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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Atualizado em

04 de maio

de 2015

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Petrobras recebe maior prêmio da OTC

 

A diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes, recebeu na noite de ontem (3/5), o prêmio OTC Distinguished Achievement Award for Companies, Organizations and Institutions, reconhecimento mais importante que uma empresa de petróleo pode receber na qualidade de operadora offshore. A cerimônia de premiação ocorreu durante jantar em Houston, Estados Unidos, na Offshore Technology Conference (OTC), maior evento do mundo dedicado à área de exploração e produção de petróleo no mar. Em seu discurso de agradecimento, Solange Guedes destacou a importância do reconhecimento para o corpo técnico da Petrobras e da parceria com sócios, e o papel destacado dos fornecedores e da comunidade acadêmica. Ressaltou que, apenas oito anos após o anúncio da descoberta do pré-sal, a nova província petrolífera já responde por mais de 20% da produção de petróleo da companhia no Brasil. Após enumerar algumas tecnologias que levaram a Petrobras a conquistar o prêmio, a executiva destacou que todo o dióxido de carbono produzido no pré-sal está sendo reinjetado. “Com isso, evitamos a emissão de 1 milhão de toneladas de CO2”, contabilizou, lembrando que a iniciativa aumenta o volume de petróleo extraído dos campos. Fonte: Assessoria de Imprensa Petrobras.

 

Shell tem ‘forte interesse’ em ativos do pré-sal

 

A Shell vai olhar com “forte interesse” qualquer ativo de petróleo em águas profundas que a Petrobras, eventualmente, coloque à venda, disse nesta quinta-feira (30), o presidente da petroleira Ben van Beurden. “Se coisas forem oferecidas em áreas do pré-sal que nós conhecemos, iremos olhar para elas com forte interesse”, disse van Beurden após a divulgação de resultados trimestrais da Shell, que deve se tornar a principal petroleira estrangeira atuando no Brasil após a conclusão da compra da rival BG Group.

Leia mais em http://www.jcnet.com.br/comentarjc.php?codigo=344978&titulo=Sh

 

Petróleo em baixa pode adiar leilão no pré-sal para 2017, diz ministro

 

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, afirmou que a queda nos preços do petróleo deve adiar a oferta de áreas do pré-sal a empresas exploradoras e investidores, no modelo de partilha, para 2017. O único leilão organizado pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) nesse modelo regulatório, exclusivo para blocos com forte potencial de reservas no pré-sal, foi realizado em outubro de 2013. Tal modelo determina que a Petrobras entre como operadora e investidora em todos os blocos, com participação mínima de 30%. Quando questionado se os leilões deverão ficar para 2017, Braga disse que "pode ser que sim". "Basicamente em função da volatilidade. Não tem como se fazer uma previsibilidade tão grande, numa distância tão grande, com um mercado tão volátil como está. Estamos falando de áreas de grande potencial. Fazer isso num momento de viés de baixa não é interessante para o país. Por isso que estamos alongando um pouco para que a gente sinalize para o mercado a decisão política do governo, mas que a gente tenha também uma trava de segurança em função da volatilidade", afirmou o ministro em Houston, nos Estados Unidos. Braga viajou à cidade texana para participar da OTC (Offshore Technology Conference), feira mundial da indústria do petróleo especializada em exploração e produção em reservas submarinas.

Leia mais em http://noticias.ne10.uol.com.br/economia/noticia/2015/05/04/petrole

 

Abiove defende mistura de até 10% de biodiesel

 

O projeto da Abiove, conhecido como BX Opcional, propõe ao Ministério de Minas e Energia a autorização de uma mistura que possa chegar até 10%, dependendo do interesse das distribuidoras de combustível. De acordo com o assessor econômico da associação, Leonardo Zilio, a ideia é que, no futuro, se houver redução no preço do biodiesel, concomitante com possíveis aumentos no preço do diesel mineral, a estrutura legal esteja pronta que as agroindústrias forneçam mais biodiesel. – Se o patamar vai ser 7, 8, 9 ou 10%, que é uma espécie de limite superior da nossa proposta, quem vai determinar isso serão as forças de mercado – aponta Zilio. Algumas regiões de estados como Goiás, Mato Grosso e Rio Grande do Sul, onde, ao contrário da tendência nacional, o biocombustível é mais barato do que o mineral, seriam as mais beneficiadas. – Na nossa percepção, o resultado é imediato para estados como Mato Grosso, por exemplo, que tem uma grande produção de biodiesel e é um importador de diesel mineral – diz Zilio. No caso de Mato Grosso, o assessor da Abiove lembra que o diesel mineral sai de São Paulo, do Rio de Janeiro, ou dos portos do litoral, percorrendo, às vezes, 2,5 mil quilômetros até lá. – Regionalmente, essa medida tende a ter impactos econômicos imediatos – reforça.

