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23/01/17

Chefe de Exploração da Shell vai renunciar em fevereiro

 

Londres – A vice-presidente de Exploração da anglo-holandesa Shell, Ceri Powell, renunciará próximo mês, fechando sete anos com a função de realizar cortes acentuados na busca por novas reservas de petróleo e gás, em meio à profunda recessão da indústria desde meados de 2014. Powell, geóloga que se juntou à Shell em 1990 e grande defensora do fortalecimento do envolvimento feminino no setor, partirá no dia 13 de fevereiro e se tornará diretora-gerente da Brunei Shell Petroleum no mês seguinte, de acordo com uma porta-voz da Shell. Sua partida faz parte de uma ampla remodelação de cargos seniores na companhia após a conclusão da aquisição da BG Group pela Shell por 54 bilhões de dólares em fevereiro de 2016. O movimento tornou a anglo-holandesa a maior parceira da Petrobras no pré-sal brasileiro. A remodelação inclui a nomeação de Jessica Uhl como diretora Financeira, substituindo Simon Henry em março, bem como a nomeação de Gerard Paulides, que supervisionou a fusão com a BG, como chefe de Relações com Investidores. Powell será substituída pelo atual vice-presidente de estratégia de Produção Marc Gerrits, que iniciou sua carreira na Shell em 1986 como geólogo de exploração na Austrália.

Leia mais em  http://exame.abril.com.br/negocios/chefe-de-exploracao-da-shell-va

 

Petróleo começa semana em queda com foco em plataformas dos EUA

 

Os preços do petróleo recuaram durante o pregão matinal europeu nesta segunda, com o aumento de produção dos EUA influenciando o mercado. O petróleo bruto para entrega em março, negociado na Bolsa de Valores de Nova Iorque, recuou US$ 0,26, ou cerca de 0,5%, a US$ 52,96 o barril, cotado às 6h50, no horário de Brasília. No Reino Unido, o barril de Brent para entrega em março, negociado na ICE Futures Exchange, de Londres, recuou US$ 0,15, ou 0,3%, operando a US$ 55,34 o barril. A prestadora de serviços da área petrolífera Baker Hughes afirmou, na sexta, que o número de plataformas extraindo petróleo nos EUA aumentou em 29 na semana passada, chegando a 551, o maior aumento semanal desde que a recuperação dos números de plataformas começou em junho e o nível mais alto dos últimos 14 meses. Os dados levantaram preocupações relacionadas ao aumento da produção de shale oil nos EUA e como este aumento pode prejudicar as medidas de outros grandes produtores para reequilibrar a oferta e demanda global.

Leia mais em  https://br.investing.com/news/not%C3%ADcias-de-commodities-e-f

 

Postos Ale temem compra pelo Grupo Ultra e podem deixar bandeira

 

São Paulo – O Grupo Ultra, detentor da rede de postos de combustíveis Ipiranga, corre o risco de perder pontos da revenda da Alesat, quarta maior distribuidora do País, cuja aquisição em 2016 ainda está pendente de aprovação pelo Cade. O ato de concentração foi declarado complexo pela autarquia no mês passado, o que significa que o desfecho do processo pode demorar mais para acontecer. Na análise, o Cade tem ouvido donos de postos de bandeiras diversas, concorrentes e empresas que são grandes consumidoras de combustíveis. Entre os mais resistentes ao negócio estão os empresários que possuem postos da bandeira Ale e ameaçam abandonar o grupo após o fim do contrato. Eles enxergam na ainda concorrente Ipiranga uma companhia que toma decisões de forma arbitrária, inclusive referentes a preços, e impõe contratos frequentemente desfavoráveis à revenda. “Para a Ipiranga conseguir manter a revenda Ale, conforme os vencimentos de contratos firmados com os postos, vai ter que oferecer boas condições e praticar preços menores. Pelo que sei, os revendedores Ale não estariam dispostos a aceitar pagar os preços da Ipiranga”, disse um empresário que tem um posto da bandeira Ale e outro da Ipiranga. Outro revendedor da Alesat avalia que a aquisição pelo Grupo Ultra, se for concretizada, será extremamente nociva aos interesses do revendedor e pode afetar também os consumidores.

