Posto Hoje - Informação e serviços para postos de combustíveis
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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Atualizado em

17 de novembro

de 2014

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE  A MAIS DE 8.000 POSTOS DE COMBUSTÍVEIS. FAÇA TAMBÉM SEU CADASTRO.

Desempenho operacional da Petrobras no 3º trimestre de 2014

 

No 3º trimestre de 2014, a produção de petróleo da Petrobras no Brasil atingiu a média de 2 milhões 90 mil barris por dia (bpd), 9% acima do mesmo período de 2013, devido, principalmente, ao aumento da produção da P-58, P-55, P-62 e do FPSO Cidade de Paraty, além do início dos Testes de Longa Duração de Iara Oeste e Tartaruga Verde. A produção total operada pela Petrobras alcançou 2 milhões 207 mil bpd neste trimestre. A produção de petróleo atingiu em outubro a média de 2 milhões 126 mil bpd, novo recorde histórico, superando o recorde anterior, atingido em dezembro de 2010. Outubro foi o nono mês consecutivo de crescimento da produção de petróleo da companhia no país. A produção de gás natural cresceu 7% em relação ao trimestre anterior, alcançando 441 mil bpd no 3º trimestre de 2014, devido à maior produção nos campos de Mexilhão, Uruguá-Tambaú, Sapinhoá e Lula Nordeste. Foram conectados 15 novos poços produtores no 3º trimestre, totalizando 46 poços nos nove meses do ano. A previsão é que sejam conectados mais 16 poços produtores no 4º trimestre, finalizando 2014 com 62 interligações, praticamente o dobro dos poços produtores interligados em 2013 (34 poços). Fonte: Imprensa Petrobras.

 

Laboratório de Campinas desenvolve processo para baratear bioetanol

 

A produção de bioetanol de segunda geração, combustível gerado a partir do bagaço e da palha da cana-de-açúcar, deverá ficar cinco vezes mais barata em aproximadamente três anos. A aposta é do orientador do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) de Campinas (SP), José Geraldo Pradella, que concentra esforços em quatro pesquisas sobre essa versão do etanol. O estudo que ganhou destaque utiliza fórmulas matemáticas capazes de otimizar a produção da fonte de energia, o que a deixaria mais barata. A produção deste tipo de bioetanol está em fase de estudo Brasil afora e por muito tempo se mostrou inviável por causa do alto custo das enzimas utilizadas na pesquisa (substâncias indispensáveis no processo de fabricação) que costumam ser importadas pelos laboratórios, segundo Pradella. No CTBE, os pesquisadores já conseguem produzir as próprias enzimas necessárias para a produção do bioetanol no laboratório. O diferencial, agora, é a análise de um novo fungo (microorganismo necessário para a produção das enzimas) que pode ser "melhorado" com a ajuda de cálculos. O Trichoderma harzianum foi isolado na Amazônia pela pesquisadora do CTBE Priscila Delabona em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e tem apresentado maior potencial no estudo. Para Pradella, com o desenvolvimento dessa pesquisa, em três anos seria possível gerar uma competitividade entre as enzimas produzidas no laboratório e as comercializadas no mercado.

Leia mais em  http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2014/11/laboratorio

 

HRT espera para este ano autorização da ANP para ter 100% do campo de Polvo

 

A HRT espera para este ano a autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para comprar os 40 por cento da dinamarquesa Maersk no campo de Polvo, na Bacia de Campos, e ficar com 100 por cento da área, o que foi negado pela agência no mês passado, em uma primeira análise, disse sexta-feira à Reuters o diretor financeiro da petroleira brasileira, Ricardo Bottas. Ao não autorizar a compra, a autarquia explicou que precisava de mais informações sobre os planos de investimentos da empresa na área. A HRT recorreu da decisão. Bottas disse à Reuters que os planos de dois poços para o campo ainda não foram submetidos formalmente pela empresa à ANP, mas que a HRT apresentou os esclarecimentos necessários para ter a aquisição concretizada. A autorização da ANP, segundo o diretor, é necessária para a HRT avançar nos investimentos na perfuração de novos poços, uma vez que a Maersk não tem mais interesse em permanecer investindo na área. Bottas reiterou ainda que a empresa vai investir 75 milhões de dólares em Polvo, o que inclui gastos na manutenção da sonda de perfuração própria, já em atividade, e na perfuração dos dois poços. Com os investimentos, a expectativa é estender em até três anos a vida útil comercial do campo, hoje prevista para até 2017.

