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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

21/11/17

 

Etanol: volume comercializado na semana em São Paulo cai pela metade

 

O volume de etanol hidratado comercializado no estado de São Paulo entre 13 e 17 de novembro foi 52,5% menor que o registrado na semana anterior. Segundo colaboradores do Cepea, esse cenário esteve atrelado ao menor número de dias úteis no período, devido ao feriado do dia 15 (Proclamação da República), e principalmente à antecipação das aquisições por parte das distribuidoras para atender à demanda para o feriado. Usinas, por sua vez, continuaram firmes nos preços, apesar da menor demanda. Assim, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado (estado de São Paulo) fechou a R$ 1,6769/litro (sem ICMS e sem PIS/Cofins) entre 13 e 17 de novembro, aumento de 3,21% frente à semana anterior. O Indicador CEPEA/ESALQ do etanol anidro teve média de R$ 1,8286/litro (sem PIS/Cofins), alta de 2,69% na mesma comparação.

Fonte: https://www.cepea.esalq.usp.br/br/diarias-de-mercado/etanol-cepe

 

Procon fiscalizará se postos alvos de ação civil reduziram margem de lucro

 

O Procon Goiás informou que vai realizar fiscalizações in loco nos 60 postos de combustíveis alvos de Ação Civil Pública requerida no último dia 10 de novembro. Segundo o órgão, os trabalhos serão feitos conforme os mandados de intimação expedidos pelo juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública Estadual, Reinaldo Alves Ferreira, forem juntados ao processo. No último dia 17, Reinaldo determinou a redução da margem do lucro pelo litro de álcool ao valor que era praticado no mês de julho, que correspondia a 10,2% (dez vírgula dois por cento) sobre o preço do litro de etanol comercializado, ou, subsidiariamente, seja reduzido o preço de venda do etanol hidratado até que o valor por eles praticado esteja compatível com aquele repassado pelas distribuidoras de combustíveis no respectivo período. O juiz estabeleceu uma multa diária no valor de R$ 20 mil  para cada posto em caso de descumprimento da medida, além de R$ 7 milhões em danos morais coletivos, que vão ser destinados a um fundo de defesa ao consumidor. O órgão de defesa do consumidor também esclareceu que ainda não há novidade sobre as novas Ações Civis Públicas (ACPs) com o mesmo teor ajuizadas na semana passada em desfavor de 96 postos de combustível pelo Procon, por meio do Núcleo Jurídico de Defesa do Consumidor, da Procuradoria Geral do Estado.

Leia mais em: http://www.emaisgoias.com.br/ocon-fiscalizara-se-postos-alvos-depr

 

Após queda nos preços por ordem judicial, motoristas não encontram etanol em postos de Goiânia

 

Três dias depois da Justiça ordenar que 60 dos 252 postos de Goiânia baixassem o lucro sobre o preço do etanol, motoristas enfrentaram dificuldades para encontrar o produto nesta segunda-feira (20). Eles desconfiam que os estabelecimentos estejam evitando comercializar o combustível de propósito para obrigar a população a abastecer com gasolina, que seguem com o valor alto. No entanto, os estabelecimentos alegam que o déficit ocorre devido à grande procura. A decisão da Justiça atendeu a uma ação da Superintendência Estadual de Proteção aos Direitos do Consumidor (Procon-GO), que apontou aumento abusivo de 120% no litro do combustível. O procedimento, por sua vez, demandou de um protesto em que motoristas bloquearam as portas das distribuidoras contra os preços altos. Em nota enviada à TV Anhanguera, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás (Sindiposto) informou que todos os postos que foram notificados já diminuíram o preço do etanol. Porém, em virtude da procura acima do normal por parte dos consumidores, o produto acabou faltando.