Leia mais em  http://exame.abril.com.br/negocios/postos-ale-temem-compra-pelo-

 

Fecombustíveis sugere remédios ao Cade em venda da Alesat

 

Em meio ao receio dos donos de postos da bandeira Ale de serem prejudicados na migração para o modelo Ipiranga, a Fecombustíveis tem trabalhado para dar subsídios para a análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em relação à compra do Grupo Alesat pelo Ultra, dono da marca Ipiranga. Para isso, a entidade sugere alguns remédios ao órgão de defesa da concorrência, entre os quais o estabelecimento de mecanismos para preservar a liberdade contratual para o revendedor Ale que não queira migrar para a rede Ipiranga, permitindo a rescisão contratual sem ônus. Isso não significa que todos os atuais postos vinculados à marca Ale irão romper seus contratos, caso a operação seja consumada e tenham de migrar para a marca Ipiranga, diz o advogado Arthur Villamil, do escritório Neves & Villamil Advogados Associados e que representa a Fecombustíveis. "A marca Ipiranga é mais forte que a Ale, muitos revendedores podem querer migrar para a marca Ipiranga, mas isso dependerá das condições oferecidas, com relação à questão da conveniência e de preços", afirma. "Dar ao revendedor essa liberdade pode servir como mecanismo para evitar eventual aumento de preços ou outros tipos de exercício de poder de mercado pela Ipiranga, após a aquisição da Ale", afirma. Outro remédio solicitado pela Fecombustíveis é que o Cade determine à Ipiranga que mantenha condições competitivas para os postos de sua rede, evitando tratamentos discriminatórios entre postos que estejam em igualdade de situação, por exemplo, que estejam na mesma localidade.

Leia mais em  http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/01/economia/542765-fecomb

 

Petroleiras dos EUA adicionam maior número de sondas desde 2013

 

As petroleiras norte-americanas colocaram em operação o maior número de sondas de perfuração em quase quatro anos, ampliando uma recuperação que já dura oito meses à medida que perfuradores aproveitam o acordo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para reduzir a oferta que levou os preços para acima dos 50 dólares por barril. As empresas adicionaram 29 sondas na semana encerrada em 20 de janeiro, levando a contagem total de sondas em operação para 551, o maior número desde novembro de 2015, disse a empresa de serviços em energia Baker Hughes sexta-feira. Na mesma semana do ano passado, havia 510 sondas em operação. Desde que os preços do petróleo primeiro tocaram os 50 dólares por barril em maio, após recuperação de mínimas de 13 anos em fevereiro, as petroleiras adicionaram um total de 235 sondas em 30 das últimas 34 semanas, na maior recuperação desde que o excesso de oferta global de petróleo derrubou os preços por mais de dois anos a partir de meados de 2014. A contagem da Baker Hughes caiu de um recorde de 1.609 unidades em outubro de 2014 para uma mínima de seis anos de 316 em maio, em meio a um colapso dos preços, que caíram de 107 dólares o barril em junho de 2014 para cerca de 26 dólares em fevereiro de 2016.

Leia mais em  http://exame.abril.com.br/economia/petroleiras-dos-eua-adicionam-m

 

 

ALTA RODA

Salão do protecionismo

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Até o próximo domingo, dia 22, o Salão do Automóvel Internacional da América do Norte (nome oficial) terá se transformado em um novo marco, pelo que o presidente do EUA, Donald Trump, quer colocar em prática. Mais conhecido como Salão de Detroit, poderá se tornar uma exposição centrada nos fabricantes americanos, sediados na região, que dominaram no passado a produção mundial de veículos.

 

O México sofrerá com esta política. Ford foi a primeira a interromper investimentos já em andamento, seguida pela FCA, que informou transferência de linhas de produtos. GM acaba de anunciar investimento de US$ 1 bilhão para criar 1.000 empregos nos EUA. Trump ameaça taxar as exportações mexicanas, apesar do acordo vigente de livre comércio.

 

Essa reviravolta pode aumentar o protecionismo no momento em que o Brasil admite abrir mais suas fronteiras e se integrar à cadeia mundial de manufatura. Ainda é cedo para analisar desdobramentos. O enfraquecimento industrial do México pode ser bom para o País em médio prazo, embora dispense comemoração. Interessa é progredir pelos próprios meios.

