Posto Hoje - Informação e serviços para postos de combustíveis
Logo Posto Hoje

INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Atualizado em

20 de outubro

de 2014

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE  A MAIS DE 8.000 POSTOS DE COMBUSTÍVEIS. FAÇA TAMBÉM SEU CADASTRO.

Setor de cana precisa de pacote, diz consultor

 

Com uma dívida de R$ 60 bilhões e 67 usinas em recuperação judicial, o setor sucroenergético precisaria de um novo Programa Especial de Saneamento de Ativos (Pesa) e até 20 anos para ser restabelecido, na avaliação de Marcos Françóia, sócio e diretor da MBF Agribusiness. "O governo é o maior credor, com a dívida dos impostos, e tem de ajudar o setor", disse Françóia, durante seminário do Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (Ceise), em Sertãozinho (SP). O Pesa foi criado em 1998 e os produtores de açúcar e etanol conseguiram prorrogar as dívidas por até duas décadas, com juros de 3% ao ano. "O problema é que muitas empresas não honraram a dívida por incompetência na gestão, e não por problema financeiro", afirmou o consultor. Portanto, ele considera que a crise financeira de 2008, com mais de 30 usinas em recuperação judicial nos dois anos seguintes, era sistêmica e agravou a situação financeira do já combalido setor produtor de açúcar, etanol e energia. Das 67 usinas em recuperação judicial, 38 estão no Sudeste, 14 no Nordeste, 13 no Centro-Oeste e duas no Sul, onde a produção se resume basicamente ao Paraná.

Leia mais em http://exame.abril.com.br/economia/noticias/setor-de-cana-precisa

 

Eike entrega OGX a credores para se livrar de dívida de R$ 13,8 bilhões

 

O empresário Eike Batista não é mais o principal acionista da petroleira OGPar, a antiga OGX. Na noite de quinta-feira (16), dando continuidade ao processo de recuperação judicial da companhia, o ex-bilionário entregou o controle da empresa aos credores para se livrar de uma dívida de R$ 13,8 bilhões, segundo documento protocolado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A ação já estava prevista no plano de  recuperação judicial apresentado pela empresa à Justiça em fevereiro deste ano. O processo funcionou da seguinte maneira: a empresa emitiu 86.255.986 novas ações ordinárias, que dão direito a voto, ao preço de R$ 160 cada. Os papéis serão distribuídos entre os credores — apenas os que aceitaram participar da reestruturação da dívida da empresa — , proporcionalmente ao que eles têm direito a receber. Com a restruturação, as ações da empresa também voltarão a ser negociadas na Bovespa, diz CVM. Segundo o documento, as ações serão negociadas na Bolsa sob o código "OGSA3" — as ações já existentes têm o código "OGXP3". Ainda não há data para o início da negociação desses papéis.  Segundo documento da OGPar protocolado na CVM, "tal passo viabilizará a manutenção e crescimento das atividades e operações do Grupo OGX".

Leia mais em http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2014/10/eike-entre

 

Queda do petróleo não traz risco à Petrobras, diz Empresa de Pesquisa Energética

 

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, afirmou quinta-feira (16) que a queda do preço internacional do petróleo não traz "o mínimo risco" à Petrobras e seu plano de investimento. Tolmasquim participou de debate com o consultor Adriano Pires, sobre o cenário de energia para o futuro governo. Pires, que auxilia a campanha do PSDB, avaliou que há uma "crise sem precedentes" no setor, destacando que o País só não enfrenta novo racionamento em função do baixo crescimento econômico. "O pré-sal é viável com petróleo entre US$ 41 a US$ 57 dólares no Brasil. Antes de o petróleo da Petrobras ficar inviável, muitos outros produtores no mundo cairiam. Não tem o mínimo risco, nenhum risco", afirmou Tolmasquim após participar do debate promovido pela jornalista Míriam Leitão em seu programa no canal GloboNews.

Leia mais em http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2014

 

Petróleo mais barato ameaça investimentos da Petrobras no pré-sal

 

A forte queda do preço do petróleo no mercado internacional pode colocar em xeque a viabilidade de investimentos da Petrobras na área do pré-sal. A cotação da commodity caiu de pouco mais de 100 dólares por barril para 85 dólares em cerca de duas semanas. Segundo fontes ouvidas pelo jornal Valor Econômico, para manter rentável a exploração do pré-sal, a estatal poderia suportar preços do petróleo de até 60 dólares por barril. Nos últimos dias, no entanto, a cotação ainda supera o custo para produzir, transportar e pagar impostos sobre o óleo extraído, que estava em cerca de 71,55 reais por barril no segundo trimestre, segundo o balanço da empresa do segundo trimestre. Ainda que não comprometa as margens, o atual patamar de preço ameaça a execução do plano de investimentos da companhia, de 220,6 bilhões de dólares para este e os próximos quatro anos. A Petrobras previa um preço médio para o barril de 100 dólares até 2017 e de 95 dólares entre 2018 e 2030. Baseada nessa estimativa de preço, a empresa espera uma geração de caixa de 182,2 bilhões de dólares ao longo dos próximos cinco anos. Sem esse patamar de preço, a estatal terá que optar entre investir menos que o previsto, fazer um novo aumento de capital ou contrair mais dívidas.

