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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Atualizado em

22 de agosto

de 2016

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Intercamp e Posto Hoje firmam parceria

 

A Intercamp Sistemas, tradicional empresa brasileira de tecnologia há 25 anos no mercado, criadora do sistema Postofácil - software para gestão de postos de combustíveis, e Posto Hojenewsletter eletrônica semanal de informação e serviços para postos de combustíveis e loja de conveniência, firmaram um acordo inédito de parceria de comunicação e marketing: a partir de agora, a newsletter semanal Posto Hoje passa a ser enviada regularmente aos clientes da  Intercamp Sistemas, os leitores de Posto Hoje passam a receber regularmente a publicação e a publicação Intercamp News. Posto Hoje agradece aos dirigentes da Intercamp por esta generosa parceria, desejando muito sucesso.

 

Petrobras adota medidas para melhorar eficiência no refino

 

A Petrobras espera obter ganhos de US$ 404 milhões entre 2016 e 2019, com a implementação de medidas de eficiência operacional em seu parque de refino. A estatal informou ontem que mudanças operacionais e pequenas modificações de projeto nas refinarias têm potencial para render receitas adicionais de US$ 759 milhões até 2019, dos quais US$ 355 milhões já foram obtidos pela empresa até 2015. Dentro do programa de eficiência e maximização da rentabilidade de seus ativos, a Petrobras espera concluir em 2017 a primeira rodada do Plano de Excelência em Processos (PEP) - que consiste em visitas de equipes técnicas às refinarias para identificação de oportunidades de ganhos de rentabilidade nas unidades. O trabalho vem sendo conduzido por uma equipe própria da estatal, com foco nas áreas de refino (destilação, eficiência energética, conversão, confiabilidade, integração, hidrotratamento e automação), logística e comercialização.

Leia mais em  https://www.portosenavios.com.br/noticias/geral/35419-petrobras-

 

Cana amplia sua participação e se mantém como 1ª fonte de energia renovável no Brasil

 

Em 2015, a participação da biomassa da cana-de-açúcar na matriz energética nacional foi de 16,9% contra 15,7% do ano anterior, segundo o último Balanço Energético Nacional (BEN 2016 – ano base 2015), divulgado em junho pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Esse é o melhor resultado desde 2009, quando esse percentual atingiu 18,1%. O diretor Técnico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Antonio de Padua Rodrigues, ressalta que pelo 8º ano consecutivo a cana e seus subprodutos lideram o ranking das fontes renováveis usadas no Brasil, ficando à frente das hidrelétricas (11,3%); lenha e carvão vegetal (8,2%); solar, eólica e outras fontes alternativas (4,7%). “Analisando os dados históricos publicados pela EPE desde 1970, observa-se que a biomassa da cana alternou o posto de 1º lugar entre as fontes limpas com a hidroeletricidade. Assumiu a hegemonia a partir de 2007, e hoje já representa 40% da oferta interna de energias limpas”, comenta o executivo. Se considerado as fontes fósseis, os canaviais ficaram atrás apenas do setor de petróleo e derivados, responsável por 37,3% da matriz nacional no último ano. Os renováveis, especificamente, responderam por 41,2% do volume de energia ofertado internamente em 2015, índice entre os mais altos do mundo. Fonte: Assessoria de Imprensa da Única.

 

Ipiranga firma parceria com Buddy Valastro

 

A Ipiranga fechou uma parceria com o chef e empresário Buddy Valastro. Os itens exclusivos assinados pelo também apresentador serão vendidos nas lojas de conveniência am/pm. A nova linha incrementará o mix de produtos da padaria da rede, que teve em 2015 27 milhões de unidades de pães franceses vendidas. Dentre os quitutes do Cake Boss que serão vendidos estão o cannoli, um dos carros-chefes de seu portfólio, e dois sabores exclusivos de cookies assinados por ele. Aos poucos, mais criações do dono da Carlo´s Bakery serão encontradas nas unidades. A companhia busca oferecer com esse lançamento uma experiência de maior valor na rotina das pessoas. O pré-lançamento ocorreu em lojas com conceito ampliado de conveniência localizadas no posto Ipiranga da Barra Tijuca (Rio de Janeiro) e em Campo Belo (São Paulo). O novo modelo estende a oferta para atender aos clientes dos bairros vizinhos aos postos em suas demais necessidades, consolidando o conceito de varejo. Entre os diferenciais desta nova loja destacam-se os serviços de padaria completa, cafeteria e um ambiente apropriado para refeições, com uma maior variedade de pratos, pizzas e sanduíches.

