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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Atualizado em

24 de agosto

de 2015

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE  A MAIS DE 8.000 POSTOS DE COMBUSTÍVEIS. FAÇA TAMBÉM SEU CADASTRO.

Wayne Fueling Systems apresentou suas inovações na Expopostos

 

A Wayne Fueling Systems apresentou durante a ExpoPostos 2015 o futuro em soluções para postos de abastecimento através da plataforma de bombas de combustível Wayne Helix™ e soluções em nuvem disponíveis com o Sistema de Pista Wayne Fusion™. Dentre as novidades e inovações apresentadas, destacam-se as soluções Fusion WebGlance, Fusion HeadOffice e Fusion Gateway para mídia e pagamento. Esse pacote de soluções simplifica a operação e permite a integração com pagamento móvel e programas de fidelização. O Fusion WebGlance é a ferramenta de visualização ao alcance das mãos do que está acontecendo em tempo real no negócio, para gerir e controlá-lo. O HeadOffice é o armazenamento central de todas essas informações que, integrado ao Fusion, gera relatórios de toda a operação. Já o Fusion Gateway permite a implementação de merchandising cruzado influenciando e direcionado escolhas através de mídia nas bombas e o pagamento móvel que oferece rapidez e segurança no abastecimento. A plataforma de bombas Wayne Helix™, que combina tecnologia avançada, design moderno, durabilidade, alto desempenho e configurações flexíveis, atende às crescentes demandas de um posto de abastecimento e permite escalabilidade para o futuro. Destaque para o lançamento do modelo Helix 1000 na versão para abastecimento de ARLA32, a qual inclui componentes hidráulicos especiais de alta qualidade e o computador eletrônico Wayne iGEM™ compatível com a automação já existente no posto. A Wayne garante cobertura nacional para manutenção de bombas e oferta de peças Genuínas. Fonte: Maitê Volpini -  Depto. de Marketing da Wayne.

 

Preços do petróleo caem 6% à mínima de 6 anos e meio por preocupações com China

 

Os preços do petróleo recuaram mais de 6 por cento nesta segunda-feira, para uma nova mínima de seis anos e meio, depois que os mercados de ações da China sofreram a maior queda diária desde a crise financeira global, aumentando os temores sobre as perspectivas para a demanda global por combustíveis. As bolsas de valores da China despencaram mais de 8 por cento nesta segunda, refletindo a frustração de investidores após Pequim não anunciar novos estímulos no fim de semana mesmo depois do recuo de 11 por cento da semana passada. "A queda de hoje não é relacionada aos fundamentos do mercado de petróleo. É tudo sobre a China", disse o analista sênior de petróleo do Commerzbank Carsten Fritsch, em Frankfurt. O petróleo Brent recuava 1,86 dólar, ou 4,09 por cento, a 43,6 dólares por barril, às 11:44 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos caía 1,4 dólar, ou 3,46 por cento, a 39,05 dólares por barril. O Brent tocou mínima de 42,51 dólares, queda de 6,5 por cento. Já o petróleo norte-americano chegou a ser negociado a 37,75 dólares mais cedo, queda de 6,7 por cento, no menor valor desde fevereiro de 2009.

Leia mais em  http://noticias.r7.com/economia/precos-do-petroleo-caem-6-a-minim

 

Estado de SP quer avaliar melhor proposta de ICMS para diesel, diz Villela

 

O secretário de Fazenda de São Paulo, Renato Villela (foto), disse ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, que o governo estadual quer avaliar melhor a decisão aprovada  quinta, 20, pelo Conselho Nacional de Política Fazenda (Confaz) de encaminhar proposta de resolução ao Senado para elevação da alíquota do ICMS sobre o diesel de 20%. Segundo ele, São Paulo, que votou contra a proposta, quer estudar melhor o impacto da medida na inflação e no mercado, já que o diesel é um insumo importante para a economia. Villela disse que a proposta foi aprovada com maioria apertada. Em São Paulo, a alíquota é de 12%. O secretário disse que caberá ao Senado decidir. "O que nós gostaríamos é que fosse melhor discutida", afirmou. Sobre a decisão de propor ao Senado resolução para elevar para 20% a alíquota do ITCD (tributo que incide sobre doações e heranças), Villela afirmou que há uma preocupação grande com a proposta do governo federal em estudo de criar uma sobretaxa com mesma base de tributação. Em São Paulo, o ITCD é de 4%.

