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19/09/16

 

Petrobras deverá acelerar venda de ativos

 

Conselho de administração da petrolífera estatal brasileira analisará nesta segunda-feira um novo plano que permita diminuir a dívida da companhia. Brasília - A Petrobras deverá acelerar o processo de venda de ativos e de angariação de novos sócios em seus projetos, com o objetivo de reduzir a sua dívida, de acordo com a edição deste domingo da "Folha de S. Paulo". A estatal brasileira de petróleo analisará nesta segunda-feira, em reunião do seu conselho de administração, um novo plano de negócios para a companhia, de modo a intensificar o esforço de redução do investimento e da dívida da Petrobras. Segundo a "Folha", as expectativas do mercado são de que a Petrobras reduza para cerca de US$ 15 bilhões por ano o seu investimento, o que significaria um corte de 20% em relação ao plano atual, lançado em 2015 e atualizado em janeiro deste ano. Áreas de negócio como o refino e o transporte de petróleo deverão ser abertas à participação de outros sócios, de acordo com a mesma fonte. No final de junho a Petrobras apresentava uma dívida líquida de US$ 103,5 bilhões, o que coloca à empresa um significativo desafio do ponto de vista financeiro.

Leia mais em  http://www.portugaldigital.com.br/economia/ver/20105910-petrobra

 

Cai número de postos de bandeira branca no Estado do Rio

 

Na contramão de uma tendência nacional, a quantidade de postos de gasolina de bandeira branca caiu no Estado do Rio. Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), do fim de 2014 até agora, 50 unidades fecharam ou foram absorvidas pelas chamadas redes embandeiradas. O número se refere à queda de 789 para 739 estabelecimentos. Segundo Antônio Barbosa Ferreira, presidente interino do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis do Rio (Sindcomb), a crise foi uma das razões para a redução do total de estabelecimentos. Além disso, até 2015, para atender a uma exigência da legislação do setor, os postos pequenos que precisavam de reformas, como trocas de tanques, acabaram aderindo às bandeiras de grandes redes para sobreviver. — Como último recurso, fizeram parcerias, fizeram empréstimos em troca de bandeiras, para que convênios fossem firmados — disse. Uma fonte do setor, que pediu para não ser identificada, apontou ainda outras razões: — Uma delas é a especulação imobiliária do Rio. Muitos postos estão fechando para dar lugar a empreendimentos. E também há aluguéis mais caros. Esses postos de bandeira branca não têm suporte de distribuidora, como algum incentivo para pagar a locação. O especialista explica, porém, que a tendência, até 2018, é que o número de postos de bandeira branca voltem a crescer, uma vez que ainda têm preços mais baixos.

Leia mais em  http://extra.globo.com/noticias/economia/cai-numero-de-postos-de-

 

Petrobras não pretende cortar investimentos em 2017

 

RIO - Em 2017, quando a descoberta do maior escândalo de corrupção da história da Petrobras completa três anos, a estatal deve ampliar investimentos pela primeira vez desde 2014, quando foi deflagrada a Operação Lava-Jato. De acordo com um executivo próximo à companhia, a diretoria da estatal já avalia investir cerca de US$ 22 bilhões em 2017, um aumento de 25,7% em comparação aos US$ 17,5 bilhões previstos para este ano. Para isso, pretende voltar a investir em novos projetos a partir do ano que vem, principalmente em exploração e produção de petróleo. — O período de corte nos investimentos já se encerrou. É uma mudança de espírito, e a expectativa é de retomada dos investimentos a partir do próximo ano, e não só dos projetos que não foram realizados neste ano. Também se espera uma melhora nos prazos de entrega das encomendas dos fornecedores — explicou o executivo. O Plano de Negócios para o período 2017/2021 da Petrobras será apresentado ao Conselho de Administração nesta segunda-feira. A expectativa, de acordo com fontes próximas à estatal, é que sejam mantidos os valores previstos no Plano 2015/19, de US$ 98,4 bilhões.

