgado ao mercado quarta-feira (23). Cosan e Shell também decidiram renovar o período em que não podem se desfazer das ações (lock up) da Raízen por mais 5 anos.

Leia mais em  http://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2016/11/epoca-ne

 

ANP utiliza kit que permite identificação imediata de adição irregular de metanol

 

A ANP está utilizando, pela primeira vez, um kit que permite a identificação imediata de indícios de adição irregular de metanol ao etanol e à gasolina durante a ação de fiscalização. Antes, a presença da substância em volume maior que o percentual permitido de 0,5% só podia ser detectada em laboratório. O equipamento foi utilizado por uma das equipes da Agência que em força-tarefa que também contou com a participação do  Instituto de Pesos e Medidas (Ipem-SP), Procon e Secretaria da Fazenda do Estado de SP, com apoio da Policia Civil. Para fazer o teste, os fiscais colhem a amostra do combustível fornecido pelas bombas de abastecimento e adicionam um reagente. Quando a coloração da amostra fica mais escura do que o padrão, há presença de metanol em quantidade acima da permitida. Nestes casos, o posto é interditado cautelarmente. Se a irregularidade for confirmada em laboratório, será aberto processo administrativo que pode resultar em multa de R$ 20 mil a R$ 5 milhões. Fonte: Imprensa ANP.

 

 

 

ALTA RODA

Indústria aos 60 anos

 

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Poucos atentaram, pelo fato de o Salão do Automóvel de São Paulo ter drenado muito da atenção de todos. Mas no penúltimo dia da exposição, em 19 de novembro, completaram-se seis décadas do primeiro carro fabricado no Brasil sob as regras de nacionalização (por peso) anunciadas em 16 de maio de 1956. Era uma DKW F91 Universal, station de origem alemã, duas portas, ainda com índice quase simbólico de componentes produzidos em São Paulo pela Vemag, empresa de capital nacional. Batizada depois de DKW Vemaguet, apenas 156 unidades puderam ser montadas até o final daquele ano.

 

Sempre existirá a polêmica sobre se o Romi-Isetta foi o primeiro automóvel de produção brasileira. Modelo revolucionário para a época, com apenas uma porta e sem espaço para bagagem, transportava só dois passageiros e esta limitação (não o número de portas) o deixou de fora dos incentivos do governo federal. O microcarro não convencional, de fato, saiu na frente, em 5 de setembro do mesmo ano. Sua relevância histórica, porém, continua relativa.

 

O crescimento da indústria automobilística foi lento, pois dependia do poder aquisitivo dos compradores e das condições econômicas do país, entre elas a dificuldade com o processo inflacionário e a opção governamental de taxar os automóveis em nível inexistente no mundo. Apenas em 1978 conseguiu romper a barreira de um milhão de veículos produzidos por ano.

 

Como costuma ocorrer, houve ciclos bons e ruins do mercado. A década de 1990, porém, foi marcada por uma segunda fase de expansão, pois até então o mercado de veículos era dividido pelas três marcas pioneiras – Ford, Chevrolet e Volkswagen –, além da Fiat, estabelecida em 1976.

 

Por problemas gerados pela crise do petróleo de 1973 e falta de divisas, o governo lançou o Proálcool em 1975 e no ano seguinte suspendeu a importação de qualquer veículo. Somente em 1990 automóveis importados voltaram ao País. Existe a tendência de apontar esse marco com mais importância do que realmente teve.

 

Outras três decisões, somadas, alcançaram peso bem maior: fim da superprotecionista lei de informática e do controle de preços, além do programa do carro popular de 1993 e das câmaras setoriais que destravaram o mercado interno. Um programa de atração de novos investimentos na Argentina levou o Brasil a criar também incentivos. Chegaram Renault, Honda, Toyota, Mercedes-Benz e Peugeot-Citroën.

 

O país precisou de 26 anos para ultrapassar a barreira de dois milhões de veículos produzidos anualmente, em 2004, sem contabilizar unidades desmontadas para exportação. Apenas quatro anos depois, já passávamos dos três milhões. Havia sinalização de que este ano deixariam as linhas de montagem mais de quatro milhões, mas com sorte vamos retornar ao patamar de 2004.

 

A crise atual é a terceira de alta gravidade pela qual passa a agora sexagenária indústria automobilística. Ao longo desse período marcas saíram e voltaram, produzindo ou importando, e as nacionais não sobreviveram. O potencial de crescimento, no entanto, continua intacto. Com a quinta maior população mundial, voltaremos em ano ainda incerto a ser o quarto mercado mundial e, quem sabe, quinto ou sexto produtor.

 

RODA VIVA

 

NOVO EcoSport finalmente chegará aos EUA no final de 2017, depois de mais de uma década de negativas. Modelo apresentado agora no Salão de Los Angeles é igual ao que será fabricado aqui no segundo trimestre do próximo ano, mas manterá estepe externo. Voltará o câmbio automático convencional, no lugar do atual automatizado de duas embreagens.

 

ORGANIZAÇÃO Internacional de Construtores de Automóveis (OICA) revelou uma pesquisa indicando que 67% dos entrevistados entendem o primeiro carro como uma das principais conquistas da vida. Assim, sugeriu certa imprecisão de outras pesquisas sobre o aparente desinteresse dos jovens em dirigir. Haveria um momento em que a necessidade ou o desejo falaria mais alto.

 

IMPRESSIONA ao volante como carro, tem estilo de station com maior altura de rodagem (21 cm), motor de seis cilindros horizontais opostos de 260 cv e tração 4x4 permanente. Subaru Outback acrescenta espaço interno e para bagagem que deixam alguns SUVs com inveja. Desenho apresenta-se conservador e algo generalista. Precisaria também perder algum peso.

 

PREVISTO desde o lançamento, Renegade 2017 recebe agora o mesmo motor de 1,8 litro flex da picape Toro. O ganho foi de 7 cv – agora 139 cv – e o torque teve acréscimo simbólico de 0,2 kgfm. Só agora dispensou auxílio de gasolina em partida com etanol em dias frios. Há ainda modo Sport por meio de botão no painel. Preços subiram: R$ 79.490,00 a 136.990 (diesel).

 

MAIOR parte da cota de importações da JAC será de agora em diante do T5. O crossover chinês recebeu câmbio automático CVT de seis marchas virtuais e, por tempo indeterminado, terá o mesmo preço da versão de câmbio manual: de R$ 69.990 a 73.990,00. Equivale a um desconto de R$ 5.000,00. Esse é o modelo previsto para montagem em Camaçari (BA).

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