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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Atualizado em

18 de agosto

de 2014

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MG estuda reduzir ICMS do etanol de 19% para 15%

 

Pressionados pelo setor sucroenergético, deputados estaduais de Minas Gerais se mobilizam na tentativa de reduzir o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que incide sobre o etanol de 19% para 15%. A proposta foi objeto de audiência pública na quinta-feira, em Campo Florido, no Triângulo Mineiro. O Estado tem a segunda maior frota do País, mas, de acordo com a associação do setor, em Minas, para cada 100 litros de gasolina, são comercializados apenas 15 litros de etanol hidratado. A redução do imposto ajudaria a tornar o combustível mais competitivo, ampliando as vendas e sua participação no mercado. A alíquota do etanol em MG era de 22% e foi reduzida para 19% há menos de três anos, sendo na época aumentada a alíquota do óleo diesel para suprir a redução. No País, o ICMS para o etanol combustível é menor em São Paulo, hoje fixado em 12% e com o setor reivindicando uma redução para 7%. Em Minas, para discutir a proposta de reduzir a 15% estiveram reunidos representantes do setor sucroenergético, políticos e empresários.

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http://estadao.br.msn.com/economia/mg-estuda-reduzir-icms-do-eta

 

ANP e IPEM-SP firmam compromisso para fiscalização do mercado de combustíveis

 

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (IPEM-SP) firmaram compromisso para fortalecer as ações de combate à fraude metrológica no mercado de combustíveis em São Paulo. O objetivo é reduzir os índices da chamada “bomba baixa”, fraude na qual o volume fornecido é inferior ao marcado na bomba e pelo qual o consumidor paga. Os dois órgãos já realizavam ações conjuntas de fiscalização, mas com o compromisso, firmado no final de julho, essas ações serão intensificadas e realizadas com maior frequência. A primeira fiscalização foi realizada no último dia 31 de julho e a segunda, terça-feira (12/08), ambas com participação da Polícia Civil. Foram fiscalizados 17 agentes econômicos, a maior parte com base em denúncias. Em 12 deles foram constatadas irregularidades diversas, como não apresentação das notas fiscais de aquisição de combustíveis ou equipamentos sem os lacres oficiais do Ipem. Em quatro estabelecimentos foi constatada efetivamente a fraude no volume comercializado ao consumidor. As placas com indício de adulteração que não poderiam ser detectadas em campo foram apreendidas e enviadas para perícia.

Fonte: Imprensa ANP

 

Raízen reduz projeções de moagem e vendas de açúcar e etanol

 

A Raízen Energia, divisão de açúcar, etanol e cogeração da Cosan, reduziu a expectativa de moagem de cana na temporada 2014 e também cortou os volumes de vendas dos produtos, em meio à seca que afetou as regiões produtoras do centro-sul, disse a companhia quinta-feira. O volume de cana a ser processada nesta temporada foi previsto entre 58 milhões e 60 milhões de toneladas, ante 61-63 milhões na projeção anterior e contra 61,4 milhões de toneladas processados em 2013 --o volume processado pela Raízen equivale a cerca de 10 por cento da safra do centro-sul do país. "Temos uma revisão do volume de cana moída em virtude da seca do centro-sul...", afirmou o vice-presidente de Finanças e diretor de Relações com Investidores da Cosan, Marcelo Martins, em conferência com analistas para comentar os resultados da companhia no segundo trimestre. A Raízen Energia, maior processadora individual de cana do país, opera 24 usinas com capacidade de moagem total de 65,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por ano safra. A comercialização de açúcar neste ano é estimada agora entre 4,2 milhões e 4,5 milhões de toneladas, contra 4,4 milhões a 4,7 milhões de toneladas no ano na projeção anterior.

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http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/raizen-reduz-projecoes

 

Petrobras reduz importação de gasolina no segundo trimestre

 

No segundo trimestre, a produção de derivados da Petrobras apresentou crescimento de 3% em relação ao primeiro trimestre de 2014. A média de produção diária de derivados chegou a 2,180 milhões de barris, com destaque para o aumento da produção de diesel e gasolina. Na comparação com o segundo trimestre de 2013, o aumento registrado é de 2%. O crescimento da produção teve efeito na redução da importação de gasolina. No segundo trimestre deste ano, foram importados 28 mil barris de gasolina por dia, enquanto no primeiro trimestre foram 58 mil barris por dia. Outro resultado conquistado foi o fator de utilização do parque de refino da Petrobras, que subiu de 96% para 98% na comparação entre o segundo e o primeiro trimestre. A utilização e otimização da infraestrutura logística da Petrobras contribuíram decisivamente para esse aumento na produção de derivados. O parque de refino da Petrobras bateu novo recorde de produção no segundo trimestre de 2014. Em junho, foi atingida a marca de 2,172 milhões de barris processados por dia. O número totaliza 21 mil barris por dia a mais do que o registrado no recorde anterior, em março. O valor está 12% acima do registrado em 2012 (1,944 milhões de barris processados por dia), e representa um acréscimo de 228 mil barris processados diariamente.