Leia mais em: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/apos-queda-nos-precos-por-ordem

 

Reino Unido fez lobby no Brasil por Shell, BP e Premier Oil, diz jornal

 

O ministro de comércio do Reino Unido teria feito lobby com o governo brasileiro para defender os interesses das petroleiras britânicas BP, Shell e Premier Oil nos campos de tributação e regulação ambiental, indica um telegrama diplomático obtido pela ONG Greenpeace. A informação foi revelada pelo jornal "The Guardian" no domingo (19). Em março, o ministro de comércio britânico, Greg Hands, viajou ao Rio de Janeiro, a Belo Horizonte e a São Paulo. De acordo com o jornal, ele teria se encontrado com o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa, para discutir os interesses das empresas britânicas no Brasil. Em resposta, Pedrosa teria dito que estava pressionando o governo brasileiro para atender às demandas das companhias, de acordo com o telegrama diplomático. O governo britânico nega que tenha atuado em prol das companhias. Procurado pela reportagem, Pedrosa confirmou que houve o encontro com o ministro do Reino Unido, mas disse que "foi uma discussão normal entre representantes de dois países".

Leia mais em: http://www.portalodia.com/noticias/economia/reino-unido-fez-lobby

 

Cade aprova aquisição pela Cosan de participação do Grupo Shell na Comgás

 

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição, pela Cosan Limited, de uma participação acionária do Grupo Shell na Comgás, segundo despacho publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira. Atualmente, o Grupo Cosan, por meio da Cosan S.A., já é titular de 63,11 por cento do capital social da Comgás, exercendo desde 2012 o controle compartilhado da empresa. Com a operação, passará a ter 79,88 por cento. O negócio aprovado pelo Cade envolve a compra pela Cosan Limited de 16,77 por cento do capital social da Comgás detido pelas empresas Integral e Shell Gás, controladas pelo Grupo Shell. "A operação não acarreta sobreposição horizontal entre as atividades das requerentes, dado que as empresas atuam em etapas distintas da cadeia de distribuição de combustíveis", afirmou o Cade em seu parecer sobre a transação. "Todavia, a operação gera um potencial reforço na relação vertical pré-existente entre a Raízen, uma joint-venture entre Cosan e Shell, e a Cosan, no que tange ao comércio e distribuição de gás natural veicular", ponderou o Conselho.

Leia mais em: https://extra.globo.com/noticias/economia/cade-aprova-aquisicao-pela

 

Petrobras volta a sorrir

 

Quando o executivo carioca Pedro Parente assumiu a Petrobras, em maio de 2016, depois de passagens pela Bunge, pelo grupo RBS e por três ministérios do governo Fernando Henrique Cardoso, se espantou com o volume de dívidas vencendo no curto prazo. Ouviu de consultores que os juros estavam altos demais porque o mercado estava enxergando um calote da companhia para 2019. Em três anos, venceriam US$ 39 bilhões em dívidas. Havia US$ 20,4 bilhões a serem pagos apenas em 2019. Parente, de imediato, precisou renegociar os vencimentos. Com o alongamento da dívida, o risco de não conseguir honrar os débitos sumiu do horizonte. A dívida vencendo em 2019 despencou para US$ 13 bilhões, e o pico de pagamentos deve acontecer apenas em 2022, com US$ 16 bilhões. Esse caso é uma prova de que o calvário da Petrobras está ficando para trás. Alguns números do balanço do terceiro trimestre, divulgado na segunda-feira 14, endossam essa tese. A empresa reverteu prejuízo de R$ 16,46 bilhões, no mesmo período do ano passado, para um lucro líquido de R$ 266 milhões. O valor poderia ter sido ainda melhor, ao se descontar as perdas de R$ 3,36 bilhões com programas de regularização de débitos, contingências judiciais e baixas contábeis.

Leia mais em: https://www.istoedinheiro.com.br/petrobras-volta-sorrir/

 

  

ALTA RODA

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Transição para o futuro

 

Conectividade, automação, compartilhamento e eletrificação são assuntos do momento e, como esperado, dominaram os trabalhos técnicos, conferências e debates no 26º Congresso SAE Brasil, em São Paulo, na semana passada. Essas quatro vertentes, na verdade, estão em verdadeira ebulição no mundo, provocam discussões algumas vezes acaloradas e inúmeras soluções alternativas. Tudo distribuído em 17 painéis e 151 relatórios, sendo 116 inéditos.

 

O tema central do congresso este ano foi “A mobilidade inteligente e a transição para o futuro”. A transição, realmente, é o que gera muitas dúvidas ou mesmo especulações. Uma das preocupações, externada por palestrantes, aponta para segurança dos dados em um mundo conectado. Ainda pairam desconfianças sobre a tal “blindagem” contra hackers do mal ou, simplesmente, falhas tecnológicas.