Leia mais emhttp://veja.abril.com.br/noticia/economia/petroleo-mais-barato-ame

 

HRT prevê investimentos de US$75 mi em Polvo em até 9 meses

 

A petroleira brasileira HRT prevê investir 75 milhões de dólares em até nove meses no campo de Polvo, na Bacia de Campos, o que inclui gastos em manutenção de equipamentos e na perfuração de dois poços com uma sonda própria, afirmou nesta quarta-feira o diretor financeiro da petroleira, Ricardo Bottas. A HRT financiará os investimentos com recursos obtidos no mercado, usando o óleo de Polvo como garantia. "É possível que a gente consiga usar o próprio óleo para financiar esse desenvolvimento do campo de Polvo, é possível financiamento baseado em óleo para pagamento", afirmou Bottas em entrevista. Em setembro, o presidente da companhia, Milton Franke, havia adiantado à Reuters tal possibilidade. "O campo de Polvo é autossustentável inclusive no seu desenvolvimento", acrescentou o diretor financeiro, após a reportagem visitar nesta quarta-feira a plataforma que opera no local. Os investimentos em Polvo, o único ativo que produz petróleo da companhia, devem estender a vida útil do campo em até dois anos, para até 2019, afirmou o executivo. A empresa, segundo Bottas, apenas iniciará as perfurações dos dois poços planejados em Polvo após a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovar a compra de participação de 40 por cento da Maersk no bloco. Após a conclusão da compra, a HRT terá 100 por cento do ativo. Os valores da transação ainda são guardados em sigilo.

Leia mais emhttp://exame.abril.com.br/negocios/noticias/hrt-preve-investimentos

 

Gasolina vendida pela Petrobras fica mais cara que no exterior, diz Credit Suisse

 

A gasolina vendida no Brasil pela Petrobras às distribuidoras de combustíveis está agora mais cara do que a média dos valores realizados no mercado externo, por conta da queda acentuada do petróleo, uma situação que não acontecia há um bom tempo, apontou um relatório do Credit Suisse terça-feira. Segundo analistas do banco, o preço da gasolina no mercado internacional está 1 por cento mais baixo do que os valores no mercado doméstico brasileiro, invertendo dramaticamente uma situação de defasagem que colabora com prejuízos seguidos à divisão de Abastecimento da Petrobras. A diferença entre os preços internacionais da gasolina e os domésticos estava em 24,3 por cento em 25 de setembro. Caso a situação se mantenha, pode trazer um alívio para o governo, cobrado pelo mercado para autorizar reajustes nos combustíveis, para que a Petrobras venda gasolina nos patamares do mercado global. A inversão na defasagem, segundo a instituição, foi movida principalmente pela redução de 19,2 por cento do preço da gasolina no mercado externo, em um cenário de queda acentuada do preço do barril do petróleo. No exterior, os preços dos combustíveis flutuam seguindo as cotações do petróleo, diferentemente do Brasil, que são controlados pelo governo, o sócio majoritário da Petrobras. Também contribuiu para o cenário de redução da defasagem a apreciação de 1,4 por cento do real no período. De janeiro a setembro deste ano, a defasagem dos preços da gasolina foi de 17,3 por cento, em média, segundo o Credit Suisse. A anulação da defasagem é positiva, mas o cenário de preços baixos pode prejudicar a empresa, já que a queda do preço do barril do petróleo reduz sua receita de exportações.

Leia mais em http://br.reuters.com/article/topNews/idBRKCN0I32HA20141014

Ex

ALTA RODA

Teimosias e as encrencas

 

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Durante os três dias do 23º Congresso da SAE Brasil, realizado recentemente em São Paulo, o tema central não poderia ser mais atual. O mote “Construindo a mobilidade inteligente – os veículos do futuro” representa uma vasta gama de interesses e de mudanças disruptivas que a indústria e a sociedade já iniciaram. Engenheiros da mobilidade têm enormes desafios pela frente e, no caso do Brasil, ainda mais em razão da atual situação econômica. A própria exposição agregada ao congresso encolheu 10% este ano.