Leia mais em  http://www.dci.com.br/industria/hrt-espera-para-este-ano-autoriza

 

Cade aplica multa à Raízen Combustíveis

 

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) condenou a Raízen Combustíveis (antiga Shell Brasil) por abuso de poder de mercado na distribuição de combustíveis nas cidades de Marília e Bauru, no interior paulista, entre os anos de 1999 e 2003. A decisão foi tomada na sessão de julgamento quarta-feira, 12. As multas aplicadas somam cerca de R$ 26,5 milhões. Na avaliação do Cade, a distribuidora influenciou a adoção de conduta uniforme e fixou preços na revenda de combustíveis, impondo a padronização de sistemas contábeis, preços e margens de lucro a postos concorrentes. Também foram condenados dois gerentes comerciais da empresa, por participação nas condutas anticompetitivas. Pelas práticas anticompetitivas, a Raízen foi condenada ao pagamento de multa de R$ 26,4 milhões. Já as pessoas físicas envolvidas no caso deverão pagar multa no valor de aproximadamente R$ 32 mil, cada. Em voto-vista, o conselheiro Márcio de Oliveira Júnior apontou que as instruções contidas em e-mails enviados pelos dois gerentes comerciais da empresa, à época dos fatos, mostraram que a Shell restringia a atuação dos varejistas na revenda de combustíveis. O conselheiro avaliou também que o exercício abusivo de poder de mercado se realizava a partir de um constante monitoramento do mercado. Caso os revendedores optassem por adotar preços, em condições de concorrência, a distribuidora ameaçava os varejistas com notificações de despejo.

Leia mais em 

http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/cade-aplica-multa-a-raiz

 

Vendas de etanol hidratado para mercado interno atingem 1,31 bilhão de litros em outubro

 

As vendas de etanol hidratado destinado ao mercado interno pelas unidades produtoras localizadas no Centro-Sul atingiram 1,31 bilhão de litros em outubro, superando em 3,51% o volume registrado no mesmo período da safra passada (1,26 bilhão de litros). Segundo o diretor técnico da UNICA, Antonio de Padua Rodrigues, “essa foi a primeira vez nesta safra que as vendas de etanol hidratado ao mercado doméstico superaram o volume comercializado no mesmo mês de 2013”. A viabilidade econômica do etanol na maior parte do mercado consumidor tem estimulado o consumo do produto, completou Rodrigues. No total, as unidades produtoras do Centro-sul comercializaram 2,21 bilhões de litros em outubro deste ano, sendo 83,03 milhões para o mercado externo e 2,13 bilhões para o consumo doméstico. No mercado interno, além do aumento das vendas de etanol hidratado, também houve crescimento nas vendas de etanol anidro, que atingiram 821,47 milhões de litros (crescimento de 1,79% sobre os 807,03 milhões registrados em 2013). Fonte: Assessoria de Imprensa.

Ex

ALTA RODA

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Convivência pacífica

 

Magnetismo das novidades e clima de festa dos salões de automóveis algumas vezes deixam de lado boas discussões em torno do tema do momento, a mobilidade urbana. O salão recém-encerrado em São Paulo não foi exceção. Organizado em paralelo à exposição, o Fórum Presente e Futuro da Indústria Automobilística teve boas palestras e, em particular, um estudo inédito da Anfavea sobre a evolução do mercado brasileiro nos próximos 20 anos. Em geral, as projeções se limitam a um horizonte de cinco a dez anos.