Leia mais em  https://www.dgabc.com.br/Noticia/1552398/estado-de-sp-quer-ava

 

Bancos negam mais prazo para Sete Brasil

 

A paciência dos bancos credores da Sete Brasil, para esperar um acordo com a Petrobras para aprovação de um novo plano, terminou. As instituições decidiram não renovar a extensão do prazo de vencimento de US$ 3,8 bilhões em dívidas. Com isso, vão buscar cobertura do Fundo Garantidor da Construção Naval (FGCN), administrado pela Caixa Econômica Federal. No fim de março, os bancos deram até o fim de junho para a Sete. Esse prazo foi ampliado até 14 de agosto. E agora, não mais. Desde maio, a Petrobras avalia o novo plano para a Sete, que reduz de 28 para 19 a quantidade de sondas a serem construídas para exploração do pré-sal. Todos os sócios - exceto a estatal, que tem 10% da empresa - já aprovaram previamente esse plano. A Petrobras decidiu rever algumas condições técnicas do contrato e aprovar tudo dentro de um mesmo pacote. A despeito de concordar com as 19 sondas e com a manutenção da taxa diária de afretamento - cerca de US$ 460 mil a preços atuais-, a Petrobras tem dificultado em outras frentes. Recentemente, o corpo técnico da Petrobras, da área de Exploração e Produção (E&P), surpreendeu ao exigir que as sondas que ficarão com a Sete - 15 das 19 que serão finalizadas, segundo o novo plano - sejam divididas entre três operadores. Foi apenas no início deste mês que a estatal comunicou essa exigência, mesmo ciente de que a Sete buscava um novo sócio, que fosse do ramo, aportasse cerca de US$ 700 milhões no negócio e operasse as suas sondas. Na prática, significa dividir o tíquete do investimento em três e criar uma estrutura sofisticada para permitir que esses novos sócios operem, cada qual, 5 sondas. Tudo isso, sem contar que deveriam se enquadrar numa longa lista de exigências feita pela estatal.

Leia mais em  https://www.portosenavios.com.br/noticias/ind-naval-e-offshore/31

 

ANP fez 7.495 ações de fiscalização no primeiro semestre

 

No primeiro semestre de 2015, a ANP realizou 37 forças-tarefa – ações de fiscalização em conjunto com outros órgãos das esferas federal, estadual e municipal. As operações abrangeram cerca de 100 municípios em 14 estados, fiscalizando aproximadamente mil agentes regulados, incluindo revendas varejistas de combustíveis e de GLP, distribuidores, TRR e pontos de abastecimento. As forças-tarefa geraram 84 interdições e 357 autuações. Na área de competência da ANP, as principais irregularidades encontradas foram: bomba-baixa (vício de quantidade), produto fora das especificações, ausência de documentos de outorga, não atendimento a normas de segurança e ausência de equipamentos para testes de qualidade e de quantidade. Os dados foram divulgados na edição nº 8 do Boletim Fiscalização do Abastecimento em Notícias, publicado nesta terça-feira (18/8) no sítio eletrônico da ANP. O boletim informa ainda que foram realizadas 7.495 ações de fiscalização pela Agência ao longo dos seis primeiros meses do ano e gerados 1.804 autos de infração, 389 interdições e 113 apreensões de produtos. Foram julgados 2.330 processos administrativos, dos quais cerca de 82% decorrentes de autos de infração lavrados em 2014. Para mais informações sobre a fiscalização do abastecimento no primeiro semestre de 2015, acesse o Boletim Fiscalização do Abastecimento em Notícias: http://www.anp.gov.br/?pg=61482. Fonte: Assessoria de Imprensa da ANP.

 

ALTA RODA

Dados incongruentes

 

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

A importância da manutenção e suas despesas não é tão valorada quando se vai comprar um carro novo. À medida que o veículo roda, os custos sobem. Donos de modelos mais velhos tendem a negligenciar os gastos com oficina, até por limitações financeiras. Daí a importância da ITV (Inspeção Técnica Veicular) para a segurança do trânsito, obrigatória há mais de 15 anos. Apenas o Estado do Rio de Janeiro implantou um arremedo de ITV, malfeita e mal controlada. Acham que é melhor que nada...

 

Comparar custos de manutenção entre mais de 400 modelos (sem contar as versões) de 50 marcas disponíveis no mercado brasileiro é tarefa difícil e ingrata. Mas o Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária) se voluntariou a criar o seu IMV (Índice de Manutenção Veicular). Para tanto, incluiu itens de manutenção periódica – óleo, fluidos e filtros – e de manutenção preventiva – embreagem, amortecedores, velas, cabos, elementos de freios, pneus, palhetas e correias. Os conceitos estão certos, por evitarem a bem mais cara manutenção corretiva. Se negligenciadas, podem se tornar ameaça à segurança de todos.

