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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

BOLSA DE POSTOS

13/08/2020

 

Distribuidoras de combustíveis pedem à ANP redução na mistura de biodiesel

 

As distribuidoras de combustíveis enviaram, nesta quarta-feira (5/8), um pedido à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), para que o órgão regulador reduza, temporariamente, o percentual obrigatório de biodiesel adicionado no óleo diesel, atualmente em 12%. O setor alega que a oferta nos leilões do biocombustível foi muito baixa, o que, além de provocar uma alta nos preços, também coloca em risco a quantidade necessária para a mistura. No leilão de hoje alguns preços chegam a R$ 5 o litro sem impostos, quando o óleo diesel é vendido nas refinarias da Petrobras a R$ 2,60. Além disso, os distribuidores argumentam que há um custo logístico envolvido. Para não faltar combustível nos postos, o setor pediu à ANP uma redução temporária da mistura, a exemplo do que já ocorreu no mês de junho,quando baixou para 10%. “A solução de baixar a mistura é paliativa. A definitiva seria permitir a importação e a concorrência”, afirmou uma fonte ligada ao setor.

Leia mais em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/

 

BR Distribuidora seguirá forte apesar de um 2º tri mais fraco, diz Credit Suisse

 

O Credit Suisse afirmou que os resultados da BR Distribuidora não deverão vir tão ruins, dadas as circunstâncias da pandemia, que reduziu a mobilidade urbana. A companhia vai divulgar os resultados financeiros na próxima terça-feira (11) e a covid-19 terá um papel importante nos números. “Olhando além do barulho deste trimestre, a BR Distribuidora continua sendo a nossa principal escolha e, em nossa opinião, o preço atual da ação não reflete os ganhos de eficiência e as medidas de economia de custos”, diz o relatório. Mais importante, destaca o Credit, os ganhos na estrutura da organização, de R$ 650 milhões por ano e as renegociações de frete que podem render R$ 150 milhões por ano, têm natureza recorrente. “Acreditamos que a privatização continuará a dar frutos e continuamos positivos na empresa, apesar do trimestre difícil”, diz o Credit, que mantém a recomendação de compra o preço-alvo em R$ 32. Na B3, as ações sobem 1,64%, negociadas a R$ 21,77.

Leia mais em: https://valorinveste.globo.com/mercados/

 

Setor de etanol vê riscos sem TEC e oportunidade com nova gasolina do Brasil

 

A indústria de etanol do Brasil avalia como “inconcebível” zerar a taxa para a importação do combustível, uma reivindicação dos Estados Unidos antes do fim de uma cota isenta da Tarifa Externa Comum (TEC) neste mês, e diz estar preparada para avançar no mercado de gasolina após a introdução de novos padrões que devem elevar o custo do combustível fóssil ao consumidor. O presidente da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), Evandro Gussi, disse ainda em entrevista à Reuters nesta quarta-feira lamentar que ecoem no governo pedidos dos EUA de isenção da TEC de 20%, ao mesmo tempo em que alguns queiram taxar em 40% os novos créditos de descarbonização (Cbio), um novo ativo ambiental brasileiro. Os EUA, líderes globais no mercado de etanol, poderiam ampliar fortemente as vendas do combustível ao Brasil, especialmente para o Nordeste, afetando produtores que já enfrentam uma queda de mais de 15% nas vendas, devido às medidas para conter o coronavírus.

Leia mais em: https://www.moneytimes.com.br/setor-de-etanol

 

Com ou sem nova ajuda ao etanol dos EUA, Nordeste se preocupa com a sobra subsidiada da pandemia

 

