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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Atualizado em

03 de agosto

de 2015

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE  A MAIS DE 8.000 POSTOS DE COMBUSTÍVEIS. FAÇA TAMBÉM SEU CADASTRO.

Linx apresenta solução para gestão de postos e lojas de conveniência na ExpoPostos 2015

 

A Linx, empresa líder em tecnologia de gestão para o varejo, apresentará na ExpoPostos & Conveniência 2015, que será realizada de 5 a 7 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo, o que há de mais moderno na gestão de postos de combustível e lojas de conveniência. A companhia, que possui mais de 30 anos de experiência e atende mais de sete mil clientes do setor de postos, consolidou suas soluções para o segmento com as aquisições das empresas Rezende e LZT, e dos ativos Ionics e Seller. “As redes ou postos individuais que buscam acelerar seu crescimento procuram por sistemas simples, que controlem seus processos de negócio, aumentem o fluxo, fidelizem os clientes e cumpram a legislação fiscal”, afirma Ricardo Lenzi, diretor da vertical de Postos da Linx. “O software da Linx entrega esses benefícios, com a vantagem dos dados estarem integrados automaticamente e disponíveis em qualquer dispositivo”, destaca Lenzi. O Linx Postos, software que automatiza a gestão de pequenos postos a grandes redes, permite que o varejista aumente o número de consumidores na loja de conveniência ou restaurante, alavanque o ticket médio, ganhe tempo no pagamento e atendimento do consumidor, integre sua operação com transportadoras, monte kits, sugira ofertas e produtos na loja de conveniência e tenha controle total do estoque. Fonte: Assessoria de imprensa da Linx.

 

Postos são notificados sobre decisão para reduzir preços dos combustíveis

 

Postos de combustíveis ainda são notificados, nesta segunda-feira (3), da decisão que determina a redução dos preços da gasolina e do etanol em Goiânia. Durante a manhã, a maioria dos estabelecimentos não havia reajustado o valor. Assim, consumidores que encontraram o preço baixo, comemoram e pararam imediatamente para abastecer. A sentença contra 99 postos de combustíveis foi proferida na sexta-feira (31), após a Superintendência Estadual de Proteção aos Direitos do Consumidor (Procon-GO) fiscalizar unidades e comprovar o alinhamento de preços e indícios de formação de cartel. De acordo com o Tribunal de Justiça de Goiás, 41 mandados foram cumpridos até o domingo (3). A expectativa de é que os demais estabelecimentos sejam notificados até o fim desta tarde. Os comércios devem voltar a vender os combustíveis conforme o valor praticado antes do aumento repentino de até 50% nos preços, ocorrido no último dia 23 de julho. Um dos oficiais de Justiça responsável por notificar os postos, Rosair Barbosa explicou que o mandado deve ser cumprido assim que entregue. “Cumpri 15 mandados nesta manhã e não houve problema. Intimo para que cumpram a ordem judicial. Se não quiserem cumprir, tem a opção de pagar multa diária de R$ 5 mil”, disse ao G1.

Leia mais em  http://g1.globo.com/goias/noticia/2015/08/postos-sao-notificados-so

 

BG Group inicia produção a partir do FPSO 'Cidade de Itaguaí'

 

O BG Group, terceira maior petrolífera do Reino Unido, anunciou nesta segunda-feira (3/8) que iniciou produção de petróleo a partir de unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás (FPSO sigla em inglês) "Cidade de Itaguaí", Bacia de Santos. O uso do "Cidade de Itaguaí" vai dobrar a capacidade de produção bruta da área para 300 mil barris de petróleo e 16 milhões de metros cúbicos de gás natural diários. A embarcação também terá capacidade de armazenamento de 1,6 milhão de barris de petróleo. O FPSO, a sexta unidade do BG a iniciar produção na bacia, vai operar na área de Iracema Norte, no campo de Lula, que faz parte do bloco BM-S-11, operado pela Petrobras.