 

A solução de veículos autônomos, por exemplo, pode passar por regiões segregadas de tráfego urbano ou rodoviário onde todos os veículos – não apenas alguns – teriam condições de trocar informações em tempo real e evitar muito provavelmente 100% dos acidentes.

 

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No último dia do Congresso ocorreu a primeira colisão leve, em Las Vegas, estado de Nevada (EUA), entre um estreante micro-ônibus autônomo em viagem oficial (semicomercial) e um caminhão. Nada além de arranhões nos dois veículos, porém sem tempo de fazer parte dos debates aqui.

 

Mais alguns avanços são necessários, entre eles mapas digitais extremamente precisos e roteadores de tráfego de confiabilidade superior. Neste campo, aproxima-se uma batalha entre Google Maps e a Here (pertencente ao trio de ferro alemão Audi, BMW e Daimler).

 

Até o momento Google e seu braço Waze conseguiram posição de destaque indiscutível no mundo e no Brasil. Mas já se notam falhas de rotas em ambas as plataformas, algumas mesmo inaceitáveis, que irritam e provocam atrasos desnecessários, quando se buscava exatamente o oposto. Nada como a boa e esperada concorrência para que todos ganhem.

 

Doug Patton, presidente da SAE International, admitiu a falta de um modelo pronto de compartilhamento de automóveis aplicável em todo o mundo. Na opinião da Coluna trata-se de um ponto bastante relevante. Realidades e contrastes são tão diferentes até mesmo dentro de um país, como o Brasil, que é preciso relativizar a apontada “falta de interesse dos jovens pelos automóveis”. Em grandes cidades pode ocorrer graças às opções existentes, entretanto nas médias e pequenas o cenário indica ser outro.

 

Na exposição agregada ao Congresso, empresas tinham o que mostrar ou mesmo indicar tendências. A brasileira Moura, fabricante de baterias convencionais, tem projetos para as de íons de lítio, mas por enquanto visa apenas nichos de mercado em parceria com chineses. Por outro lado, a Eaton exibiu um sistema de redução de emissões evaporativas durante o abastecimento em postos de serviço. Essa é uma fonte primária de formação de ozônio, porém implica modificações de projeto nos veículos que demandam tempo e aumento de custos. É um problema a equacionar no futuro breve, além de modificações tanto nos postos, como nas refinarias e nos caminhões-tanque.

 

RODA VIVA

 

EMBORA sem revisar todas suas projeções para este ano, Anfavea admite que maioria dos indicadores – vendas, produção e exportação – podem ser superados. Mercado externo baterá recorde histórico graças à Argentina. Isso levou a aumento expressivo de 28,5% de produção, nos 10 primeiros meses de 2017. Em breve deixarão de existir trabalhadores afastados nas fábricas.

 

RENAULT anunciou meta estratégica de participação de mercado no Brasil. Dos atuais 8%, a marca francesa espera subir para 10% em 2022. Parece pouco, mas é ambicioso. Projeções da empresa apontam que os SUVs responderão por até 22% das vendas totais de automóveis no País. Detectou, ainda, certo limite para crescimento contínuo deste segmento por razões de preço.

 

JAGUAR F-Pace combina interior bem projetado a comportamento dinâmico que, sem ser o mais refinado, atende à maioria das situações. O SUV tem acerto de suspensão de certa forma exagerado em “esportividade”. Silêncio interno surpreende por se tratar de motor Diesel (agora de fabricação própria) de 180 cv. Boa visibilidade. Banco merece maior apoio lombar.

DURANTE evento no Haras Tuiuti, interior de São Paulo, a Mercedes-Benz demonstrou um recurso muito interessante para redução dos efeitos do estresse causado pelo ruído de colisão. Ao detectar situações perigosas, o sistema emite preventivamente o chamado “ruído rosa” com 80 dB a 86 dB entre 0,4 s e 3 s. Disponível, de início, só no novo Classe E.

 

APLIQUES, cor azul exclusiva e detalhes de bom gosto na edição especial da S10 comemorativa do primeiro século de produção mundial de picapes Chevrolet. Destaque para logotipo estilizado na grade. As 450 unidades numeradas (preço único de R$ 187.590 é elevado) podem se valorizar em médio prazo. Já foram fabricadas 85 milhões de picapes Chevrolet desde 1917.

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