As importações anuais de etanol, no último triênio, têm ficado em torno de 1,5 bilhão de litros. Como deve ser a base para 2020 também, isso dará ao redor de 71% de toda produção nordestina do biocombustível na última safra, de 2,1 bilhões de litros. O fornecimento é praticamente 100% dos Estados Unidos. Mais preocupante para os produtores da região, incluindo um pouco da Norte, para onde se dirige a quase totalidade das importações, é que 2020 tem pandemia, tem consumo bem mais fraco, e tem uma safra nova em vias de começar. O problema em 2019 já foi considerado grave pelos produtores, mesmo antes do governo Bolsonaro ampliar a cota americana livre de impostos, de 600 para 750 milhões de milhões de litros. O que passa paga 20%, mas é uma taxa solenemente ignorada pelas distribuidoras que compram o etanol, pois, como lembra Renato Cunho, presidente do Sindaçúcar PE e da Novabio, o subsídio tradicional ao milho – a matéria-prima do biocombustível de lá – interna o produto aqui ainda muito competitivo. Nos primeiros seis meses de 2020, a cota livre já foi ultrapassada, com a internação de mais de 800 milhões de litros do produto.

Leia mais em: https://www.moneytimes.com.br/com-ou-sem-nova

 

Braskem amplia portfólio de combustíveis com gasolina de maior qualidade exigida pela ANP

 

A Braskem anuncia que está pronta para atender a nova resolução da Agência Nacional do Petróleo (ANP), que estabelece padrões internacionais de qualidade para a gasolina comercializada em território nacional e entra em vigor a partir de 3 de agosto de 2020. Na visão da Braskem, a nova norma vai na direção correta de entregar aos clientes e à sociedade uma gasolina de maior qualidade e eficiência. “Aumentar requisitos como octanagem e massa específica vai permitir ao consumidor brasileiro acesso a um combustível de maior desempenho e rendimento, sendo mais eficiente”, afirma Cirilo Vieira, diretor do Negócio de Combustíveis da Braskem. Nesse contexto de padrões mais elevados de desempenho exigidos pelo órgão regulador e pela sociedade, além de estar pronta para entregar a maior qualidade na gasolina comum, a Braskem anuncia uma importante expansão em seu portfólio de produtos químicos, com a produção da gasolina premium para o mercado brasileiro. Este produto tem alta octanagem e pode ser utilizado em qualquer veículo automotivo, especialmente aqueles com motores de alto desempenho.

Leia mais em: https://www.cidademarketing.com.br/marketing/

 

Nova gasolina deve subir preço em 1,5%, mas promete render até 6% mais

 

A nova gasolina, que estreou na segunda-feira (3), deve ser R$ 0,06 mais cara, segundo o governo. Isso significa um aumento de cerca de 1,5% em comparação com o preço médio atual (R$ 4,144). Técnicos independentes avaliam que o novo combustível é melhor e rende até 6% mais. Isso quer dizer que haverá uma economia para o consumidor? Depende.  Existem muitos fatores. Primeiro, esses valores são médios: o motorista pode pagar essa gasolina mais cara ou mais barata. Hoje, ele já pode estar gastando mais porque abastece com um combustível de qualidade e não vai sentir grande diferença no rendimento e no preço. De qualquer forma, uma simulação com carro 1.0 mostra que, com R$ 100, ele roda 335 km na cidade. A nova gasolina, com os mesmos R$ 100, rodaria 349,9 km. Segundo o secretário de petróleo, gás natural e biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME), José Mauro Ferreira, o preço pode subir até R$ 0,06 em média nas bombas. Se a estimativa se confirmar, o aumento deve ser de aproximadamente 1,5%.

Leia mais em: https://www.novacana.com/n/etanol/mercado/

 

 

 

ALTA RODA  Nº 1.110

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. www.fernandocalmon.com.br.

 

Tecnologia e conforto
destacam-se no Territory

 

Desde que foi apresentado, no Salão do Automóvel de 2018, como “teste” de mercado, a Ford já tinha decido trazer da China o SUV médio-grande Territory. O modelo que chega agora ao Brasil recebeu nova grade e para-choque dianteiro, embora o estilo se identifique menos com a marca americana e mais com sua parceira oriental JMC. Os para-lamas dianteiros bojudos explicam a largura de 194 cm, 10 cm superior ao Equinox, um dos 10 rivais que compõem o segmento amplamente dominado pelo Jeep Compass.

 

Embora o Territory tenha distância entre-eixos de 276 cm, só perdendo por 1 cm para o Equinox, o espaço para as pernas, joelhos e ombros no banco traseiro, de fato, surpreende. Exigência típica do consumidor chinês, mas que levou a sacrificar a capacidade do porta-malas: 348 litros contra 410 litros do Compass.

