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20/02/17

 

SP realiza fiscalização conjunta em postos de combustíveis na capital

 

Governo do Estado e Prefeitura de São Paulo fizeram uma ação conjunta na madrugada desta segunda-feira (20) para fiscalização de postos de combustíveis da capital, com a participação da Agência Nacional de Petróleo. Essa é a primeira blitz após a assinatura de um protocolo conjunto assinado pelo governador Geraldo Alckmin e o prefeito João Doria, que estabelece a articulação de vários órgãos municipais e estaduais para o combate a fraudes de combustíveis. Alckmin falou sobre e a importância do convênio. “Hoje a operação ganha um grande reforço que é a prefeitura da capital. A operação visa defender o consumidor, que, às vezes, sem saber, está abastecendo no posto que tem fraude volumétrica, chamada bomba baixa. Então ele põe 30 litros de combustível e entra 28 no tanque. Tem fraude de qualidade no produto, como água no álcool, solvente na gasolina. Isso prejudica o motor, prejudica o veiculo e é sonegação fiscal; são maus empresários”, disse. A fiscalização dessa segunda-feira, com o reforço na capital da Prefeitura de São Paulo, dá sequência às operações executadas pelo Governo do Estado em postos de combustíveis que, somente no segundo semestre do ano passado, vistoriou cerca de 600 postos, em mais de 50 municípios paulistas.

Leia mais em  http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/governo-do-estado-e-pre

 

Governo quer retomar construção de refinarias

 

BRASÍLIA - Depois de sofrer com tentativas de promover o refino de combustíveis no país, com o fim dos projetos Premium e os atrasos no Comperj, o governo lança nesta segunda-feira o programa Combustível #Brasil, para promover reformas nesse setor. Assim como os programas de estímulo aos setores de gás natural e biocombustíveis, a iniciativa do Ministério de Minas e Energia tem como meta atrair novos atores para esse segmento, diante da situação atual da Petrobras. Com o lançamento do programa, será dado o primeiro passo para a discussão de medidas para estimular a construção de refinarias. A preocupação de mais curto prazo sobre o setor de combustíveis é com o abastecimento do país, diante das dimensões continentais do Brasil. Por isso, dois dos quatro eixos principais da iniciativa são: o redesenho do cenário de abastecimento do país com o novo padrão da Petrobras; e o desenvolvimento de infraestrutura portuária e terminais de abastecimento. Tanto o combustível importado quanto praticamente tudo aquilo que vai para a região Norte passa por navios. A iniciativa vai debater também o estímulo à entrada de novos agentes no setor de abastecimento, especialmente em refino.

Leia mais em  http://extra.globo.com/noticias/economia/governo-quer-retomar-con

 

Megaobras de empresas investigadas na Lava-Jato vão ficar R$ 107 bilhões mais caras

 

SÃO PAULO — Pelo menos oito grandes obras de infraestrutura, consideradas prioritárias e sob responsabilidade de empresas investigadas pela operação Lava-Jato, serão entregues até uma década depois do prazo original e com despesas muito acima da previsão inicial. Anunciadas em sua maior parte num cenário econômico favorável, elas somavam custos de R$ 66,1 bilhões. Hoje, alcançam R$ 173 bilhões — R$ 106,9 bilhões além do planejado. Além de ficarem mais caras — seja por causa do desvio ou do aumento de custos provocado pela inflação — muitos projetos tiveram de ser adaptados e, em alguns casos, se tornaram menos ambiciosos. Os efeitos da paralisação de obras no Rio é significativo no Comperj e na Usina de Angra 3. Em Itaboraí, o Comperj deixou 27 mil desempregados. As consequências foram queda na renda, favelização e lançamentos imobiliários encalhados. No papel, o complexo ficaria pronto em 2012. Por R$ 20,1 bilhões, Itaboraí abrigaria duas refinarias, unidade de gás natural e uma unidade de lubrificantes. Até agora já foram consumidos R$ 40,2 bilhões, e a Petrobras se viu obrigada a rever os planos: cancelou uma refinaria e uma unidade de lubrificantes. Para terminar a refinaria, com 86% da obra executada, e uma unidade de gás natural, a estatal busca sócios para investir mais R$ 2 bilhões. A entrega será em 2020 — oito anos de atraso.