 

Segundo a entidade, nossa taxa de motorização de 5 habitantes por veículos este ano evoluirá para 2,4 habitantes por veículo em 2034 (cenário otimista, 2,1; pessimista, 2,7). A frota real hoje, excluídos veículos de duas rodas, é de 40 milhões de unidades (esqueça números do Denatran, que desconhece sucateamento). Em duas décadas terá mais que dobrado para 95 milhões de veículos (otimista, 106 milhões; pessimista, 85 milhões). Como referência, os EUA com extensão territorial contínua (sem Alasca e Havaí) pouco menor do que o Brasil têm frota atual de 250 milhões.

 

Esses cálculos econométricos se basearam na taxa de motorização versus PIB per capita em 17 países selecionados, entre 2001 e 2012. O cenário só não se confirmaria, na visão da Coluna, se a política econômica continuasse tão ruim como está.

 

Logo vem a dúvida de como será possível vender tantos carros se as grandes cidades sofrem com trânsito saturado. A resposta está no crescimento muito mais acelerado das frotas de pequenas e médias cidades. Considerando só licenciamentos de veículos novos, cidades entre 5.000 e 10.000 habitantes tiveram aumento de 124% entre 2007 e 2013. São Paulo cresceu só 6% porque a cada 1.000 novos emplacamentos algo entre 800 e 900 veículos foram vendidos para outros municípios ou sucateados por idade, acidentes e roubos.

 

O estudo serve de alerta para que planos diretores que incluam a mobilidade entre as prioridades passem logo para ordem do dia nas cidades de crescimento – muito justo – bem acima da média nacional. Tais planos precisam ter em vista os erros de planejamento viário e de transportes cometidos até hoje pelas grandes e médias cidades, antes que seja tarde demais.

 

No Fórum citado, o professor Diego Conti, do Núcleo de Estudos do Futuro da PUC-SP, lembrou que "a cidade chinesa de Xangai, em 1990, não tinha malha metroviária. Agora são 350 km, enquanto São Paulo hoje, somente 74,3 km”. Há um pormenor: a capital paulista começou a construir sua primeira linha em 1968. Por várias razões – custos altos e inflação histórica entre as principais – são erros que não podem mais se repetir porque os prejuízos com o trânsito lento são bem grandes e abrangentes.

 

Obviamente o metrô deve ser precedido pelo trem metropolitano – com estacionamentos integrados para veículos de duas ou mais rodas motorizados ou não – e por corredores de ônibus no centro das vias. De pouco adianta simplesmente pintar faixas de ônibus à direita sem critérios ou estudos de fluxo/benefício como se faz agora em São Paulo.

 

Atendidas essas premissas, pode haver convivência pacífica entre transporte público e o não coletivo, em especial pelos recursos atuais de conectividade.

 

Proteção invisível

 

 

Uma das maiores preocupações de segurança no tráfego urbano é proteger usuários mais expostos: pedestres, ciclistas, cadeirantes e quem apresenta dificuldade de locomoção ou qualquer deficiência sensorial. Na Europa Ocidental esse sentimento tornou-se tão agudo que os fabricantes precisaram mudar o projeto frontal de todos os modelos para tentar diminuir as consequências de atropelamentos. Ainda assim são 8.000 mortes por ano, mas a frota real circulante passa de 300 milhões de veículos, o que significa números relativamente baixos.

 

Principais iniciativas estão na Alemanha. Entre elas o UR:BAN (acrônimo em alemão para Área Urbana: Gerenciamento de Rede e Sistema de Assistência Focado no Usuário) reúne 30 parceiros, desde 2012, liderados pela Daimler e com apoio financeiro parcial do Ministério da Economia e Tecnologia.

 

Até agora os programas de detecção de perigo e de frenagem automática, que já equipam até carros europeus de preço menor, só evitam colisões com pedestres e ciclista em linha reta. Um dos projetos desenvolve um sistema de reconhecimento por imagem mesmo em trajetória de curva do veículo. Detecta posição ou atitude de pedestres, motociclistas, ciclistas e até de crianças brincando.

