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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Atualizado em

02 de março

de 2015

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE  A MAIS DE 8.000 POSTOS DE COMBUSTÍVEIS. FAÇA TAMBÉM SEU CADASTRO.

Anidro pode gerar receita R$ 350 milhões menor

 

Usinas de etanol e distribuidoras de combustíveis travam neste momento uma queda de braço para definir em contrato o preço do anidro que será misturado à gasolina nos próximos 12 meses, contados a partir de abril. Com os tanques cheios de produto e, em alguns casos, dificuldade de caixa, as usinas entram na negociação com desvantagem. Se a proposta das distribuidoras prevalecer, a perda de receita pode atingir R$ 350 milhões. Pelas regras da Agência Nacional de Petróleo (ANP), até 30 de março as distribuidoras precisam apresentar ao órgão regulador contratos de aquisição de 70% do anidro que vão misturar nos 12 meses – com base no consumo dos 12 meses anteriores. Em isso feito, essas empresas adquirem o direito de comprovar a aquisição de outros 20% até 1º de junho, cumprindo, portanto, a determinação de deixar “em aberto” apenas 10% da demanda projetada. No ciclo 2014/15, usinas e distribuidoras acordaram que o valor de realização dos contratos de anidro seria o preço do hidratado adicionado de um prêmio de 13% – fórmula aplicada semanalmente, na medida em que a entrega do produto ia sendo feita. A existência de um prêmio entre os dois produtos tem como princípio o valor agregado de um sobre o outro. O anidro é um etanol puro, que passa por desidratação para eliminar o máximo de água. Por isso, também tem um custo maior que o do hidratado. No entanto, de abril de 2014 até janeiro deste ano, esse prêmio se realizou em 11% – considerando a média ponderada de preços do anidro e do hidratado, conforme cálculos da trading Bioagência, com base em dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada.

Leia mais em  http://www.jornalcana.com.br/anidro-pode-gerar-receita-r-350-milh

 

Moody´s rebaixa títulos de dívida de empresas ligadas à Petrobras

 

A agência de classificação de risco Moody´s rebaixou os ratings das notas globais seniores garantidas de seis empresas relacionadas à Petrobras, que somam quase US$ 5 bilhões. Em comunicado, a agência afirma que a ação reflete o aumento do risco de liquidez associado à deterioração do perfil de crédito da Petrobras, que é alvo de investigações envolvendo corrupção. Foram afetados pela decisão US$ 400 milhões em dívida da SBM Baleia Azul, que teve seus papéis com vencimento em setembro de 2027 rebaixados para Ba3, de Ba1.A Lancer Finance Company teve US$ 80 milhões afetados, com seus títulos com vencimento em julho de 2016 rebaixadas a B1, de Ba1. Cerca de US$ 675 milhões em notas da Schahin II Finance Company, com vencimento em setembro de 2022 foram rebaixadas para B1, de Ba1. A QGOG Atlantic / Alaskan Rigs Limited teve US$ 372 milhões em títulos com vencimento em julho de 2018 rebaixados para B1, de Ba1. Aproximadamente US$ 1,275 bilhão em notas da Odebrecht Drilling Norbe VIII/IX, com vencimento em junho de 2021, foram afetados pelo rebaixamento de Ba1 para B2.No caso da Odebrecht Offshore Drilling Finance, a revisão de Ba1 para B2 atingiu US$ 2,151 bilhões em papéis com vencimento em outubro de 2022.

Leia mais em  http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Dilemas/noticia/2015/0

 

Luiz Navarro ocupa vaga de Zimmermann no conselho da Petrobras

 

A Petrobras confirmou sexta-feira, 27, que o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, renunciou ao cargo de membro de conselho de administração. A estatal também confirmou que, para a vaga de Zimmermann, o conselho aprovou hoje, por maioria, a eleição do advogado Luiz Navarro. Tanto a saída de Zimmermann do conselho quanto a entrada de Navarro foram antecipadas pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Conforme o fato relevante, Luiz Navarro é consultor sênior no escritório Veirano Advogados e suas principais áreas de atuação são anticorrupção, integridade corporativa & compliance e direito administrativo e regulatório. Navarro trabalhou por dez anos na Controladoria-Geral da União (CGU), onde exerceu os cargos de secretário-executivo, secretário de prevenção da corrupção e corregedor-geral. "Essa eleição, conforme dispõem a Lei das Sociedades Anônimas e o Estatuto Social da Petrobras, é válida até a próxima Assembleia Geral de Acionistas", diz a estatal, no fato relevante.