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http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2014/08/petrobras

 

Petroleira de Eike lucra R$ 303 milhões no 2º trimestre

 

A Óleo e Gás Participações (ex-OGX), em recuperação judicial, teve lucro líquido contábil de 303,4 milhões de reais no segundo trimestre, um avanço frente ao mesmo trimestre de 2013, quando registrou prejuízo líquido de 4,722 bilhões de reais, informou a petroleira de Eike Batista  quinta-feira. O ganho no trimestre foi beneficiado pela variação cambial no período que foi positiva em 340,3 milhões de reais, ante negativa em 464,1 milhões de reais um ano antes. A receita líquida de vendas foi de 292,99 milhões entre abril e maio, alta de 94% frente ao mesmo período de 2013, quando registrou receita de 150,87 milhões de reais. Segundo a empresa a receita líquida de vendas foi "ancorada principalmente" pela produção de Tubarão Martelo, que registrou média de 9,5 mil barris de óleo/dia no trimestre. Já Tubarão Azul produziu média de 4 mil barris de petróleo/dia. "As vendas realizadas pela companhia ao longo do primeiro semestre de 2014 totalizaram 514 milhões de reais, correspondentes à comercialização de 2,4 milhões de barris de óleo", disse a Óleo e Gás em seu relatório. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) da operação da Óleo e Gás no segundo trimestre foi de 49,258 milhões de reais, avanço frente ao registrado no mesmo período de 2013, que foi negativo em 26,634 milhões. Segundo a Óleo e Gás, o desempenho operacional do segundo trimestre deste ano mostrou que a empresa teve sucesso na estratégia de concentrar esforços na operação dos campos de Tubarão Martelo e Tubarão Azul. A posição de caixa da empresa era de 48,092 milhões de reais no fim de junho, enquanto no fim do ano passado esse saldo era de 26,366 milhões de reais. A petroleira de Eike Batista entrou em outubro de 2013 com o maior pedido de recuperação judicial da América Latina, que foi aprovado pelos credores e homologado pela Justiça em junho.

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http://veja.abril.com.br/noticia/economia/petroleira-de-eike-lucra

 

Gigante do petróleo pede ajuda financeira ao governo russo

 

A gigante russa do petróleo Rosneft, afetada pelas sanções dos Estados Unidos devido à crise na Ucrânia, pediu ao governo russo uma ajuda financeira que pode chegar a 30 bilhões de euros, informou quinta-feira o jornal Vedomosti. O diretor geral Igor Sechin, próximo ao presidente Vladimir Putin, propôs ao governo cinco possíveis formas de ajuda, afirma o jornal econômico, que cita fontes do setor petrolífero e governamentais. Uma delas seria utilizar 1,5 trilhão de rublos (31 bilhões de euros) do fundo russo criado para colocar parte das receitas petrolíferas prevendo eventuais crises, acrescenta o jornal. Contactado pela AFP, o Rosneft, que pertence em 70% ao Estado russo, negou-se a fazer comentários. Segundo Vedomosti, o ministro da Economia dirigiu ao ministério da Energia uma análise das propostas do grupo, mas fontes interrogadas pelo jornal colocaram o apoio em xeque. O grupo representa mais de 40% da produção de petróleo na Rússia, primeiro produtor mundial muito dependente da exportação de hidrocarbonetos. A produção do país aumentou consideravelmente nos últimos anos graças à reativação de jazidas da época soviética, mas os analistas temem uma queda da mesma pela ausência de investimentos. O Rosneft, nascido das ruínas do grupo petrolífero Yukos do opositor Mikhail Khodorkhovsky, cresceu muito nos últimos anos graças a importantes aquisições, o que lhe deixou muito endividado. No segundo trimestre, a dívida chegava a 1,495 trilhão de rublos (31 bilhões de euros). Em julho, os Estados Unidos incluíram o grupo em sua lista de empresas sancionadas devido à crise ucraniana, o que reduz drasticamente seu acesso ao financiamento nos mercados americanos.

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http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/gigante-do-petroleo

 

ALTA RODA

Ford Ka repensado

 

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Com o lançamento dos novos Ka (hatch) e Ka+ (sedã), a Ford completou seu objetivo de ser o primeiro dos quatro tradicionais fabricantes a ter todos os modelos produzidos no País ou na Argentina alinhados aos existentes no exterior (Focus ficará igual já em 2015). O próprio Ka, que nada tem a ver com o conceito original de subcompacto, segue o exemplo do EcoSport e chegou primeiro aqui do que na Europa.

