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INFORMAÇÕES E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

26/06/17

 

Lançamento: Linx Postos Mobile permite pagar abastecimento de dentro do veículo

 

Com a correria da vida moderna, perder tempo após abastecer o carro para fazer o pagamento pode ser um verdadeiro transtorno. Foi pensando em oferecer agilidade para os clientes nesse momento que a empresa desenvolveu o Linx Postos Mobile, solução que permite que o pagamento pelo combustível seja feito de dentro do automóvel, via dispositivo móvel. “Sabemos que muitos motoristas abastecem seu veículo quando estão indo ou voltando do trabalho, daí a necessidade de que o processo seja rápido”, explica Leonardo Orsi, diretor do segmento de postos da Linx. Além do conforto oferecido pela mobilidade, o executivo destaca outro diferencial importante: “Com a solução, o cliente tem a certeza da idoneidade da transação, pois o comprovante de venda e o documento fiscal são enviados no ato para o e-mail fornecido pelo cliente”, ressalta. Orsi explica que o Linx Postos Mobile está disponível para dispositivos móveis como smartphones ou tablets. Para ler a íntegra da nota, clique aqui. Fonte: Assessoria de Imprensa.

 

Quadrilhas usam chips para alterar volume em bombas de combustível

 

RIO - Ficar de olho no combustível na hora de abastecer nunca foi tão importante. E a preocupação não se resume à qualidade da gasolina e do álcool: vêm aumentando as fraudes nas bombas, que marcam um volume de combustível maior que o efetivamente colocado no tanque do automóvel. O alerta é da Fecombustíveis, que reúne os cerca de 42 mil postos do país, preocupada em combater empresários inescrupulosos e, principalmente, quadrilhas que agem na adulteração das bombas de combustíveis. Os esquemas de fraude acompanharam o avanço da tecnologia, tornando-se mais sofisticados. Especialistas em informática violam o lacre da bomba e instalam um microprocessador (chip) que altera o seu giro e, consequentemente, o valor a ser pago. De acordo com a Fecombustíveis, essa fraude costuma girar em torno de 10% do volume fornecido, ou seja, o consumidor recebe 10% a menos de combustível do que o informado na bomba. Os ganhos de um posto médio, que venda cerca de 300 mil litros de gasolina por mês, podem passar de R$ 100 mil — considerando-se que ele cobrou, sem vender, cerca de 30 mil litros.

Leia mais em  https://oglobo.globo.com/economia/quadrilhas-usam-chips-para-alte

 

Petrobras autoriza retomada de negociações com Sete Brasil

 

A diretoria da Petrobras autorizou a retomada de negociações com a empresa de sondas Sete Brasil, hoje em recuperação judicial. A medida responde a solicitação feita pela própria fornecedora em audiência na Justiça realizada em fevereiro. A Folha apurou, porém, que a estatal não tem uma nova proposta sobre número de sondas e preços de aluguel. A ideia é ouvir o que a direção da Sete tem a propor. O contrato inicial previa a contratação de 29 sondas, que seriam usadas para explorar reservas no pré-sal. Com a queda do preço do petróleo e sua própria crise financeira, a estatal decidiu que não precisaria mais de todos os equipamentos. A Sete pediu recuperação judicial em abril de 2016, com uma dívida de R$ 19,3 bilhões. Desde então, vem tentando negociar um plano de recuperação com seus credores. A situação da empresa se complicou este ano, quando alguns de seus acionistas decidiram recorrer a arbitragem internacional para recuperar os prejuízos. Em seu balanço, a Petrobras identifica perdas possíveis de R$ 4,5 bilhões com os processos de arbitragem, que são movidos, principalmente, por fundos de pensão estatais —incluindo a Petros, dos empregados da estatal.