Leia mais em  http://www.jb.com.br/economia/noticias/2015/08/03/bg-group-inicia

 

Venda de etanol no Brasil bate recorde no primeiro semestre

 

Em muitas partes do Brasil, o preço da gasolina nas alturas fez a venda de etanol bater um recorde no primeiro semestre. E isso teve um efeito entre os consumidores Na hora de abastecer, a pedagoga Karen de Abreu fica atenta à placa dos preços. Uma placa indicava R$ 1 de diferença entre o etanol e a gasolina. Perguntada se pensa sobre isso na hora de abastecer, a motorista responde: “Precisa pensar nisso, porque tudo sobe. Então, a gente tem que pensar nessa hora para economizar.” No primeiro semestre, o aumento nas vendas de etanol chegou a 38,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Já o consumo de gasolina caiu 5% de janeiro a junho. Com a alta no preço de mais de 9% este ano, a gasolina está perdendo a vez nas bombas. A última pesquisa feita pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), na semana passada, mostra que, em média, o litro do etanol, no país, estava custando o equivalente a 62,8% do preço do litro da gasolina. Desde o primeiro semestre de 2009 não se vendia tanto álcool no país. A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) diz que, embora o aumento nas vendas seja nacional, ele foi puxado por seis estados. São estados produtores de álcool. Entre eles, São Paulo, onde a diferença nas bombas pode ser ainda maior. Tem até motorista do Rio atravessando a divisa para abastecer do lado paulista.

Leia mais em  http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/08/venda-de-etano

 

Com preço baixo do petróleo, Shell vai cortar 6,5 mil postos de trabalho este ano

 

A Royal Dutch Shell deve cortar 6,5 mil postos de trabalho globais este ano e intensificar o corte de gastos uma vez que procura reafirmar aos investidores que pode resistir ao período extenso de preços baixos do petróleo, mesmo com o plano de adquirir o BG Group por US$ 70 bilhões anunciado em abril. A empresa anglo-holandesa também anunciou a intenção de elevar a venda de ativos em US$ 50 bilhões entre 2014 e 2018, após o lucro do segundo trimestre cair 37%. A Shell relatou lucro líquido de US$ 3,84 bilhões, ante US$ 6, 13 bilhões do mesmo período no ano anterior e frente a US$ 3,25 bilhões no trimestre anterior. - O declínio dos preços do petróleo de hoje podem durar alguns anos e o planejamento da Shell reflete essa realidade do mercado - afirmou Ben van Beurden, CEO da companhia, quinta-feira - A companhia deve ser resiliente no ambiente atual de preços, mesmo que vejamos um retorno do preço a US$ 70, US$ 90 a médio prazo. A Shell antecipou a previsão de redução no número de empregados diretos a nível mundial em 2015 de um total de 100 mil funcionários enquanto lida com a redução do preço do petróleo pela metade para cerca de US$ 55 por barril em um ano.

Leia mais em  https://br.noticias.yahoo.com/pre%C3%A7o-baixo-petr%C3%B3leo

 

 

ALTA RODA

TSI: bem mais que a sigla

 

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Desde o final de semana passada, com a chegada do up! TSI, o Brasil tem pela primeira vez um automóvel mais avançado tecnologicamente em termos de motor que o mesmo modelo comercializado na Europa. Em regra, o País vai a reboque de países centrais ou, em alguns poucos casos, até recebe primeiramente um novo modelo com alguns meses de antecedência.

 

No caso do produto de entrada da Volkswagen, além de reconhecido como primeiro turboflex fabricado no Brasil (os da BMW e PSA Peugeot Citroën são importados), nem na Europa essa motorização – no caso apenas a gasolina – está, por ora, disponível. Na realidade, a própria VW já produziu motor 1-litro turbo (gasolina), a exemplo deste, para Gol e Parati entre 2000 e 2002 focado em desempenho.

 

Entretanto, o TSI faz o casamento perfeito entre injeção direta e turbocompressor (antes a injeção era indireta) dentro do conceito moderno de aumentar o desempenho e simultaneamente obter menor consumo de combustível. De maneira simplificada, oferece potência 28% maior, 105 cv, e torque 61% superior, 16,8 kgfm (ambos os valores com etanol). Ainda assim, consegue economia de etanol e gasolina de cerca de 6% e se transformou no modelo de menor consumo do País. Aliás, só perde para automóveis híbridos com motores a combustão e elétrico.