Leia mais em  http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20150227/luiz-na

 

Ex-OGX, Óleo e Gás diz que pode devolver campo de Tubarão Martelo

 

A companhia petrolífera Óleo e Gás Participações, ex-OGX, criada por Eike Batista, informou em comunicado divulgado nesta sexta-feira (27) que a forte queda nos preços do petróleo nos últimos meses obrigou a empresa a reavaliar a viablidade econômica do campo de Tubarão Martelo, algo que pode culminar com a devolução do ativo à Agência Nacional do Petróleo (ANP). "Em virtude da queda vertiginosa do preço do petróleo (...) a companhia se viu impossibilitada de obter os financiamentos necessários para garantir o incremento da produção", do campo de Tubarão Martelo, informou a Óleo e Gás no texto. Diante do quadro, a ex-OGX contratou uma empresa especializada para elaborar uma previsão independente da produção do campo e, a partir desta estimativa, os conselhos das companhia envolvidas vão "avaliar se as medidas de redução de custos implementadas ou em negociação serão suficientes para manter a continuidade da operação do campo e decidirão por sua manutenção, pela desativação temporária das instalações de produção ou pela devolução para a ANP". A autarquia deu prazo até o próximo dia 8 de março para a Óleo e Gás reapresente um plano de desenvolvimento do campo.

Leia mais em  http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2015/01/eike-batista

 

Shell terá rede de serviços automotivos

 

A rede americana Jiffy Lube, especializada em lubrificantes, troca de óleo e serviços automotivos, ingressará no mercado brasileiro pelas mãos da Shell. O anúncio foi feito sexta-feira, 27. O plano da Shell é abrir 200 lojas nos próximos três anos, pelo sistema de franquias. Conhecido mercado-teste, a cidade paulista de São José do Rio Preto abrigará as três primeiras lojas da marca no País. Em entrevista à Folha de S. Paulo, Guilherme Perdigão, vice-presidente de lubrificantes para a América Latina da Shell afirmou as três lojas funcionarão como piloto até o mês de junho para que a empresa faça as adaptações necessárias ao mercado brasileiro. Ainda segundo a entrevista, o Brasil é o quinto maior mercado de lubrificantes para a empresa, atrás de Estados Unidos, China, Alemanha e Índia. Já com a rede Jiffy Lube, a Shell possui 2.000 pontos de venda nos Estados Unidos e Canadá. Todos funcionam de forma independente dos postos Shell.

 Leia mais em  http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/2015/

 

Ultrapar espera resultado melhor de Ipiranga no 1º trimestre

 

A Ultrapar disse que as tendências de longo prazo e conjuntura econômica que influenciaram o quarto trimestre não se alteraram no primeiro trimestre para a distribuidora de combustíveis Ipiranga, mas que espera uma evolução de resultado para a unidade por conta de benefícios com derivados e ganho temporário de estoques. Para a produtora de especialidades químicas Oxiteno, a companhia espera uma margem operacional acima dos patamares verificados desde o fim do último ciclo de investimentos em expansão da empresa. Já para a rede de drogarias Extrafarma, a expectativa é de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) no primeiro trimestre próximo ao registrado no quarto por conta de custos do novo centro de distribuição e lojas abertas recentemente. A rede de farmácias do grupo deve ter queda de margem Ebitda em 2015 por conta da aceleração do número de abertura de lojas, acrescentou o diretor financeiro da Ultrapar, André Covre, em teleconferência com analistas e investidores. A Ultrapar divulgou na véspera lucro estável no quarto trimestre, a cerca de 372 milhões de reais.

Leia mais em  http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/ultrapar-espera-resulta

Ex

ALTA RODA

Motivo para comemorar

 

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

O Carnaval este ano foi marcado por menos acidentes, mortos e feridos do que o mesmo período carnavalesco do ano passado nas estradas federais do País. Ainda é difícil saber se indica uma tendência, mas a Polícia Rodoviária Federal (PRF) fez um balanço baseado em seus registros e estatísticas. Nesta comparação, por cada milhão de veículos registrados no Renavam, o número de mortos caiu 28%, o de feridos 18% e os acidentes 22%.