Leia mais em  http://www.jornalfloripa.com.br/noticia.php?id=550756

 

Cadelas de rua são adotadas e viram 'frentistas' em postos de combustíveis

 

Ela tem boné, usa crachá e uniforme. A cadelinha 'frentista' Pretinha, que foi adotada pelos funcionários de um posto de combustíveis em Divinópolis, é a queridinha da vizinhança e já conquistou os clientes. Após cinco anos morando no estabelecimento, a mascote faz parte da equipe e, além disso, já alertou os frentistas em momentos de assaltos. O funcionário Giovanni Ferreira lembra que a cadela vivia nas ruas e começou a rondar pelo local e, por causa disso, os frentistas foram dando carinho e a acolheram. Dessa forma Pretinha se tornou parte da família. “Ela é nosso xodó e os clientes também gostam muito dela, já quiseram até adotá-la, mas nós não deixamos. Frequentemente a gente faz vaquinha para comprar remédios e comida. E olha que ela só come pão com manteiga (risos). Ela está sempre limpa e toma banho duas vezes por semana”, afirmou. Outra cadela que faz a alegria dos frentistas de um outro posto de combustíveis em Divinópolis é a Noinha. Segundo Welton Silveira que é funcionário do local, ela é a mais antiga do estabelecimento. Ninguém sabe a idade ou quando chegou, pois já houve trocas de direção do posto e trocas de funcionários. Mas mesmo assim a cadelinha continuou morando no local. Para Welton, Noinha é a dona do estabelecimento.

Leia mais em  http://g1.globo.com/mg/centro-oeste/noticia/2016/09/cadelas-de-ru

 

Rnest, da Petrobras, amplia processamento de petróleo em agosto

 

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Refinaria do Nordeste (Rnest), também conhecida como Abreu e Lima, da Petrobras, atingiu em agosto recorde de carga processada de 99,77 mil barris de petróleo por dia, alta de 0,6 por cento ante julho, informou sexta-feira a estatal. "Com esse desempenho operacional, a Rnest já é responsável por cerca de 30 por cento de todo o Diesel S-10 que é produzido no Brasil", disse a Petrobras, em nota ao mercado. O projeto da Rnest está em fase de implementação em Pernambuco. A Petrobras opera a unidade de refino 1 (trem 1, no jargão do setor) da Rnest com capacidade reduzida, devido ao atraso para a conclusão de uma unidade de abatimento de emissões. Quando a implementação estiver concluída, o trem 1 poderá processar 115 mil barris de petróleo/dia. Em julho, o Conselho de Administração da Petrobras aprovou uma reavaliação do projeto e nova atualizações são aguardadas para o Plano de Negócios e Gestão 2017-2021 da Petrobras, que será avaliado pelo colegiado nesta segunda-feira.

Leia mais em  http://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2016/09/16/rnest-da-pe

 

Setembro revolucionário Companytec

 

No mês da Revolução Farroupilha a Companytec, uma empresa orgulhosa de sua raiz gaúcha, divide este orgulho com os postos de combustíveis de todo Brasil, oportunizando a troca do concentrador CBC04 e 05 pelo concentrador Horustech com uma negociação imperdível. O foco da campanha está em proporcionar ao cliente, além da troca por um equipamento mais moderno, a opção de integração com as mais novas tecnologias de automação para gerenciamento de postos. Com desempenho maior que a geração anterior de concentradores, o Horustech comunica-se com as bombas também via wireless e interage com as demais soluções da empresa, como o Identifid ®05, SWC - Sistema Wireless, o TWC - Terminal Wireless Companytec e o medidor de tanques TLS da Gilbarco Veeder-Root. Além disso, possui Certificado Digital que garante maior segurança no gerenciamento dos dados e acompanha suporte para parede e/ou rack. O contato para o upgrade deve ser realizado através das software houses e a campanha tem validade até o final de setembro. Clique na imagem para ver o banner. Saiba mais:  comercial@companytec.com.br, http://www.companytec.com.br. Fonte: Departamento de Marketing  da Companytec.

 

Intercamp Sistemas inova e lança canal no Youtube

 

Prestando mais um serviço ao mercado, a Intercamp Sistemas inova e lança o canal Intercamp Play, no Youtube. Semanalmente seus vídeos abordam diferentes temas, com uma linguagem simples e dinâmica. Entre os vídeos publicados, já é possível aprender como fechar o caixa, lançar o inventário, cadastrar o CEST, nova obrigação fiscal, entre outros. Basta se inscrever no canal e acessar o conteúdo: URL da playlist: http://goo.gl/Xt1ZIm. Fonte: Departamento de Marketing da  Intercamp.