Leia mais em  http://oglobo.globo.com/brasil/megaobras-de-empresas-investigadas

 

RenovaBio vai expandir produção de biocombustível no País

 

O governo divulgou, as principais diretrizes do programa RenovaBio, que tem como objetivo aumentar a produção de biocombustíveis no País. Lançado pelo Ministério de Minas e Energia em dezembro do ano passado, o programa foi apresentado a representantes do setor e vai passar por consulta pública para receber aperfeiçoamentos até o dia 20 de março. As ações do RenovaBio deverão buscar competitividade na produção, comercialização e no uso de biocombustíveis, com estímulo à concorrência entre os próprios biocombustíveis e em relação aos combustíveis de origem fóssil, com ênfase na segurança do abastecimento, no combate a práticas anticompetitivas e na proteção dos interesses dos consumidores quanto a preço, qualidade e oferta. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o programa RenovaBio também vai ajudar no processo de redução de 43% das emissões de gases de efeito estufa até 2030, conforme metas firmadas na Conferência do Clima de Paris. Fonte: Portal Brasil.

 

Consumo de combustíveis no Brasil caiu 4,5 % na comparação entre 2016 e 2015

 

As vendas de combustíveis no mercado brasileiro em 2016 totalizaram 135,436 bilhões de litros, o que representa uma redução de 4,5% em relação aos 141,811 bilhões de litros registrados em 2015. Os dados foram divulgados no Seminário de Avaliação do Mercado de Combustíveis 2017 (Ano-Base 2016), no escritório central da ANP, no Rio de Janeiro. A comercialização de gasolina C foi de 43,019 bilhões de litros, um aumento de 4,6% em relação aos 41,137 bilhões de litros relativos a 2015. Já o consumo de etanol hidratado, que havia sido de 17,863 bilhões de litros em 2015, caiu para 14,586 bilhões de litros em 2016, uma redução de 18,3%. O etanol total (soma de anidro - etanol misturado à gasolina - e hidratado - etanol combustível) teve queda de 9% em 2016 frente a 2015, de 28,796 bilhões de litros para 26,201 bilhões de litros. Houve redução de 5,1% na comercialização de óleo diesel B na comparação entre 2015 e 2016, de 57,211 bilhões de litros para 54,279 bilhões de litros. A queda nas vendas de biodiesel também foi de 5,1%, de 4,005 bilhões de litros em 2015, para 3,799 bilhões de litros em 2016. Houve redução na venda querosene de aviação (QAV) de 8%, de 7,355 bilhões de litros para 6,765 bilhões de litros. No óleo combustível houve queda de 32,4%, de 4,932 bilhões de litros para 3,333 bilhões de litros. O gás natural veicular (GNV) apresentou crescimento de 3,2 % no volume comercializado, passando de 4,820 milhões de m³/dia para 4,976 milhões de m³/dia. Fonte: Assessoria de Imprensa da ANP.

 

 

 

ALTA RODA

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Inspeção ambiental volta à pauta

 

Passou algo despercebido, em 2016, o aniversário de 30 anos do Proconve (Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores). Como a indústria instalada no País completou 60 anos também em 2016, significa que metade de sua trajetória histórica foi regida por regulamentações que, se não estão entre as mais rigorosas do mundo, pelo menos ajudaram a mitigar as chamadas emissões reguladas de três gases: monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos.

 

No caso de motores de ciclo Otto o controle pôde ser feito com relativa facilidade por meio de gerenciamento eletrônico de injeção e ignição, além de um dispositivo muito eficiente, o catalisador de três vias, que recebe este nome por atuar sobre aqueles gases. Quando a peça atinge a temperatura de trabalho – hoje de forma muito mais rápida – e uma eficiência de conversão de 98%, os subprodutos no escapamento são nitrogênio e vapor d’água.