 

Estabeleceu ainda parâmetros adequados, como os primeiros 100 mil quilômetros, e levantou valores médios de mão de obra em concessionárias de dez marcas por todo o Brasil. Quando não conseguiu o tempo-padrão de reparo, considerou 100 horas de manutenção naquela quilometragem e aí pode ter surgido a primeira distorção. O índice varia de 10 (até R$ 5.000 de gastos totais em 100 mil quilômetros) a 60 (mais de R$ 29.500) e contempla 86 modelos mais vendidos pelo (discutível) critério da Fenabrave (associação de concessionários).

 

O grande problema do IMV é desconsiderar que manutenção leva em conta também tempo, independentemente da quilometragem rodada, para itens como óleo do motor e fluido de freio. Outro equívoco foi estabelecer a média de 20 mil quilômetros por ano para seus cálculos. Consultadas pela Coluna, Chevrolet, Fiat e Ford (Volkswagen não respondeu) informaram que a média anual registrada é de cerca de 12 mil km. Os fabricantes estabelecem prazo de um ano para troca de óleo do motor, mas fazem ressalvas de quilometragem-limite e tipo de tráfego. A Volkswagen é a única que obriga a troca semestral de óleo do motor. Ford tinha essa política estranha, mas agora mudou para um esquema de troca semestral só nos seis primeiros meses de uso; depois, o ciclo vira anual.

 

Em alguns países já se adotou a troca de óleo bienal, favorável ao meio ambiente.

 

A tabela publicada pelo Cesvi traz outras distorções. Desconsidera, por exemplo, o dobro do número de vezes que um cliente Volkswagen tem que ir à oficina para troca de óleo rotineira, o que traz custos indiretos de tempo e deslocamentos. Os modelos mais bem classificados, nota 20, foram: Volkswagen Gol e Voyage 1.0; Chevrolet Celta 1.0; Fiat Uno e Fiorino 1.4; Toyota Etios hatch e sedã 1.5. Versões 1.0 do Uno, mais vendidas que as de 1,4 litro, nem estão na lista. Outro ponto intrigante: enquanto Renault Sandero 1.0 e 1.6 aparecem com nota 25, o Logan, que conta com mesma plataforma e conjunto mecânico, alcança índices melhores, 23 (1.0) e 24 (1.6).

 

O Cesvi é uma entidade séria, mas poderia estudar melhor os critérios, rever cálculos e aprimorar a divulgação para evitar dados incongruentes.

 

RODA VIVA

 

PREVISÕES de economistas na pesquisa Focus, do Banco Central, indicam queda de 2% do PIB brasileiro em 2015. Indústria automobilística, por sua extensa cadeia, representa 5% do PIB. Queda de produção (inclui exportações) e de vendas será em torno de 20% este ano. Ou seja, um ponto percentual do recuo da economia, em termos nominais, virá dos veículos.

 

DEFINIDOS os preços do Jaguar XE, sedã médio-grande inglês para atuar na faixa mais disputada de modelos de alta gama (A4, Classe C e Série 3, em especial). Começa em R$ 169.900 (2 litros turbo/240 cv) e vai a R$ 299.000 (3 litros V-6 compressor/340 cv). Meta de 600 unidades nos primeiros 12 meses, com plano especial de financiamento nas 33 concessionárias.

 

TANTO na versão de topo Titanium (2 litros/178 cv), quanto na de entrada (1,6 litro/135 cv), o Focus hatch 2016 mantém qualidades dinâmicas ainda melhores que antes. Em avaliação no cotidiano, motor de menor potência com câmbio manual dá conta do recado. No mais potente, câmbio automatizado (6 marchas) podia ter trocas mais rápidas. O carro é bem silencioso.

 

BMW superou objetivos com o evento itinerante Ultimate Experience. Só em São Paulo, mais de 750 testes de direção com 16 modelos da marca alemã. A linha M, de alto desempenho, representa aqui 4% das vendas totais contra 2% da média mundial. Mais impressionante é o M4 Coupé: 431 cv, 56 kgfm, 0 a 100 km/h em 4,1 s. Joerg Bartels, especialista da divisão, veio ao Brasil.

 

EMPRESA de energia da Califórnia está pagando US$ 1.000 a cada um de 100 proprietários selecionados do elétrico BMW i3 para participar de um programa de 18 meses de “reeducação”. Única condição: licença para avisar que a recarga das baterias seja evitada em horários de pico. Nos EUA já há preocupação com eventuais problemas de início de noite. Mau sinal...

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