Leia mais em  https://www.portosenavios.com.br/noticias/geral/39328-petrobras-a

 

BR Distribuidora vai abrir capital

 

Pedro Parente, diretor-presidente da Petrobras, anunciou, na quinta-feira 22, que a estatal vai abrir o capital da BR Distribuidora no Novo Mercado da B3. Segundo Parente, lançar ações em bolsa é a melhor alternativa. Desde que assumiu o comando da estatal, em maio de 2016, Parente colocou em prática um plano de desinvestimentos cuja meta é captar US$ 21 bilhões até o fim de 2018. Nele incluía-se a venda de 51% do controle da BR, avaliada em US$ 3 bilhões, a um sócio estratégico, mas essa alternativa não prosperou. “A abertura de capital da BR pode ser considerada a melhor opção de captura de valor, ao se analisar a situação atual de mercado”, informou a Petrobras. O objetivo é promover a dispersão acionária da distribuidora com uma oferta secundária de ações, sem lançar novos papéis. A BR Distribuidora já teve suas ações negociadas em bolsa, entre dezembro de 1993 e fevereiro de 2003

Leia mais em  http://www.istoedinheiro.com.br/br-distribuidora-vai-abrir-capital/

 

Petrobras vai retomar obras na Refinaria Abreu e Lima

 

As obras de construção da carteira de enxofre da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, serão retomadas nas próximas semanas. A Petrobras assinou contrato com o Consórcio Conenge SC/ Possebon para a conclusão da Unidade de Tratamento de Águas Ácidas (UTAA) e da Unidade de Tratamento com Metildietanolamina (MDEA), e suas interligações. De acordo com a estatal, as obras permitirão que a operação do primeiro conjunto de unidades (Trem 1) da refinaria ocorra em plena carga de 115 mil barris de petróleo por dia (bpd). Desde o início da operação em 2014, o Trem 1 tem a carga de 100 mil bpd. A Petrobras informou que as duas unidades são responsáveis pelo tratamento dos líquidos e gases resultantes do processo de produção de combustíveis com baixo teor de poluentes, entre eles o Diesel S-10 [diesel com até 10 partes por milhão de enxofre]. Com isso, haverá geração de carga rica em enxofre para a Unidade de Abatimento de Emissões da refinaria, que produzirá, então, ácido sulfúrico, produto com várias aplicações industriais, como na produção de fertilizantes e no processamento de minérios. A Refinaria Abreu e Lima, localizada em Ipojuca, no Complexo Industrial Portuário de Suape, distante 45 km de Recife, está em operação desde 2014. Fonte: Agência Brasil.

 

Ultrapar diz que Cade estendeu por 30 dias prazo para análise de aquisição da Alesat pela Ipiranga

 

SÃO PAULO (Reuters) - A Ultrapar Participações informou nesta quinta-feira que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) estendeu por mais 30 dias o prazo para análise da aquisição da Alesat Combustíveis pela Ipiranga, seu braço de distribuição de combustíveis. Em comunicado, a Ultrapar esclareceu que o caso será retirado da pauta da reunião na autarquia marcada para 28 de junho. Ainda de acordo com a empresa, o prazo final para conclusão do processo no Cade passará a ser 16 de agosto de 2017.

Leia mais em  https://extra.globo.com/noticias/economia/ultrapar-diz-que-cade-es

 

ANP lacra usina envolvida em combustível adulterado

 

Principal suspeita pela contaminação de etanol com metanol que levou à maior apreensão já feita no Brasil deste produto, a Usina Canabrava, no estado do Rio, foi interditada pela ANP. A Usina é suspeita de vender combustível adulterado para postos Ipiranga, Shell e BR do Rio.

Fonte:  http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/anp-lacra-usina-envolvida

 

 

ALTA RODA

 

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Influências do passado

 

Automobilismo de competição tem demonstrado longo histórico de contribuições aos automóveis convencionais utilizados em ruas e estradas de todo o mundo. Claro que categorias de ponta como Fórmula 1, protótipos do WEC (em inglês, Campeonato Mundial de Resistência) e de Rali desenvolvem projetos sofisticados cujas inovações são bastante caras e dificultam a migração direta para carros do dia a dia.

 

Porém não invalida as pesquisas e os esforços técnicos que as corridas exigem sem parar. Os regulamentos mudam de tempos em tempos e renovam os desafios. Por fim, se nem tudo pode migrar diretamente das pistas para as ruas, a relação de componentes utilizados em pistas e depois nos automóveis comuns é, de fato, extensa.

 

 

Em 1990, a FIA (Federação Internacional do Automóvel) fez um primeiro levantamento de inovações originadas nas pistas desde o início das competições no final do Século 19. Foram 87 itens que entraram em produção em curto prazo, geralmente nos automóveis mais caros, e depois em modelos de alta produção em prazos variáveis.