 

Chevrolet Tracker teve lançamento para a imprensa brasileira na semana passada em Detroit, sinal dos tempos... O SUV compacto recebeu pequenas alterações de estilo e o mesmo motor 1,5 turboflex do Cruze, bem mais forte que o anterior. Sucessor do Captiva, o Equinox revitalizado estreou no salão e também virá do México. Chegará ainda esse semestre e, como o motor citado será produzido na Argentina, esse concorrente direto do Jeep Compass reúne condições de fabricação local.

 

Novo EcoSport (apresentado antes no Salão de Los Angeles, em novembro) pôde ser visto de perto, A Ford só no dia 17 liberou fotos do Mustang ano-modelo 2018 (à venda em julho nos EUA), mas não está exposto no salão. Essa versão é a que será exportada para cá no início de 2018, com novo capô 2 cm mais baixo e câmbio automático de 10 marchas (!) para o motor V-8 agora com injeção direta (potência ainda não anunciada).

 

Detroit também viu estreias mundiais. Destaque para o novo BMW Série 5, aliviado em 68 kg e direção semiautônoma aperfeiçoado para atuar a até 210 km/h. Mercedes-Benz apresentou o Classe E cupê e o retocado GLA que se estenderá ao modelo produzido aqui. Audi destacou o conceito Q8, praticamente pronto, crossover para desafiar BMW X6 e Mercedes GLE Coupé.

 

Automóvel mais vendido nos EUA, novo Toyota Camry tem frente ousada inspirada nos modelos de luxo Lexus. Volkswagen exibiu o que será a nova Kombi com traços próximos ao definitivo e tração elétrica. Roubaram atenções o sedã de tração traseira Kia Stinger (o melhor trabalho de estilo da marca) e Nissan VMotion indicador da forte guinada no desenho dos futuros sedãs japoneses.

 

Fato preocupante surgiu no Salão de Detroit, protagonizado pela EPA (Agência de Proteção ao Meio Ambiente, na sigla em inglês). Repetiu a mesma tática utilizada durante o Salão de Frankfurt de 2015 ao denunciar a Volkswagen por utilizar dispositivos ilegais no controle de emissões de motores Diesel. Agora, contra a FCA em picapes e SUVs a diesel. Se a agência usar o mesmo rigor, o impacto na empresa ítalo-americana pode ser incontrolável.

 

RODA VIVA

 

FONTE da Coluna indica que novo hatch Fiat (projeto X6H), substituto de Punto, Bravo e versões superiores do Palio, tem início de produção em março próximo e vendas em abril. Mesma fonte detectou um atraso do sedã (X6S), sucessor do Linea e em parte do Grand Siena: vendas ficariam para 2018. Ambos terão arquitetura mista, do Palio e partes do Punto.

 

CONDIÇÕES atuais do mercado e limitações financeiras empurram para junho o início de fabricação da nova geração do EcoSport, em Camaçari (BA). SUV compacto, responsável pela onda atual de lançamentos de vários marcas, terá motor 3-cilindros de 1,5 litro, antecipado por esta Coluna. Peugeot e Citroën oferecem essa configuração, mas apenas de 1,2 litro.

 

UNO SPORTING ganhou vida graças ao motor Firefly 1,3 litro/109 cv. Na verdade, investe mais na aparência ao explorar aplicações da cor vermelha e pormenores como ponteira de escapamento dupla central. Ideal seria acerto de suspensão mais firme, como forma eficaz de melhorar a experiência e destacá-lo dos Uno comuns. Evolução também no câmbio automatizado.

 

HONDA e SoftBank (proprietário da empresa de chips ARM) trabalham em inteligência artificial para automóveis. Por meio de câmeras e sensores será possível “aprender” reações do motorista. Sistemas autônomos de direção dependerão do recurso para tomar decisões em situações emergenciais.

 

DESDE que exista sinalização, faróis baixos têm que ser ligados nas estradas durante o dia, sob pena de multa. Carros com iluminação DRL não devem usar faróis, pois estes são menos eficientes em especial nos dias de chuva por refletir no asfalto molhado. Deve-se atentar que assinatura luminosa não é DRL. Tudo resultado de lei desastrada e sem eficácia em países tropicais.

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