Leia mais em  https://www.mundodomarketing.com.br/index.php/ultimas-noticias/

 

Julho registra novos recordes na RNEST

 

O mês de julho de 2016 registrou novos recordes em processamento de petróleo e produção de derivados na Refinaria Abreu e Lima (RNEST), segundo os resultados fechados no último dia 31. Pelo terceiro mês consecutivo, a RNEST bateu recorde de carga média processada, com a marca de 99,18 mil barris de petróleo por dia (bpd), 2,3% maior que o recorde anterior, obtido em junho (96,96 mil bpd). No total, foram processados 3,07 milhões de barris, carga 4,6% superior ao recorde de maio de 2016 (2,94 milhões de barris). Em julho, a produção RNEST de Diesel S-10 foi de 373,57 mil m³, a maior do país, correspondendo a 32% da produção nacional deste derivado, e representando um recorde 1,7% superior ao anterior, obtido em março de 2016 (367,39 mil m³). Com um acréscimo de 1,6%, a nafta petroquímica também registrou sua melhor produção, superando a marca de maio de 2016, com o total de 46,64 mil toneladas. Estes recordes reafirmam a busca contínua da Petrobras pelo aumento da eficiência operacional de suas refinarias, com excelência na gestão integrada do sistema de abastecimento, contribuindo para a redução das importações de derivados e maior rentabilidade da empresa. O resultado foi alcançado respeitando os princípios de Segurança, Meio Ambiente e Saúde que norteiam as ações da companhia. Fonte: Gerência de Comunicação Interna e Imprensa da Petrobras.

50º Leilão de biodiesel da ANP negocia 674,3 milhões de litros

 

Destes, 674,016 milhões de litros foram para mistura obrigatória. No 50º Leilão de Biodiesel da ANP foram arrematados 674,3 milhões de litros de biodiesel, sendo 100% deste volume oriundo de produtores detentores do selo Combustível Social. Destes, 674,016 milhões de litros foram para mistura obrigatória. O preço médio foi de R$ 2,398/L, sem considerar a margem Petrobras, e o valor total negociado atingiu o patamar de R$ 1,62 bilhão, refletindo num deságio médio de 15,04% quando comparado com o preço máximo de referência médio (R$ 2,823 /L). A apresentação das ofertas de biodiesel ocorreu em um único dia (09/08), com 31 produtores disponibilizando um volume total de 757,180 milhões de litros, sendo 100% de produtores detentores do selo Combustível Social. No primeiro dia de seleção das ofertas (11/08), foram arrematados 581,382 milhões de litros de biodiesel exclusivamente de produtores detentores de selo Combustível Social, em torno de 76,8% do total ofertado para todo o leilão. No segundo dia de seleção das ofertas (12/08), foram arrematados 92,7 milhões de litros de biodiesel de produtores detentores ou não de selo Combustível Social, em torno de 12,25% do total ofertado no leilão. A apresentação de ofertas de biodiesel para mistura voluntária ao óleo diesel e a seleção de ofertas pelos adquirentes para mistura voluntária ocorram no dia 15/08, onde foram disponibilizados 19,8 milhões de litros, sendo 100% de produtores detentores do selo Combustível Social.

Leia mais em  https://www.jornalcana.com.br/50o-leilao-de-biodiesel-da-anp-nego

 

 

ALTA RODA

Carro básico voltará?

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

A atual crise do mercado brasileiro levou a mudanças no comportamento dos consumidores. Para a maioria dos analistas o grau de exigência dos compradores aumentou e o tempo dos carros básicos (também chamados de “pelados”) terminou. Pode não ser bem assim.

Atualmente quase todos os modelos vendidos ao cliente final (varejo) têm ar-condicionado. Porém, se explica pelo clima do país, as horas passadas em congestionamentos e, em especial, o poder aquisitivo de quem conseguiu manter sua renda nesses tempos de severa retração econômica, nunca vista antes com esse grau de intensidade em dois anos seguidos.

 

O chamado tíquete médio de venda subiu mais de 20% no acumulado de quase 24 meses consecutivos de mergulho do mercado. A parcela de pessoas que compravam o primeiro carro zero-quilômetro, depois de anos restrita a modelos usados por força de sua menor renda e da falta de boas condições de financiamento, foi reduzida drasticamente desde 2014. Houve forte migração para a parte baixa da pirâmide social.