 

Hatches e sedãs compactos somados, em gama de preços que vai de R$ 25.000 a quase R$ 60.000, representaram cerca de 60% de todos os automóveis vendidos no primeiro semestre. A Ford optou por evitar a briga na base do mercado e posicionou os novos Ka entre R$ 35.390 (hatch SE) e R$ R$ 47.490 (sedã SEL). Pelo menos no início não haverá nenhuma versão sem ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas de portas (controle remoto) e tampa do porta-malas, direção eletroassistida com coluna regulável em altura, bom equipamento de som, suporte central para celular ou GPS, 21 porta-objetos e pneus verdes.

 

Comandos por voz e chamadas telefônicas automáticas de emergência para o Samu em caso de acidentes graves integram a central multimídia Sync (sem tela tátil), como opção na versão intermediária SE Plus. É o primeiro compacto com controles eletrônicos de trajetória e tração, além de assistente de partida em rampa, recursos de segurança importantes.

 

Ambos podem vir com motor de 4 cilindros/1,5 L/110 cv (etanol) ou tricilíndrico/1 L/85 cv (etanol). Certamente vão interferir nas vendas dos New Fiesta, apesar da grade de preços estudada para amenizar. Os dois modelos compartilham arquitetura e igual distância entre-eixos (2,49 m), mas o Ka é mais amplo internamente com destaque nos assentos dos bancos dianteiros e espaço para pernas e cabeças atrás. Porta-malas do hatch é um ponto fraco (apenas 257 litros), porém o do sedã oferece muito bons 445 litros e sem que tampa interfira com a bagagem ao utilizar dobradiças pantográficas.

 

Estilo agrada bastante, em particular o equilíbrio de linhas do sedã, além de rodas de liga leve bonitas. Materiais no habitáculo são compatíveis com a proposta do carro e o acabamento tem algumas deficiências. Há regulagem de altura dos cintos de segurança, porém a do banco do motorista só na versão mais cara. Comando elétrico dos espelhos retrovisores externos (com luzes repetidoras de sinalização) não é oferecido, embora disponível no Fiesta. Resta a instalação na concessionária, como acessório original, a custo maior.

 

Um dos destaques é o motor de 3 cilindros que surpreende pelo nível baixo de ruído e vibrações. Descontando o inexplicável bloco em ferro fundido, no lugar do quase onipresente alumínio dos projetos modernos, o Ka mostra desenvoltura incomum para um propulsor de apenas 1 litro. Entrega a maior potência entre os de aspiração natural disponíveis hoje no mundo, quando abastecido com etanol. A fábrica, no entanto, preferiu escalonamento mais aberto do câmbio (apenas manual, de cinco marchas) para garantir consumo de combustível mais baixo no País, pelo padrão Inmetro cidade/estrada. Direção, manuseio do câmbio, suspensão e freios nivelam-se aos melhores compactos do mercado.

 

Manutenção ficará mais barata: correia dentada dispensa substituição e troca de óleo do motor e revisões passarão a anuais (antes semestrais).

 

RODA VIVA

 

HONDA prepara uma surpresa aos apreciadores de SUVs compactos, antecipa a coluna. Em meados de 2015 já terá em produção o Vezel (com outro nome) na fábrica atual de Sumaré (SP), sem esperar conclusão da nova unidade de Itirapina (SP), no final do próximo ano. Quando esta ficar pronta, produzirá o CR-V em Sumaré.

 

MERCADO continuou encolhendo com números fechados de julho. No acumulado a queda já é de 8% ante 2013. Alguns esperam que 2014 fique até 15% pior do que o ano passado, proporção três vezes maior do que a previsão de menos 5% da Anfavea. Este mês, com mais dias úteis, se poderá polir a bola de cristal.

 

ESTOQUES de veículos nas fábricas e concessionárias, que encerraram o primeiro semestre com 45 dias de vendas, recuaram no final de julho para 39 dias. Alívio é relativo pois existem variações estatísticas no modo de calcular o número de dias necessários para escoar os pátios.

 

MOTOR do BMW 320i demonstra: turbocompressor/injeção direta é a melhor combinação possível para o etanol. Embora não tenha alterado valores de potência (184 cv) e torque (27,6 mkg.f), a diferença com etanol aparece em acelerações de retomada, principalmente, além de pequena melhora no consumo em relação à gasolina. Inexplicável é o sistema desliga-liga o motor ser inibido, quando se usa etanol.

 

PESQUISA da J.D. Power com consumidores nos EUA aponta mau funcionamento de alguns comandos de voz, que avançam nos sistemas avançados de multimídia. Possivelmente por interferências de ruídos normais do veículo e vozes a bordo. Para melhorar essa deficiência, a Ford deslocou do rádio para o teto o microfone no novo Ka.