 

Para começar, os chassis desenhados para carros, sem inspiração nas carruagens, surgiram com a primeira corrida oficial entre Paris e Rouen, em 1894. Nos motores, dezenas de novidades, como os de altas rotações a partir de 1908, os compressores (1907), duplo comando e multiválvulas (1912). Caixas de câmbio de cinco marchas desde 1911. Tração 4x4 começou em 1906, mas levou 60 anos até chegar a um carro esporte. Primeiro freio a disco estreou na 24 Horas de Le Mans de 1953 e apenas dois anos depois já estava em modelo de produção. Até o simplório espelho retrovisor

começou nas corridas em 1911.

A prova de 24 Horas de Le Mans, etapa principal do WEC no fim de semana passado, levou este colunista de volta ao circuito 47 anos depois de transmitir a prova em boletins ao vivo para a extinta TV Tupi. A infraestrutura atual é tremendamente melhor, desde o paddock, boxes, edifícios de apoio e até aeroporto a menos de um quilômetro da pista.

 

Em 1970 um Porsche, o emblemático 917, venceu pela primeira vez na classificação geral e este ano a marca conseguiu sua 19ª vitória. Quando decidiu retornar a Le Mans, em 2014, desenvolveu o 919 Híbrido que utiliza um motor V-4 turbo, gasolina para tracionar as rodas traseiras e um motor elétrico, para as rodas dianteiras. O mais interessante: duplo sistema de recuperação de energia por meio dos freios e dos gases de escapamento. Armazenamento é numa bateria de íon de lítio. Curiosamente, solução que veio das ruas – do supercarro 918 – para as pistas.

 

Quanto ao motor V-4 não é mais utilizado em carros de rua (por enquanto...). Mas, antes de chegar a alguns modelos Ford, Matra e Saab em 1962, esse configuração estreou em corridas em 1898. Que mundo pequeno...

 

RODA VIVA

 

NOVO Polo, de sexta geração, apresentado de forma estática, semana passada em Berlim, chegará ao Brasil em outubro (poucas semanas depois da Alemanha). Apenas em dezembro atingirá capacidade total de produção. Estilo é evolucionário nos conceitos da marca alemã, mas o interior agrega painel e quadro de instrumentos de grande impacto visual.

 

COMPARADO ao Polo IV que saiu de linha aqui há menos de três anos, em dezembro de 2014, diferenças são marcantes: comprimento, 4,05 m (mais 16 cm); largura, 1,75 m (mais 10 cm); entre-eixos, 2,56 m (mais 10 cm); porta-malas, 351 L (mais 101 L). Nenhum dos compactos atuais poderá rivalizar em termos de espaço, equivalente ao do antigo Golf IV.

 

PLATAFORMA do Polo vai gerar mais três produtos: sedã Virtua (fevereiro 2019), produzido em S. Bernardo (SP); SUV T-Cross (maio 2019) e picape Saveiro (dezembro 2019), fabricados em S. José dos Pinhais (PR) ao lado do Fox e do Golf. Para conviver com o Polo a VW abaixará os preços do Fox, que continua em produção até o final de 2021, juntamente com SpaceFox argentino.

 

CHEVROLET Tracker coloca-se bem no segmento de SUVs compactos especialmente pelo desempenho do motor turbo de 1,4 L/153 cv (etanol). Embora tenha potência menor que o 2-litros do Creta, torque maior garante desempenho superior no uso cotidiano. Espaço interno é razoável, mas porta-malas de 306 litros só ganha do Renegade. Muito boa a direção eletroassistida.

 

FALTAVA ao Captur um câmbio automático para o motor de 1,6 L a fim de atender a crescente procura de maior comodidade no uso urbano. Nessa faixa de preço representa em média mais de metade das vendas. Renault oferece agora um CVT, de seis marchas virtuais, origem Nissan, que limita discretamente o desempenho do modelo. Preços de R$ 84.900 (versão Zen) a R$ 88.400 (Intense).

 

CONTINUAM as discussões nos EUA sobre regulamentação de carros autoguiados. Fabricantes estão apreensivos em razão de a tecnologia avançar mais rápido que o esperado. Ainda há dúvidas se vão prevalecer as legislações estaduais ou a federal. Indústria quer ter voz ativa no processo, pois desenvolvimento de inteligência artificial vem resolver muitos problemas.

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