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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Atualizado em

18 de julho

de 2016

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Para voltar à distribuição de petróleo, família Gouvêa Vieira quer comprar BR Distribuidora

 

Da coluna de Ancelmo Gois, em O Globo. De volta para casa. A família Gouvêa Vieira conversa com alguns fundos para fazer uma proposta pela Petrobras Distribuidora. Em 2007, a família vendeu cerca de 20% da Ipiranga para Petrobras, Braskem e grupo Ultra. Entre os mais entusiasmados com o retorno ao setor de distribuição de petróleo, estão Eduardo Eugênio, presidente da Firjan, e seu irmão João Pedro Gouvêa Vieira Filho, que, durante anos, comandou a Ipiranga.

Leia mais em   http://blogs.oglobo.globo.com/ancelmo/post/para-voltar-distribuicao

 

ANP autoriza Petrobras a parar produção em 14 concessões

 

A Petrobras obteve autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para interromper a produção em 14 concessões, sendo 13 em terra e uma em mar, e em 16 plataformas, por até um ano, por inviabilidade econômica, informou a autarquia quinta-feira (14). Segundo a agência reguladora, a solicitação foi motivada pela recente e brusca mudança da conjuntura externa à concessionária, incluindo a queda de preços do petróleo, a desvalorização do real, a perda de grau de investimento do país e problemas enfrentados com fornecedores nacionais. Procurada pelo G1 para comentar o pedido de suspensão de produção, a Petrobras não se manifestou até a última atualização desta reportagem. A possibilidade de interrupção da produção, devidamente motivada e autorizada pela ANP, está prevista em contratos. Caso no fim do prazo de interrupção da produção a petroleira não tenha vendido os ativos ou tenha constatada a inviabilidade econômica do retorno da produção, deverá dar início ao processo de terminação antecipada dos contratos de concessão.

Leia mais em   http://www.onortao.com.br/noticias/anp-autoriza-petrobras-a-parar

 

Petrobras receberá US$ 328,2 milhões da SBM Offshore em acordo de leniência

 

A Petrobras assinou em (15/7) com o Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle (MTFC), o Ministério Público Federal (MPF), a Advocacia Geral da União (AGU) e a SBM Offshore acordo de leniência que prevê o ressarcimento de US$ 341,8 milhões (aproximadamente R$ 1,12 bilhão) pela empresa holandesa à Petrobras (US$ 328,2 milhões) e aos cofres públicos (US$ 13,6 milhões). O acordo é resultado de processo de negociação iniciado em março de 2015. A Petrobras receberá US$ 149,2 milhões em três parcelas. A primeira, no valor de US$ 129,2 milhões, será paga tão logo o acordo entre em vigor. A segunda e a terceira serão desembolsadas em 12 e 24 meses após a assinatura do acordo, cada uma no valor de US$ 10 milhões. Os demais US$ 179 milhões representam o valor nominal que será abatido de pagamentos futuros, devidos pela Petrobras à SBM, com base em contratos vigentes. Com o acordo, a SBM fica apta a participar das licitações em curso e de contratações futuras. Nesse caso, a SBM terá de passar por todos os filtros e controles de conformidade a que estão submetidos os fornecedores da Petrobras. Este é um importante marco no conjunto de medidas que estão sendo adotadas para garantir o ressarcimento dos prejuízos sofridos pela companhia. O valor do novo acordo soma-se ao montante já recebido pela Petrobras, a título de ressarcimento de danos, da ordem de R$ 310 milhões, por meio de acordos de colaboração premiada. Fonte: Assessoria de Imprensa da Petrobras.

 

Produção de biodiesel cai 2,4% de janeiro a maio com retração econômica no País

 

A produção nacional de biodiesel somou 1,6 bilhão de litros nos primeiros cinco meses de 2016, queda de 2,4% em relação a igual período de 2015, informou nesta sexta-feira, 15, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) com base em dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em nota, a Abiove afirmou que esse resultado reflete, principalmente, a retração na atividade econômica do País, que é sentida de forma direta no consumo de combustíveis, especialmente o de diesel B (mistura de diesel mineral e biodiesel), usado no transporte de cargas. A região Centro-Oeste respondeu por 44% de todo o biocombustível fabricado, seguida das regiões Sul (38%) e Nordeste (8%). O óleo de soja representou 78% de todo o biodiesel fabricado em território nacional, seguido das gorduras animais (18%) e do óleo de algodão (1%). Para atender a essa participação de 78%, foram destinadas, nesse período, cerca de 1,5 milhão de toneladas de óleo de soja para a produção de biodiesel, segundo estimativas da Abiove.