Leia mais em http://www.arinosagricola.com.br/site/index.php/noticias/item/6109

 

Cana: O broto que promete elevar até a produtividade até 40%

 

De acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento - Conab, entre as principais lavouras, apenas a cana deverá perder rendimento na última década, caindo de 74 toneladas por hectare, em 2005, para 72 toneladas, na safra atual. Para comparar, no mesmo período a produtividade da soja deverá crescer 21%. E a do milho, 60%.  Tradicionalmente, os agricultores cortam a cana já crescida em pedaços de aproximadamente 40 centímetros e os põem na terra para que brotem. Em média, são necessárias 18 toneladas de cana para cada hectare - um quarto do que é produzido a cada ano na mesma área. O método tem inconvenientes. Devido à exposição ao sol e à chuva, um em cada seis brotos não vinga, deixando o canavial com falhas. Um novo jeito de plantar cana está sendo desenvolvido em Ribeirão Preto, em laboratórios do Instituto Agronômico (IAC), órgão de pesquisa mantido pelo governo paulista. O método consiste em semear em viveiros pedaços de cana de 3 centímetros - menos de um décimo, portanto, dos cortes que vão ao solo na maneira tradicional. Dos pedacinhos nascem mudas, que em 60 dias podem ser transplantadas para a terra. Uma das vantagens é diminuir de 18 para 2 toneladas a quantidade necessária para plantar 1 hectare. Não é só isso. "Quase a totalidade das mudas efetivamente cresce, aumentando a produtividade", diz Mauro Alexandre Xavier, um dos pesquisadores responsáveis pelo projeto. Os testes mostram que, com o novo sistema, a produção de cana por hectare pode crescer até 40%.

Leia mais em http://midianews.com.br/conteudo.php?sid=4&cid=230687

 

Unica diz que teste da Anfavea não traz impeditivo à mistura de 27,5%

 

A União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) informou quinta-feira, com base em testes da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), que "não há nenhum impeditivo" quanto à utilização de etanol anidro na gasolina numa proporção de 27,5% - atualmente, o porcentual é de 27%. As análises foram entregues ao governo federal em 22 de abril e suas conclusões foram reveladas em primeira mão pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, no último dia 23. De acordo com a Unica, o relatório é calcado em "etapas concluídas e outras em fase de conclusão, que representam no total cerca de 85% dos testes realizados até o início do mês". "A Anfavea conclui que nos ensaios realizados não foram encontradas evidências que impeçam o uso da gasolina com 27,5% de etanol, desde que o combustível comercializado possua as mesmas características daquele enviado pela Petrobras para estes ensaios", diz a Unica em nota. As análises foram feitas pela Comissão Interna de Energia e Meio Ambiente (CEMA) da Anfavea com sete montadoras. "É importante ressaltar que diversos testes feitos pela indústria automobilística são realizados em condições mais severas do que as normalmente experimentadas pelo usuário comum, com o objetivo de avaliar os efeitos do combustível no veículo com elevado grau de confiança", informa a Única. De acordo com o cronograma apresentado pela Anfavea, três montadoras já concluíram seus testes e as demais devem concluir suas avaliações até a segunda quinzena do mês de junho.

Leia mais em http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2015/04/30/internas_e

 

Petrobras conclui poço e bate recorde de profundidade de água na costa brasileira

 

A Petrobras concluiu a perfuração do poço 3-BRSA-1296-SES (nomenclatura ANP), em águas ultraprofundas da Bacia de Sergipe, na concessão BM-SEAL-10, bloco SEAL-M-499. Os resultados dos testes confirmaram a presença de petróleo leve (de maior valor de mercado) e boas condições de porosidade e permeabilidade dos reservatórios. A perfuração do poço atingiu a profundidade final de 6.060 metros. O poço está localizado a 94 km da cidade de Aracaju (SE), a 10 km do poço descobridor, em profundidade de água de 2.988 metros. Essa profundidade representa um novo recorde na perfuração de poços marítimos na costa brasileira. Este é o terceiro poço de extensão na área de Moita Bonita, descoberta em agosto de 2012, e integra o projeto exploratório da Bacia de Sergipe-Alagoas em águas profundas. A Petrobras detém 100% de participação no bloco e dará continuidade ao Plano de Avaliação da Descoberta (PAD), conforme aprovado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Fonte: Assessoria de Imprensa da Petrobrás.

Ex

 

ALTA RODA

Tentativa válida

 

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Com a perspectiva de aprofundamento da crise de vendas neste ano, várias ações criativas estão em curso. Todo o elenco de estratégias – desde a “troca com troco” até os intermináveis feirões – foi sacado numa tentativa de animar o comprador a entrar na loja e sair com um carro zero-quilômetro.