 

Morrer 120 pessoas (incluídos os atropelamentos) em quatro dias e meio ainda assusta e muito. Mas é inegável que a PRF se preparou para este período sempre problemático com ações diversas. No total foram fiscalizados 234.038 veículos, recolheram-se 1.901 carteiras de motoristas e 48.754 pessoas participaram de ações de educação para o trânsito. Uma das providências que mais surtiu efeito foram os testes de alcoolemia. Pelo bafômetro passaram 85.677 motoristas, dos quais 2.006 foram autuados e 372, presos.

 

A referência a comemorar aparece quando se comparam as fatalidades nas rodovias federais no Carnaval de 2007 com o de 2015. Em oito anos, as mortes por milhão de veículos registrados baixaram nada menos de 56%: de 3,2 para 1,4. No entanto, a relação com outros países ainda não pode ser feita, pois a frota registrada é cerca de 30% maior do que a real. Afinal, como já comentado nessa Coluna, os carros no Brasil têm certidão de nascimento, mas não de óbito. Milhares de veículos viram sucata todos os anos, mas continuam no Renavam: poucos se habilitam a enfrentar a burocracia e os custos de cancelar a documentação.

 

As estatísticas da PRF, no entanto, têm seu valor porque a mesma base, ainda que errada, serviu de critério em todo o período avaliado. Há alguns fatores importantes deixados de lado entre eles a densidade do tráfego. Não foi possível descobrir se menos veículos circularam neste Carnaval por razões econômicas: combustível mais caro, índice menor de confiança no futuro e o País em ambiente recessivo.

 

Esse dado é tão importante que nos EUA o balanço de acidentes, feridos e mortos leva em conta a frota real (lá bem controlada) e a média de distância percorrida anualmente por veículo. Com organização estatística pode-se medir por amostragem direta e indireta, por exemplo, pelos planos de manutenção nas oficinas.

 

No Brasil deve-se esperar uma melhoria constante na segurança à medida que mais automóveis entrarem em circulação com freios ABS e bolsas infláveis. Nada, no entanto, se equivale à qualidade das estradas como fator de menor risco.

 

São Paulo, o estado com as rodovias mais modernas e seguras do País, comprova isso. Segundo a Polícia Militar Rodoviária, comparando o período carnavalesco de 2014 e de 2015, o número de mortos caiu de 40 para 21. Deve-se notar que a malha rodoviária federal em São Paulo é minúscula, enquanto a estadual representa mais de 40% do total de rodovias no Brasil, incluídas regionais, estaduais e federais.

 

Números paulistas, portanto, têm extraordinária relevância e se aproximam de países desenvolvidos por qualquer critério de comparação.

 

RODA VIVA

 

PARA quem costuma desdenhar das leis de mercado, basta ver o repasse do aumento do IPI não integral para todos os modelos. Alguns fabricantes oferecem acessórios sem aumento de preço ou subsidiam seu valor. Veículos mais caros que já não tinham IPI menor sofreram até redução nominal de preço. Tudo  em razão do ambiente econômico e setorial recessivo.

 

ATUAL geração do Gol deve receber retoques só no início de 2016. Novidades para 2015 são motores turboflex 1,4 l (Golf, A3 sedã e Jetta nacionais) e o 3-cilindros, também turboflex, para o up! GT. Já o Gol G6, previsto para 2017, usaria a mesma arquitetura MQB do futuro Polo e seria modelo global, situado entre up! e Polo. Possivelmente mantendo o nome Gol em todos os mercados.

 

VERSÕES de topo do Etios sedã e hatch, batizadas de Platinum, superaram algumas críticas sobre interior pouco requintado. Visual melhorou, mas simplicidade excessiva ainda aparece nos detalhes. Exigiria um novo painel que certamente só virá na segunda geração. Mecanicamente o carro é muito bom e econômico (em especial o motor de 1,5 L), mas o de 1,3 vence por pouco os atuais 1,0 L de três cilindros.

 

RECENTE regulamentação de segurança sobre cintos de três pontos retráteis para todos os passageiros dos bancos de trás, com cronograma de aplicação até 2020, deixou uma falha inadmissível. Permite-se ainda vender um carro sem cintos retráteis para os dois passageiros das extremidades do banco. Eles têm que ser regulados manualmente: convite para deixar de usá-los.

 

FABRICANTES de rastreadores continuam a investir em produtos complementares para incrementar a segurança contra furtos e roubos de veículos. Agora é a vez da Pósitron de oferecer rastreamento associado ao seguro cujo preço pode ser até 50% menor do que as apólices convencionais. O seguro indeniza pela tabela FIPE cheia em caso de sinistro e obviamente sem franquia.