 

Uma vantagem indiscutível é o acabamento interno com bons materiais e o conforto também nos bancos dianteiros. A ergonomia dos comandos dos vidros elétricos, outro destaque. Tecnologia de bordo inclui central multimídia de 10,1 pol. que contém um modem e um chip de tráfego de dados para o aplicativo de celular FordPass (primeiro ano grátis). É possível checar remotamente nível de combustível e várias outras funções.

 

 

É o único no segmento com quatro câmeras de alta definição de 360°. Tem quatro portas USB, sendo uma no alto do para-brisa para acoplar câmera de gravação de vídeo, apreciada em países como China e Rússia. Controle de velocidade de cruzeiro adaptativo inclui a função para-e-anda. Há freada automática de emergência, a partir de 30 km/h e também função de estacionamento automático. Ao contrário de outros chineses a volante de direção dispõe de regulagem de distância e altura. Freio de estacionamento eletromecânico tem função autohold.

 

Motor a gasolina turbo, injeção direta de 1,5 L, 150 cv e 22,9 kgfm, acoplado a um câmbio CVT de oito marchas, formam um conjunto suave e silencioso (a 120 km/h, motor gira a apenas 1.900 rpm). Consumo de combustível homologado entre 9,2 km/l (urbano) e 10 km/l (estrada). No uso diário os números efetivos são um pouco melhores em estrada (pouco mais de 11 km/l). O peso em ordem de marcha, 1.632 kg, limita o desempenho: 0 a 100 km/h, 11,8 s (dado de fábrica). Suspensão independente nas quatro rodas, além de eficiente, bem silenciosa em qualquer tipo de piso.

 

Preços: R$ 165.900 (SEL) a R$ 187.900 (Titanium). Tudo incluído, sem opcionais.

 

Anfavea pede mais prazo
para emissões e segurança

 

As normas técnicas para veículos leves no Brasil costumam ser muito discutidas e lentas. As de segurança, conduzidas pelo Contran/Denatran, e as que envolvem emissões pelo Conama. Especificamente sobre emissões o País tem avançado mais que os seus vizinhos porque nossas regras são mais severas. O Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores) existe há quase 40 anos e desde o início se inspirou nas normas dos EUA que eram até mais duras que as europeias.

 

Os níveis de emissões de poluentes, em seis fases do Proconve, reduziram em 95% monóxido de carbono (CO), 98% hidrocarbonetos (HC) e 96% óxidos de nitrogênio (NOx). No Estado de São Paulo, nas principais cidades monitoradas pela Cetesb entre 2006 e 2018 a queda foi de cerca de 50%, em média, apesar da frota ter aumentado 66% no mesmo período.

 

 

A Anfavea pediu adiamento por dois anos da próxima fase, que começa em 2022, para veículos leves. Os desenvolvimentos foram interrompidos pela crise pandêmica e a brutal queda de faturamento. Representantes do Ministério Público Federal (MPF) são contra e indicam os casos de Índia e México que mantiveram seus cronogramas. Mas há uma diferença: nos dois países podem conviver carros novos com a fase anterior e a mais restrita (estes mais caros, claro). No Brasil, todos os modelos novos que não atendem a legislação devem ser retirados de linha. Não há uma transição para diluir os altos investimentos.

 

Estivesse o MPF realmente interessado em melhorar o ar que respiramos, cobraria a Inspeção Técnica Veicular que existe há décadas nos EUA e na Europa. Está no Código de Trânsito Brasileiro faz 23 anos e simplesmente não aparece coragem política para tal exigência mesmo de forma bastante gradual. Agora, menos ainda, com a grave crise de saúde e econômica.

 

Audi promove avant-première

 

Numa ação audaciosa, a Audi importou temporariamente alguns modelos (que pretende vender entre este ano e o próximo) e os colocou à disposição de clientes selecionados no Autódromo Capuava, em Indaiatuba (SP). Jornalistas também puderam ter as primeiras impressões em cada um dos veículos da linha de maior desempenho da marca: RS Q8, RS Q3 Sportback, RS 6 Avant, RS 7 Sportback e R8 (versão especial). Os cinco carros, entre perua, SUV e cupê, somavam 1.810 cv de potência com cinco, oito e dez cilindros.