 

Apenas o mercado de veículos usados conseguiu uma reação – previsível – depois de anos de apatia e queda de preços. Há clara tendência de valorização do usado e movimentação de trocar um modelo mais antigo por um menos antigo ou mesmo seminovo (até cinco anos de fabricação pelo entendimento geral). A maioria das concessionárias vem tomando ações proativas para ter mais relevância neste mercado. Em suas entrevistas coletivas mensais a Anfavea tem citado com frequência as estatísticas da Fenauto, associação dos lojistas independentes que tem forte presença na compra e venda de veículos usados inclusive na formação de preços.

 

Agora as atenções se voltam ao consórcio, por duplo motivo: oferta menor (e a juros maiores) de crédito e estoque de cotas contempladas que não se transformaram em vendas efetivas. A indústria automobilística sempre viu com bons olhos o crescimento desta modalidade ao garantir uma demanda fixa por seus produtos. Segundo a Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), o número de consorciados aumentou 8% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado.

 

Embora não existam estatísticas precisas – só o Banco Central tem controle efetivo sobre cartas de crédito em circulação –, o sistema de consórcio responde em média por 10% das vendas de veículos leves, podendo dobrar essa participação em períodos de crise como o de hoje. A situação atual está mais delicada porque 8% dos três milhões de consorciados de veículos leves e pesados (sem contar motocicletas) foram contemplados em sorteio e decidiram não usar o seu crédito. São 240.000 compradores que simplesmente preferiram sentar em cima do dinheiro (que continua aplicado pelas administradoras) e não adquirir nenhum veículo.

 

Esse cenário motivou Anfavea, Fenabrave e Abac a lançarem, em conjunto, uma promoção, inicialmente por 45 dias, para tentar convencer as pessoas a usar imediatamente suas cartas de crédito. Sempre há um percentual de compradores que adiam compras por motivos variados, como aguardar um lançamento, mudança de ano de fabricação e até a contemplação por sorteio antes do período planejado. De início, 16 fabricantes aderiram e prometem oferecer condições especiais (descontos e opcionais e IPVA grátis).

 

Todos os tipos de ações promocionais são válidos, mas essa em especial talvez obtenha alcance limitado. O contemplado pode simplesmente estar se sentido inseguro em retirar o carro no momento em que a falta de confiança permeia a economia brasileira. Afinal, tem de enfrentar despesas correntes de uso (combustível, manutenção, impostos, estacionamento, multas injustas), além de se sentir perseguido só por usar um automóvel.

 

A Abac afirma que os 8% de contemplados sem uso imediato do seu crédito estão dentro da média histórica. Se for isso mesmo, poucos estariam à espera de dias melhores para efetuar sua compra, o que não parece refletir a realidade atual.

 

RODA VIVA

 

DECISÃO pragmática e elogiável do governo, publicada em 26 de março, estimulará adoção de novos recursos para aumentar eficiência energética (economia de combustível) dentro do programa Inovar-Auto. Estão contemplados sistema desliga-liga o motor de forma automática, monitor de pressão dos pneus, indicador de troca de marcha e ajuste aerodinâmico de grades frontais.

 

SUZUKI S-Cross é novo contendor interessante na faixa de SUVs e crossover compactos que oferece, além de bom acabamento, a racionalidade de aliar um motor de 1,6L/120 cv a peso contido (1.125 kg com câmbio automático CVT). Oferece versões 4x2 e 4x4 (com controle eletrônico sofisticado), além de porta-malas de 440 litros. Preço começa em R$ 74.900 e vai a R$ 105.900.

 

TOUAREG na versão de topo agora inclui acabamentos antes cobrados à parte na versão R-Line. Preço é alto – R$ 298.800 –, porém mais em conta que um Porsche Cayenne com o qual divide o projeto. Destaques: posição de dirigir, suave motor V-8 de 360 cv, câmbio automático de oito marchas e consumo de combustível razoável para o alto desempenho oferecido.

 

ANTECIPAR a venda do subcompacto QQ reestilizado, antes de sua produção nacional no segundo semestre, ajuda a Chery a enfrentar a greve que paralisa a fábrica onde produz o Celer. Agora partindo de R$ 31.990 – 25% mais caro que a versão básica anterior montada no Uruguai – já embute, além das melhorias técnicas e de acabamento, as dores do chamado Custo Brasil.

 

SMART Light Evolucar, lanterna extra vendida como acessório com sensor que detecta movimentos do veículo para indicar mudança de direção pode exacerbar o pouco uso convencionais, sem contar o mau hábito de esquecer de consultar os espelhos. Outros acham que ligar a seta é suficiente, sem ter certeza se a manobra foi consentida ou percebida.