Leia mais em   http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2016/07/15/internas_e

 

Legislação não pode proibir que comércios do mesmo ramo sejam vizinhos

 

Ofende o princípio da livre concorrência lei municipal que impede a instalação de estabelecimentos comerciais do mesmo ramo em determinada área, conforme a Súmula Vinculante 49 do Supremo Tribunal Federal. Foi o que apontou o ministro Marco Aurélio ao conceder liminar para suspender decisão judicial sobre a localização de postos de combustíveis na cidade de Dourados (MS). A reclamação partiu de um empresário do município que teve negado pedido de concessão de licença para instalar um posto de combustível em determinada área da cidade. A prefeitura justificou que, como já existia outro estabelecimento do mesmo ramo na região, a autorização descumpriria o artigo 86, parágrafo 4º, da Lei Complementar m O empresário impetrou Mandado de Segurança, mas os argumentos foram rejeitados tanto pelo juízo de primeira instância como pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. O autor então sustentou no STF que os entendimentos violaram o conteúdo da Súmula Vinculante 49, uma vez que, a pretexto de se garantir a segurança da população, foi limitada a concorrência por intermédio de legislação municipal. Segundo ele, não há nenhuma restrição técnica que justifique tal medida. Em análise preliminar do caso, o ministro Marco Aurélio concordou que o acórdão do TJ-MS, ao julgar válido o dispositivo da lei municipal, descumpriu a tese da súmula vinculante.

Leia mais em   http://www.conjur.com.br/2016-jul-14/lei-nao-proibir-comercios-mes

 

Petrobras vai paralisar a produção em 16 plataformas por até um ano

 

A Petrobras vai paralisar a produção em 16 plataformas por até um ano, enquanto negocia a venda das áreas para a iniciativa privada. A paralisação foi autorizada pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) na última semana. A estatal também solicitou a interrupção da produção em outras nove unidades produtoras, mas ainda precisará apresentar estudos para justificar a medida. As unidades estão situadas nos Estados da Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Sergipe e Espírito Santo. Ao todo, as unidades com paralisação solicitada abrangem 24 campos maduros, sendo 11 em terra. Em maio, último dado disponível na ANP, as áreas produziram mais de 55 mil m3 de petróleo por dia. Oito delas não registraram produção. A maior parte das áreas já integra o plano de desinvestimentos da companhia para campos maduros e terrestres, apresentado em março. Ao todo, foram ofertadas 104 concessões nos Estados, que representam 2% de toda a produção da estatal. Entre as áreas, estão alguns dos primeiros campos produtores da estatal, como Quererá, na Bacia de Tucano Sul, na Bahia. A área iniciou a produção em 1964. A maior parte das áreas teve iniciada a produção nas décadas de 70 e 80, como Camorim (SE) e Xaréu (CE). Há também produções iniciadas há cerca de dez anos, como Piranema (SE), a área de maior produção.

Leia mais em   http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20160714/petro

 

 

 ALTA RODA

Líderes do semestre

 

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

As estreias de novos produtos levaram ao aumento da competição nas vendas do primeiro semestre. Onix manteve a liderança absoluta (mesmo sem a ajuda do Prisma). Corolla ampliou sua vantagem, pelo menos enquanto os novos Cruze e Civic não começarem a chegar às lojas no segundo semestre. Briga entre os SUVs compactos continua acirrada, mas o HR-V defendeu bem a posição.

 

Embora o mercado tenha caído 25% em relação a 2015, na amostragem dessa estatística, alguns segmentos sofreram mais. Crossovers, médios-grandes e stations são exemplos. Já a chegada da Fiat Toro (que carrega até uma tonelada) sacudiu as picapes médias. Além de desafiar a nova líder Hilux, ajudou a manter as vendas do segmento estáveis. Já os SUVs pequenos tiveram aumento explosivo de vendas de 37% em razão de HR-V e Renegade.

 

Entre os SUVs médios-grandes e grandes houve revisão de enquadramento em razão de novo critério para distâncias entre-eixos (2,80 m é referência de corte, no caso). Os demais segmentos permanecem sem alteração.

 

A classificação da Coluna soma hatches e sedãs da mesma família, independentemente do nome do modelo. Sedãs com entre-eixos de significativa diferença classificam-se à parte (Grand Siena, Logan, Etios e outros). A base é a do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores). São citados apenas os modelos mais representativos e pela importância do segmento. Dados compilados por Paulo Garbossa, da consultoria ADK.

 

A classificação da Coluna soma hatches e sedãs da mesma família, independentemente do nome do modelo. Sedãs com entre-eixos de significativa diferença classificam-se à parte (Grand Siena, Logan, Etios e outros). A base é a do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores). São citados apenas os modelos mais representativos e pela importância do segmento. Dados compilados por Paulo Garbossa, da consultoria ADK.