 

O novo método combina padrões de comportamento empíricos a informações detalhadas, por meio de sensores, do perfil do pedestre e seus movimentos de cabeça e pernas. Quando integradas aos sensores de arredores, aos movimentos do próprio veículo e ao seu espaço dentro da faixa de circulação, permitem determinar o risco potencial de modo preciso e robusto.

 

Pesquisadores, na realidade, consolidaram os resultados obtidos de câmeras de vídeo estereoscópicas e radares (ambos presentes em vários automóveis) de forma a monitorar tudo em torno do veículo. Significa identificar de forma instantânea a posição, tipo, tamanho e movimento de todos os usuários das vias e também obstáculos fixos como carros estacionados, calçadas e postes, além de pedestres parados, andando ou correndo. Dessa forma, o carro só seguirá em frente se nada puder interromper sua trajetória.

 

Outra frente de estudos, à parte do UR:BAN, é da Universidade Técnica de Muenchen, também na Alemanha, com parceiros da indústria automobilística. Ela desenvolveu um sistema de assistência a bordo, menos sofisticado e de menor custo, que identifica com precisão pedestres ou ciclistas, mesmo que estejam totalmente encobertos (ver ilustração). Para tanto, pessoas e veículos precisariam usar um transponder, ou seja, dispositivo de rádio transmissor/receptor que responde a sinais específicos, semelhante ao utilizado nos aviões para evitar colisões aéreas.

 

Trata-se de instrumentos extremamente precisos, da ordem de centímetros e de milionésimos de segundo, para medir distâncias entre objetos. Pode ser calibrado para alertar o motorista e/ou iniciar uma freada emergencial, especialmente em áreas residenciais.

 

Outra possibilidade é o transponder, fácil de carregar em bolso ou mochila, ser substituído pelo telefone celular. Essa solução parece mais adequada porque seu uso está praticamente generalizado. Bastam apenas pequenas mudanças nos aparelhos e um dos grandes fabricantes de telefone já se interessou pelo projeto.

 

RODA VIVA

 

APESAR de as vendas no segundo semestre estarem melhores do que no primeiro, este ano está definitivamente perdido. Anfavea continua a apostar numa queda de 5% sobre 2013, porém o mais provável é um tombo de 10%. Já se tem como certo que o IPI aumentará em janeiro – e pode gerar movimento de antecipar compras –, mas há esperança de volta da alíquota máxima.

 

HONDA prepara renovação total de seus motores, inclusive no Brasil, exibidos no recente Salão do Automóvel e confirmados na conferência internacional de tecnologia e inovação da SAE Brasil em seguida. Para cá serão todos turboflex: 3-cilindros, 1 L/140 cv e 4-cilindros, 1,5L/200 cv. Há ainda o 2 L/300 cv, importado.

 

NADA é comparável em sonoridade ao motor de seis cilindros em linha. E o do BMW M235i comprova isso de forma cabal com extrema suavidade por toda a faixa de rotações. Isso apesar de o sistema biturbo, que proporciona 330 cv e quase 45 kgfm, abafar um pouco do que se sentia no tempo dos motores aspirados. Este cupê da Série 1 de fato emociona, até mesmo no preço de R$ 230 mil.

 

NAVEGAÇÃO alternativa em tempo real, capaz de escolher a rota menos congestionada, é aposta da TomTom com seus novos aparelhos de 5 e 6 polegadas. Pareado com um telefone inteligente e seu plano de dados móveis, o modelo GO promete atualização a cada dois minutos e precisão de localização de apenas 10 metros. Preços: R$ 899 a 1.499 (este com mapas dos EUA).

 

COMO opção às dificuldades de aceitação da marca italiana no mercado mexicano – o oposto ocorre no Brasil – a Fiat resolveu dar uma cartada. Mudou o nome da picape Strada para RAM 700 e do Grand Siena para Dodge Vision. Decisão tomada no Brasil, responsável pelas estratégias comerciais do Grupo FCA para toda a América Latina.