 

 

 

ARTIGO

Revendedor, cuide de sua marca!

 

João Nunes

 

A marca faz parte do sucesso do seu negócio

 

Nem só de produtos se faz uma empresa, mas também de toda imagem que ela reflete. Parece engraçado, mas é seríssimo.

 

Imagine você investindo pesado em produtos e serviços e quase nada na imagem da sua empresa. Tanto dinheiro em um bom produto e/ou serviço que não vai ser requisitado por ninguém, porque a primeira impressão do seu negócio não chama a atenção.

 

Pois é isso que vai acontecer se você não se importa com a marca de seu posto de gasolina. Há quem diga que a marca é o DNA de uma empresa, e que ela está diretamente ligada ao produto.

 

Ela é a identidade do seu negócio, foi pensada de forma a transmitir todo o conjunto de valores da sua empresa e, justamente por isso, não pode ser menosprezada.

 

A marca como um produto

 

Para se entender a importância que a marca tem para o seu negócio, pense que quando ela atinge seu propósito, que é associar tudo que a empresa representa ao seu ótimo produto, os consumidores não pedem mais pelo produto em si. Eles pedem o nome da marca, e assim, fica conhecida como sendo o próprio produto.

 

Um bom exemplo disso é a marca Bombril. Você pode notar, muitos consumidores vão ao estabelecimento para comprar Bombril e não esponja de aço.

 

O erro de ter uma marca semelhante à da concorrência

 

Está aí algo que não se dá muito valor no mercado, mas que já deu muito “pano pra manga” perante a Justiça. É sabido de todos que algumas empresas usam de logotipos e cores similares aos da concorrência, de marca mais conhecidas, para assim poder ludibriar clientes e pegar carona na confiabilidade do outro nome.

 

Essa prática é altamente condenável. Pois de acordo com a Lei de Propriedade Intelectual, a proteção que se dá à marca e criação de uma patente, não apenas visa reprimir a concorrência desleal, mas é certo que também quer evitar que o consumidor adquira um produto ou serviço sem a certeza que se trata de um específico.

 

Melhor prevenir do que remediar

 

É fácil citar várias empresas com processos pendentes por essa prática enganosa, que não facilita em nada os negócios. Há hoje em dia, de forma crescente, postos que optam por se desbandeirar.

 

É uma forma, na crise que se vive, de reduzir gastos e ter melhores condições na hora da compra do combustível. É imprescindível, porém, que não se faça nenhuma alusão para o cliente que esse posto pertence a alguma companhia.

 

Esse ato enseja em falta de boa fé, e pode render sérios problemas à sua empresa.  É muita ingenuidade achar que o posto de gasolina que adota esse tipo de prática, tentando enganar os possíveis clientes, possa crescer e se tornar um ícone no seu ramo. Diante disso vale a pena investir na marca própria do seu posto de gasolina sem medo, sabendo que a partir dali nascerá uma empresa honesta, que presa não somente pelo seu produto como também por sua imagem.

 

Ainda tem dúvidas? Quer conhecer mais sobre o assunto?

 

 

João Nunes é advogado especializado e sócio da Nunes Marcas e patentes.

Contatos: nunes@nunesmarcas.com.br 011 3533-2614 / 9 8843-0238 http://www.nunesmarcas.com.br/ - Skype:  Resende Nunes  –  Facebook:   Resende Nunes   –   Youtube: João Nunes juridico@nunesmarcas.com.br.

 

 

 

ALTA RODA

Cliente ficou digital

 

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

O Brasil se desindustrializou antes de enriquecer e passar a ser uma sociedade em que os setores de serviço e consumo respondem pela maior parte do PIB, como acontece nos países chamados centrais. Essa dura realidade foi apontada por alguns palestrantes do seminário sobre tendências da indústria automobilística, organizado pela revista Quatro Rodas, em São Paulo.

 

Uma crise de vendas como a que assola o setor atualmente torna o cenário ainda mais difícil por enfraquecer a cadeia de fornecedores. Basta ver o caso da Volkswagen, atingida por disputa litigiosa com um grupo de fornecedores sediado na Alemanha, cujas filiais aqui instaladas passaram a atrasar e depois suspender a entrega de bancos. A empresa deixou de produzir mais de 150.000 veículos desde o início de 2015 e os seus estoques estão tão baixos que fizeram diminuir sua participação de mercado. Só no fim deste mês a produção retomará e as fábricas trabalharão no máximo da capacidade até novembro, de acordo com David Powels, presidente da VW.