 

Muitos dos avanços gravitam em torno da sigla ITS (em inglês, Sistema Inteligente de Transportes) e suas ramificações. Além de trazer soluções, ITS impõe novo conceitos para racionalizar o trânsito e dar mais segurança. Afinal, em 2020, o mundo terá mais de 1,2 bilhão de veículos leves e pesados em circulação, sem contar motos e bicicletas. Uma das preocupações é que os automóveis mostram longevidade maior que muitas das tecnologias atualmente nele aplicadas. Algum tipo de harmonização ou de atualização precisa ser avaliado.

 

Basta um exemplo. Os programas de navegação em tempo real, disponíveis para qualquer telefone celular inteligente, começam a ser alternativa aos caros sistemas de navegação GPS nos painéis com seus mapas que precisam de atualização e não indicam rotas alternativas. Hoje isso é fundamental para aproveitar melhor as vias menos congestionadas, gastar menos tempo e combustível, sem contar menor poluição.

 

Sensores, câmeras e radares também já representam enorme ganho em segurança. Citou-se o exemplo da Alemanha, onde 31% dos acidentes em congestionamentos aconteciam porque não se freava a tempo. Computação de bordo emite alertas e pode parar o carro de forma independente. Agora, funciona em linha reta, mas em breve também em curvas. O que se tem certeza é de que essas pequenas intervenções no modo de conduzir abrem as portas a sistemas autônomos plenos.

 

Para o palestrante Frank Karstner, da Bosch, o prazer de dirigir sempre existirá, mas direção autônoma extinguirá os erros e as colisões. Ivan Tocchetto, da TRW Brasil, lembrou que airbags e cintos de segurança trabalharão de forma mais integrada e inteligente. O próprio conceito de colisões começa a mudar depois dos exageros e voluntarismos dos programas de avaliações de carros novos (NCAP, em inglês), especialmente o europeu e o latino. Hoje é quase impossível um veículo pequeno alcançar cinco estrelas em proteção infantil. Mas, a partir de 2015, serão usados também manequins de crianças de 6 a 10 anos (além de 0 a 3 anos existentes) e haverá ainda teste contra barreira a 50 km/h (hoje, 64 km/h) apenas para o motorista.

 

Claro, propulsão elétrica sempre desperta grande interesse em congressos técnicos. Porém, vozes surgiram para lembrar que por uma fração do que se investe em carros elétricos – em especial suas baterias ou pilhas a hidrogênio – é possível melhorar em 50% a eficiência dos motores a combustão. Ersnt Winklhofer, do Instituto Real de Tecnologia da Suécia, passou um pito em quem apenas aplica as mesmas técnicas de injeção direta, por exemplo, de motores a gasolina ao etanol.

 

Hubert Friedl, da consultoria de engenharia AVL, relembrou uma tendência, sempre citada e defendida nesta coluna: a distância em termos de consumo entre motor diesel e de ciclo Otto (gasolina, etanol e gás) será significativamente reduzida nos próximos anos. Isso reverterá a encrenca em que os fabricantes europeus se meteram ao investir em apenas uma tecnologia e só agora caem na realidade.

 

RODA VIVA

 

PARA a consultoria econômica E&Y, 88% dos automóveis vendidos em 2025 terão conectividade avançada. Até lá novos recursos estarão disponíveis e um deles é a conexão automática de qualquer telefone celular inteligente ao sistema multimídia, logo ao entrar no carro. Operações atuais de primeiro pareamento são demoradas, às vezes confusas e sem padronização.

 

ENTRE aplicativos mais desejados destaca-se o que leva o motorista, pela tela do celular, até uma vaga livre em estacionamentos. Para isso é necessário que a infraestrutura interna do local esteja preparada. Em alguns países já existe em estacionamentos subterrâneos e o próximo passo será em pátios ao ar livre.

 

PREÇO já não atrai como antes, mas Kia Soul ainda oferece vantagens de espaço interno e acabamento/equipamentos por até R$ 92.900 com câmbio automático. Nessa nova geração as dimensões internas e externas (menos a altura) foram ampliadas. Motor de 1,6L/128 cv (mesmo do HB20) sofre um pouco para lidar com seus quase 1.400 kg de peso (ordem de marcha).

 

SALÃO do Automóvel de São Paulo, a partir do dia 30, espera atrair os mesmos 750.000 visitantes de 2012. Organizador Reed Alcantara instalará sistema de ventilação mais eficiente este ano. Essa restrição pode acabar já na edição de 2016. Um grupo francês investirá até R$ 300 milhões no atual Centro de Exposições Imigrantes e pretende conquistar este e outros salões.