Compacto: Onix/Prisma, 18%; HB20 hatch/sedã, 15%; Ka hatch/sedã, 8,3%; Gol/Voyage, 8,2%; Palio/Fire/Siena, 6%; Fox, 5%; Sandero, 4,9%; up!, 3,7%; Uno, 3,4%; Etios hatch, 3%; Grand Siena, 2,8%; Etios sedã, 2,5%; Cobalt, 2%; Logan, 1,8%; Versa, 1,7%; Fiesta hatch/sedã, 1,68%; March, 1,65%; City, 1,55%; Classic, 1,54%; Clio, 1,51%; Mobi, 1,2%; C3/DS3, 1,1%. Dupla Onix/Prisma aumenta participação.

Médio-compacto: Corolla, 40%; Civic, 11%; Golf/Jetta, 9%; Cruze hatch/sedã, 7%; Focus hatch/sedã, 6%; Sentra, 5%; Fluence, 3,2%; A3 hatch/sedã, 3,1%; C4 Lounge, 2,8%. Corolla continua a acelerar.

Médio-grande: BMW Séries 3/4, 27%; Fusion, 26%; Mercedes Classe C, 24%. Líder por muito pouco.

Grande: Mercedes Classe E/CLS, 37%; BMW Série 5/6, 25%; Jaguar XF, 15%. Mercedes volta a liderar.

Topo: Mercedes Classe S, 54%; Chrysler 300C, 15%; BMW Série 7, 11%. Classe S reforça posição.

Esporte: Boxster/Cayman, 26%; 911, 23%; BMW Z4, 17%. Porsches dominam.

Station: Weekend, 61%; SpaceFox, 24%; Golf Variant, 10%. Weekend ainda mais à frente.

SUV compacto: HR-V, 32%; Renegade, 27%; EcoSport, 13%. HR-V defende bem sua posição.

SUV médio-compacto: ix35/Tucson, 44%; Outlander, 10%; Sportage, 7%. Liderança folgada.

SUV médio-grande: SW4, 50%; Pajero Full/Dakar, 14%; XC60, 10%. Sem ameaça ao líder.

SUV grande: Trailblazer, 17%; BMW X5/X6, 15%; Range Rover Sport/Vogue, 14%. Boa briga.

Monovolume pequeno: Fit, 46%; Spin, 34%; C3 Aircross, 12%. Fit não perde.

Crossover: ASX, 54%; Range Rover Evoque, 24%; Freemont/Journey, 19%. Liderança inconteste.

Picape pequena: Strada, 49%; Saveiro, 32%; Oroch, 11%. Strada se eterniza.

Picape média: Hilux, 27%; Toro, 25%; S10, 17%. Líder sob forte ameaça.

 

RODA VIVA

 

CITROËN Cactus, crossover que utiliza mesma arquitetura do C3, está em fase final de desenvolvimento. A fábrica não confirma, mas pode ser exibido no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro próximo. Modelo nacional será mais “enfeitado” que o francês. Vendas só em 2017. Já o C4 Lounge argentino receberá reestilização e novo interior.

 

FORTE queda do mercado brasileiro inviabiliza modelos de baixo volume de vendas. No mês passado, estatísticas da Fenabrave apontam Linea, Bravo e Idea com apenas 79, 58 e 165 unidades vendidas, respectivamente. Ou seja, fim de linha para os três. Até o Punto, com apenas 510 unidades comercializadas, não se sustenta, conforme fontes de fornecedores.

 

TOYOTA investiu no Etios para melhorar seu aspecto interno. Mostrador central agora tem ótima visibilidade e até se diferencia pelo ponteiro do conta-giros deixar uma sombra ao se movimentar. Hatch compacto continua a oferecer motores de 1,3 e 1,5 L que estão mais potentes, têm torque superior e consumo médio de combustível menor.Estreante câmbio automático de quatro marchas vai muito bem, até na versão de menor cilindrada.

 

ETIOS sedã, apenas com motor de 1,5 L, se destaca pelo porta-malas entre os maiores do segmento. Estilo externo pode não agradar tanto, mas suspensões são um ponto alto. E o pequeno diâmetro de giro facilita muito manobras de retorno e estacionamento.

 

SEMPRE é bom lembrar-se de ligar o ar-condicionado no modo frio, mesmo em temperaturas baixas de inverno. Esse cuidado evita ressecamento das mangueiras e ajuda na lubrificação do compressor. Causa algum desconforto, mas bastam 10 minutos de funcionamento de quinze em quinze dias. Termostato não precisa estar na posição de menor temperatura.

Ex

 

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