 

Um dos acertos do Proconve foi trabalhar com fases e prazos a exemplo do exterior. Isso atraiu fabricantes de catalisadores para o Brasil. Primeiramente a Umicore, que completou 25 anos, e depois a BASF. Stephan Blumrich, presidente da primeira, afirmou com exclusividade à Coluna:

 

“Devemos continuar, como o resto do mundo faz, a buscar emissões menores do que hoje é permitido. O legislador deve atuar em harmonia com a indústria quanto a metas e o tempo necessário para alcançá-las. O catalisador faz a sua parte e pode durar o mesmo que um motor, se a manutenção deste for feita de acordo com as normas do fabricante. Funciona de modo simples por meio de reações químicas. Além disso, ao fim da vida útil pode ser reciclado e seus metais nobres, recuperados. A saúde da população é preservada, mas com o aumento da frota circulante e condições de tráfego mais difíceis há necessidade não apenas de avançar nas regulamentações, mas também ter um controle sobre a efetiva manutenção dos veículos por meio de inspeções”.

 

O fato é que não se vislumbram ainda os próximos passos do Proconve. Ministério do Meio Ambiente e Ibama deveriam ter avançado nas propostas, mas parece haver certa letargia em parte pela situação política e econômica do País. Nesse cenário o governo de São Paulo resolveu, depois de 20 anos de indefinições, propor a continuidade na legislação e, pela primeira vez, iniciar um programa estadual de inspeção veicular.

 

De fato, um esforço isolado da cidade de São Paulo deixa de trazer benefícios maiores porque a poluição se estende por toda a região metropolitana e começa a preocupar também em concentrações urbanas do interior. A Secretaria Estadual do Meio Ambiente anunciou na semana passada que em 2018 todos os veículos a diesel, leves e pesados, começarão a ser inspecionados.

 

Segundo o secretário, Ricardo Salles, as 46 agências regionais da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) se encarregarão do programa. É imprudente achar que uma companhia com várias atribuições e em momento de finanças tão apertadas possa coordenar e executar inspeções. Isso não deu certo no Estado do Rio de Janeiro e nem no exterior. A fórmula com menos possibilidade de erros é boa regulamentação e licitação dos serviços entre empresas especializadas.

 

RODA VIVA

 

APESAR de muito se falar sobre alternativas de mobilidade no mundo, as vendas de automóveis e comerciais leves continuam em ascensão. Segundo a consultoria inglesa Jato, 84,24 milhões de unidades ganharam as ruas em 54 principais países pesquisados no ano passado. Crescimento de 5,6% sobre 2015. Nada indica que esse ritmo diminua em 2017.

 

EMISSÕES de novas carteiras nacionais de habilitação (CNH) caíram 13% em 2015 e também em 2016. Leitura mais apressada pode concluir que há menos interesse em comprar carros. Mas, na realidade, comparada à queda de cerca de 50% do mercado brasileiro no mesmo período, o percentual acumulado menor de CNH emitidas indica justamente o contrário.

 

SANDERO surpreende em desenvoltura graças ao novo motor 1,6-L SCe, bem superior ao utilizado antes. Mesmo com potência maior o consumo foi reduzido. Sistema de desligar-ligar o motor (pode ser inibido por botão no painel) funciona de modo silencioso e preciso, pois basta um leve toque no pedal de embreagem. Comando do câmbio, agora a cabo, ficou bem melhor.

 

MEXICANOS estão comprando mais veículos novos (crescimento de 50% em dois anos) depois que o governo regulamentou a importação de modelos seminovos dos EUA e assim reduziu em 90% essa prática. O mercado do México, agora, é duas vezes maior que o da Argentina. Oportunidade para diversificar exportações brasileiras, o que já vem ocorrendo.

 

FERRAMENTA Consulta Recall verifica se qualquer veículo tem pendência relativa a defeitos de segurança. Desenvolvida pela Tecnobank, inclui todas as revocações dos fabricantes desde 1999. Serviço hospedado em nuvem e a informação individual é paga. Essa informação deveria aparecer no licenciamento anual, mas vem sendo adiada seguidamente.

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