 

Esse, aliás, é um ciclo que se repete. Na crise dos anos 1980, por três vezes seguidas o modelo mais vendido no país foi o Chevrolet Monza, um médio-compacto equivalente hoje ao Cruze, Corolla ou Civic. Naquela época os modelos de entrada também sofreram forte retração, mas parte desse resultado se deveu a Fusca e Gol terem convivido por seis anos. Agora, apesar de o mercado continuar dominado por modelos compactos, o Corolla aparece em sexto lugar. Não chega a ser uma surpresa.

 

Outro fenômeno aliado a variações de poder aquisitivo envolve os modelos de 1 litro de cilindrada. Com o IPI mais baixo desde 1990, os compradores exauridos financeiramente concentraram neles suas preferências, mesmo com potência inadequada para a maioria dos carros da época. Em 2001 representaram nada menos de 70% dos automóveis vendidos e, no ano passado, esse percentual caiu para 34%. Isso ocorreu mesmo com a grande evolução de desempenho e a chegada de motores modernos de três cilindros.

 

Há, entretanto, o fenômeno de crescimento dos SUVs compactos em que o propulsor de 1 litro de aspiração natural não mostra adequação. Já entre os hatches que oferecem também motores acima de 1 litro, os de menor cilindrada reinam: Uno, 85%; Ka, 84%, Palio, 80%, Gol, 67%, HB20, 65%, Sandero, 65% e Onix, 61%. Esses compradores preferem adquirir um carro com mais itens de conforto a um preço menor. Trocam potência por equipamentos.

 

Quando o mercado retornar ao patamar de quatro milhões de unidades anuais (incluídos veículos leves e pesados), que muitos esperam só ocorrer em 2022 ou 2023, podem voltar aqueles que perderam a oportunidade de sair de um modelo usado para um novo. Economia estabilizada e em crescimento autossustentável, baixa inflação, financiamentos a juros menores e empregos seguros formarão o cenário ideal para atrair compradores de carros básicos.

 

Eles não se importam com rodas de liga leve ou vidros, espelhos e travas elétricos. Talvez abram mão até do ar-condicionado. O sonho do carro zero-quilômetro poderá recuperar uma oportunidade perdida com tantos erros de gestão econômica nos últimos anos.

 

RODA VIVA

 

CORREU pelo mundo a notícia de que a Noruega iria banir a comercialização de automóveis com motores de combustão interna a partir de 2025. O governo norueguês acaba de desmentir, informa a agência Reuters. O país continuará a incentivar tecnologias mais limpas até uma substituição natural, sem prazos. Parte de sua grande riqueza vem do petróleo.

 

PARA atender a legislação de eficiência energética, a GM estendeu ao motor de 1,8 L do sedã Cobalt 2017 as mudanças apresentadas nos 1,0 L e 1,4 L de Onix/Prisma. Câmbio manual também passou de cinco para seis marchas. Além do ganho de 3 cv (agora, 111 cv) e 0,6 kgfm (para 17,7 kgfm), peso diminuiu em 36 kg. Consumo chega a 15,1 km/l com gasolina (estrada). Preços: R$ 62.190 a 68.990.

 

 

MONOVOLUME Spin, mais alto e pesado, exigiu alterações adicionais. Motor é o mesmo do Cobalt, mas para melhorar o consumo a GM adotou controle ativo de entrada de ar ao radiador e outros recursos técnicos. Em estrada com gasolina alcança 13,7 km/l e também nota A pelo Inmetro. Preços subiram em média 2% e vão de R$ 57.990 a 71.990.

 

EMBORA tardio, há agora um projeto de lei no Senado que restringe o uso obrigatório de faróis baixos ou luzes de uso diurno (DRL, sigla em inglês) a vias rurais asfaltadas apenas, excluindo trechos urbanos de rodovias. Por enquanto, as multas urbanas ficam como estão por decisão arbitrária e ilegal do Denatran, que só adicionou ainda mais confusão ao controvertido tema.

 

CAMPANHA simpática da área de lubrificantes da Shell para destacar o papel do automóvel na sociedade brasileira. O concurso cultural vai até 26 de setembro e os consumidores devem contar histórias pessoais em que carros são protagonistas centrais. Há três exemplos no site www.shell.com.br/helix-retribua. Os filmes, bem produzidos, merecem ser vistos.

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