 

Fiquei particularmente impressionado com o R8 e seu motor V-10 de aspiração natural, 610 cv, que divide com os Lamborghini, marca administrada pela Audi.

Entre os veículos leves (94% do total) a diferença de julho deste ano, comparado ao mesmo mês de 2019 foi de menos 29,7%. No acumulado dos primeiros sete meses do ano contra igual período de 2019 a queda foi de 37%, já abaixo dos 40% previstos pela Anfavea. A tendência parece indicar que a queda em 2020 poderá ser menor que 30% à medida que a economia brasileira comece a reagir.

 

Grande parte de recuo deve-se às locadoras que praticamente pararam de comprar. Isso atingiu fortemente os hatches compactos e, como lembra o consultor Francisco Mendes, estes tradicionalmente dominam as vendas. Em julho quatro SUVs aparecem entre os 10 mais vendidos. Destaque foi a primeira colocação do T-Cross, líder absoluto pelo segundo mês consecutivo. No entanto, a própria VW aponta que as vendas da versão Sense, para compradores PCD, estavam represadas pela pandemia. Não tira o mérito, mas há uma razão. Essas distorções estatísticas tendem a continuar.

 

Existe, porém, outro problema apontado por Cássio Pagliarini, da Bright Consulting. Para ele a pandemia obriga elevação de preços e dificulta a recuperação em razão das altas do dólar, de despesas logísticas por atrasos, frete aéreo e troca de fornecedores, além do custo da ociosidade. O mix maior de SUVs eleva o tíquete médio dos produtos e isso limita a recuperação mais acelerada do mercado.

 

 

 

Ex



 

 



REDE POSTOS COMBUSTÍVEIS SÃO PAULO
Código AA4220

Operam Capital e Interior - 67 - Operam Rio de Janeiro - 03

Bandeiras - Shell - Ipiranga - Petrobrás

70 Postos - 14 Imóveis Próprios

Postos c/Serviços Completos - Lavagens - Lojas Conveniência - Venda Lubrificantes - Etc.

Funcionários - 1.200

Faturamento 2017 - R$1,2 Bilhão

Volume Venda 1° Trimestre 2018 - 76 Milhões Litros

Passivo - Baixo - Desconta no Preço Final

Preço - R$3 Bilhões

 

REDE POSTOS COMBUSTÍVEIS
Código AA4215

Atua Nordeste - Marca Tradicional

230 Postos - 110 Bandeira Branca

90 Postos Bandeira da Marca

30 Postos Próprios Urbanos

Postos c/Lojas Conveniência - Pneus

Lanchonetes - Laboratório - Farmácia - Etc.

Bases Distribuidoras Próprias

Frota Própria

Clientes - 7 Mil

Faturamento 2016 - R$2,1 Bi

Preço - R$1,2 Bi

 

EMPRESA EXTRAÇÃO PETRÓLEO C/FAZENDA
Código AA4214

Localizada em Linhares/ES

Área c/50 Poços em Produção

Projeto para + 20 Poços

Parceria c/Petrobrás

Renda Mensal Atual - R$120 Mil

Venda c/Fazenda - 3.117 Ha - Incluída

Benfeitorias de Luxo - Formada - GEO - CAR

Trifásica - Plana - Capacidade p/5 Mil Reses

Tratores - Implementos - Heliporto - Pátio Confinamento

Gado - 2.600 Reses - Tropa - Equinos/Muares

Passivo - R$50 Milhões

Preço - R$100 Milhões

 

POSTO COMBUSTÍVEL CURVELO/MG   Código AA4224

Localizado BR 135

Área Terreno - 110 Mil m² - Área Construída - 6 Mil m²

Área Pátio - 12 Mil m² - Área Coberta p/Abastecer - 900 m²

Infraestrutura Completa - Restaurante - Lanchonete - Troca de Óleo

Ducha - Loja de Conveniência - Oficina - Borracharia - Casa de Peças

Banheiros p/Banho - Salas Disponíveis p/Alugar

02 Bombas Sêxtuplas - 04 Bombas Duplas - 01 Bomba Simples -

Arla a Granel 4.000 lts. - 02 Tanques 30.000 Pleno - 02 Tanques de 30.000 Bipartido

Todos Equipamentos Próprios - Monitoramento de Tanques Medliq.