 

Parte dos problemas se deve à baixa produtividade do trabalho no País, explicada pelo baixo nível educacional, burocracia e leis superadas, entre outros motivos. Mas é improvável alguma marca arredar o pé do Brasil, que até recentemente era o quarto mercado mundial de veículos e deve voltar a essa posição em algum momento depois de 2020.

 

Até fabricantes de modelos mais caros com produção local (Audi, BMW, Land Rover e Mercedes-Benz, presentes ao seminário) acreditam no potencial de 5% das vendas totais para este segmento, hoje 2,5%. Deram exemplos do Chile, onde a participação é de 6% e da China, 10%.

 

Stefan Ketter, presidente da FCA, criticou o grau de fechamento da economia brasileira. Para ele, as fronteiras devem ser abertas para o mundo a fim de que o País possa exportar mais. Porém, isso não parece fácil, porque cada fabricante de veículos tem uma estratégia, sem contar os outros setores industriais e a taxa de câmbio. Dez anos atrás o Brasil chegou a exportar cerca de 30% de sua produção de veículos e em 2016 mal vai passar de 20%, apesar de câmbio favorável e de excedente deixado pelo mercado interno.

 

Ketter também chamou atenção para o engajamento do comprador na era digital. Da população de 202 milhões de pessoas, 110 milhões se conectam à internet e somos o terceiro país que mais usa redes sociais no mundo. Citou que 96% dos clientes pesquisam na internet antes de comprar um carro. Segundo o Google, até 10 fontes diferentes são usadas na fase de pesquisa, a maioria online, mas quatro são “off-line”: concessionárias, conversas com família e amigos, anúncios (televisão, jornal e revista) e testes com carros oferecidos pelas lojas.

 

Se a falta de confiança na economia está entre os maiores fatores que inibem a compra de um automóvel novo, há os fenômenos de infidelidade à marca e dúvida a que todos os fabricantes estão submetidos, em maior ou menor grau. De acordo com o executivo, 81% dos clientes ainda não haviam decidido o que comprar no momento de iniciar a pesquisa.

 

Sim, o cliente ficou digital, mas prever qual será sua escolha é um desafio.

 

RODA VIVA

 

FONTES da Coluna sinalizam um atraso no lançamento do Renault Kwid, provavelmente pelas modificações no projeto original. Ficou para até meados de 2017, mas estará no Salão de São Paulo, em novembro próximo, juntamente com o SUV Captur. Este, em patamar de preço superior ao Duster, está no cronograma e com vendas previstas para início de março de 2017.

 

FIAT deve ceder à pressão da sua rede de concessionárias para lançar uma versão do Jeep Renegade mais barata com o logotipo da marca italiana e novo nome. Esta não era a intenção, mas com a virada dos consumidores na direção dos SUVs e crossovers compactos, além da baixa profunda nas vendas gerais do mercado brasileiro, o caminho está aberto.

 

CONVIVÊNCIA de duas versões do Onix, LT/LTZ/Activ (reestilizadas) e Joy (anterior, com atualização do motor e câmbio manual 6-marchas), está dando certo para manter a liderança. Diminuição de consumo de combustível, facilmente notada no uso diário, vem acompanhada da suavidade do motor 1-litro de 4 cilindros. Regulagem dos retrovisores externos na coluna dianteira continua a dever em ergonomia.

 

PROJETO-PILOTO da Mercedes-Benz e da Bosch, em Stuttgart, Alemanha, transforma qualquer carro em “caçador de vagas”. Ideia já em testes é monitorar espaços para estacionar e, caso o motorista não precise daquela vaga, disponibilizar a informação via aplicativo para outros motoristas. Essa experiência colaborativa assemelha-se à do Waze, que se consolidou.

 

ADOÇÃO das novas placas de veículos do Mercosul no Brasil foi adiada, como se esperava. Tratava-se, claramente, de jogada política do governo federal anterior. Argentina e Uruguai com frotas menores e mesmo idioma até já se integraram. Colocar mais 55 milhões de veículos brasileiros (incluindo motocicletas) nessa malha tem alto custo e baixa prioridade.

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