 

O desempenho deste 3-cilindros na prática equivale a de um motor comum aspirado de 1,8 l, só que na estrada supera 20 km/l com gasolina a 120 km/h. Motor a apenas 2.900 rpm garante silêncio a bordo. Diferencial foi alongado em nada menos de 26% para o máximo de economia e ainda assim acelera de 0 a 100 km/h em 9,1 s (etanol). Sua elasticidade impressiona porque o torque máximo se mantém entre 1.500 e 4.500 rpm. O número de vezes que se troca de marchas é bem menor.

 

A Volkswagen oferece o novo TSI para todas as versões (menos a de entrada, take up!) por R$ 3.100,00 extras, sendo que nas mais caras, incluída a nova speed up!, é de série. Preços vão de R$ 43.490 a 49.900. Para reconhecer o modelo, além do emblema com o “I” vermelho, a tampa do porta-malas é sempre pintada de preto (não reconhecível na cor preta, claro) e o para-choque dianteiro é 4 cm mais pronunciado por abrigar radiador maior.

 

Quem roda dentro da média nacional de 12.000 km/ano obteria retorno do valor pago a mais em pouco mais de 10 anos. Para se ter ideia, um Renegade diesel, caso existisse versão equivalente mecanicamente à de um motor flex, levaria mais de 20 anos para se pagar com a economia de combustível. Só que o prazer ao dirigir é incomparável: muito mais ágil do que qualquer outro de seu segmento (inclusive de modelos de maior porte e potência), fácil de estacionar (apenas 3,64 m de comprimento) e comportamento em curvas irrepreensível em razão de suspensões um pouco mais firmes.

 

Conceito de subcompacto não foi, até agora, de todo absorvido pelo motorista brasileiro. Tanto que a GM descartou tal produto no plano adicional de investimentos (ver Roda Viva). VW, Fiat e Chery pensam diferente. Ainda assim o up! alcançou 2,4% do mercado de compactos hatches e sedãs no primeiro semestre do ano e com a versão TSI pode chegar a 3%. Meta-alvo bastante razoável para um hatch moderno.

 

RODA VIVA

 

GENERAL MOTORS dobrou a aposta no Brasil ao anunciar aporte adicional de R$ 6,5 bilhões até 2019. Significa 40% do total para China, México e Índia. Família de seis modelos compactos visa apenas a países emergentes. Para a Coluna, serão substituídos em quatro anos Onix, Prisma, Cobalt, Spin e Montana. E um crossover no lugar do Tracker.

 

INTERESSANTE é a estratégia oposta à da Ford, que alinhou seus produtos aos produzidos em mercados maduros. Carro subcompacto (em torno dos R$ 30.000) estaria fora dos planos, afirma a GM. Investimento inclui motores de três e quatro cilindros novos (inclusive turbos), além de câmbios e expansão de conectividade em toda sua linha.

 

JEEP apresentará em janeiro próximo no Salão de Detroit o modelo que substituirá o Compass/Patriot. Trata-se do segundo produto todo novo (maior que o Renegade) da marca de utilitários na nova fábrica da FCA em Goiana (PE). Produção e vendas começarão primeiramente no Brasil. Mercado americano, porém, será abastecido pela unidade fabril do México.

 

JETTA tem qualidades para avançar no disputado mercado de sedãs médios-compactos. Na versão básica (Trendline) e intermediária (Comfortline), esta produzida em parte no Brasil, os retoques de estilo e bom acabamento são pontos positivos. Motor de 2 L/120 cv não anima no uso cotidiano, apesar do ótimo câmbio automático (6-marchas). Já versão de topo Highline, motor turbo de 211 cv, deixa qualquer rival para trás.

 

DÓLAR ALTO (perto de R$ 3,40 na semana passada) dificulta ainda mais a vida dos importadores. Em quatro anos a participação nas vendas internas despencou de 24% para 15%. Situação só não está pior porque marcas europeias – maioria entre as importadas – se beneficiam, parcialmente, da desvalorização do euro ante a moeda americana.

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