Monitoramento de Câmeras - Sistema Operacional LBC - Identfid. nas Bombas

Poço Artesiano - Usina Fotovoltaica em Processo de Instalação

Contrato c/a Shell de 60 Meses - Início Outubro de 2014 -

42.000.000 lts. - Falta Cumprir 12.000.000 lts.

Galonagem Atual - 440.000 lts.

Dc e S-10 = 350.000 lts./Gás. - V-Power e Etanol 90.000 lts.

Galonagem Histórica Normal p/o Posto - 700.000 lts.

Preço - R$12 Milhões

 

POSTOS COMBUSTÍVEIS/RESTAURANTES MG
Código AA4219

Localizado BR 040 - Região Central MG - Atua há 13 Anos

130 km Belo Hte. - 130 km Juiz de Fora

Posto 01 - Área Terreno - 92.300 m² - Veículos Passeio

Capacidade Armazenamento - 30.000 Litros

Posto 02 - Área Terreno - 230.000 m² - Veículos Carga

Capacidade Armazenamento - 90.000 Litros

Frente p/BR 040 - 520 m

Posto 01 - Composto de Restaurante - Cozinha Industrial - Lojão c/Armarinho

Postos Combustíveis - Lavador - Borracharia - Etc.

Área c/Lago - Pesque Pague - Animais Exóticos - Curral p/Bovinos/Equinos

Faturamento Restaurante 2015/16/17 - R$2.800.000,00/Ano

Faturamento Combustíveis 2015/16/17 - Média R$4 Milhões/Ano

Posto 02 - Composto de Restaurante - Borracharia - Salão TV - Descanso

Salão Conferência - Banheiros Grandes - Área Lazer - Auditório

03 Níveis Estacionamento p/Caminhões - Oficina - Lavador

Posto Combustíveis - Área 237.000 m²

Preço - R$10 Milhões

 

 

POSTO COMBUSTÍVEL/RESTAURANTE URBANO ESTRADA
Código AA4222

Localizada Cidade Região Vertentes

Em Torno Movimento - 400 Mil Pessoas

Posto em Atividade Distribuidora Petrobras

Área Total - 16.000 m²

Total de Armazenagem - 75 Mil Litros

Capacidade de Venda - 500 Mil Litros/Mês

Venda Atual de 260 Mil/Litros Mês

Cobertura c/4 Bombas de Diesel

2 Filtros Novos

Cobertura com 2 Bombas de Gasolina e Etanol

1 Tanque de Gasolina - Capacidade 20 Mil Litros

1 Tanque Bipartido - Capacidade 20 Mil Litros

10 Mil de Gasolina Grid e 10 Mil Litros de Etanol

1 Prédio c/3 Escritórios - 1 Depósito - 6 Salas de Aluguel

1 Borracharia - Banheiros - 1 Pátio c/6.000 m²

1 Lagoa c/Mata Preservada - 1 Poço Semi-Artesiano c/Outorga de uso

Aluguel - Salas R$1.000,00 e Borracharia R$2.500,00

Relatório Restaurante:

Área Construída Aproximada à 1.200 mt

Área Externa p/Recreação de + ou - 1.000

Área de Artesanato - Lanchonete - Salão de Festas - Banheiros

Aluguel - R$10.000,00

Passivo - Zero - Todas as Licenças em Dia

Preço - R$6 Milhões

 

POSTO RESTAURANTE/ HOTEL TABULEIRO/MG
Código AA4223

Área Infraestrutura - 35 Mil m²

Hotel - Restaurante - Área Lazer - Lagoa

Capacidade Atendimento - 45 Mil Litros

Galonagem - 190 Mil Litros

Preço - R$6 Milhões

 

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