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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Atualizado em

23 de maio

de 2016

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE  A MAIS DE 8.000 POSTOS DE COMBUSTÍVEIS. FAÇA TAMBÉM SEU CADASTRO.

Parente acerta permanência de diretor financeiro na Petrobras

 

Novo presidente convenceu o diretor a seguir no cargo e integrar a nova equipe, na gestão Temer. Parente deve ter seu nome aprovado nesta segunda-feira (23) pelo Conselho de Administração da estatal. O novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, acertou com o diretor da Área Financeira e de Relações com Investidores, Ivan Monteiro, sua permanência na diretoria da estatal. Muito elogiado pelo mercado, Monteiro tem sido responsável pela operação de reestruturação da dívida da Petrobras, a mais alta entre empresas no mundo. Parente conversou com Ivan Monteiro e fez o convite para que ele continue na diretoria da petroleira, para onde foi levado pelo atual presidente da empresa, Aldemir Bendine. Os dois trabalhavam juntos no Banco do Brasil.

Leia mais em   http://www.otempo.com.br/capa/economia/parente-acerta-perman%

 

Companytec realiza Treinamento e participa da Feira do Revendedor em  Governador Valadares - MG

   

A Companytec, visando a reciclagem dos parceiros da região de MG, realizará no mês de junho, em Governador Valadares, o curso de capacitação técnica para instalação de seus equipamentos. O treinamento acontecerá no Ibituruna Center Hotel e os interessados poderão realizar a inscrição no site da empresa até o dia 03 de junho. A atualização dos seus parceiros de negócios é o principal objetivo dos workshops e treinamentos que serão realizados em diversas regiões do Brasil. A qualificação dos parceiros faz parte do Sistema de Gestão da Qualidade Companytec, que garante a excelência de produtos e serviços e a satisfação dos clientes. No dia 24 de junho, a empresa estará expondo suas soluções na Feira do Revendedor do 11º Ciclo de Congressos Regionais Minaspetro. Visite o stand nº 17 e conheça a Companytec. Clique na imagem para ampliar. www.companytec.com.br. Fonte: Alessandra Paz – Departamento de Marketing de Companytec. 

 

Unica: proposta da EPA é insuficiente para promover o etanol do Brasil nos EUA

 

A UNICA – União da Indústria de Cana-de-Açúcar – reconhece os esforços da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) para aumentar os volumes de biocombustíveis avançados no Renewable Fuel Standards (RFS) em 2017, pois a adoção destes combustíveis de baixo carbono é a forma mais eficiente de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em transportes.  Porém, por conta da atual realidade de mercado vigente nos Estados Unidos, esse acréscimo não será suficiente para promover o acesso dos consumidores americanos ao etanol de cana de açúcar brasileiro, um dos biocombustíveis mais sustentáveis e comercialmente disponíveis do mundo hoje em dia.  Hoje existem barreiras como a resistência em adotar níveis mais elevados de mistura de etanol na gasolina e incentivos que favorecem outros biocombustíveis (biodiesel, por exemplo). Neste cenário, a falta de sinais claros de mercado inibe o setor de produção de etanol brasileiro a investir e aumentar o seu papel de destaque no RFS. A ÚNICA vai participar de forma ativa com avaliações e comentários sobre essa proposta durante a audiência pública que será realizada nos próximos dias. Fonte: Assessoria de Imprensa da Única.

 

Repsol: “O melhor que podia acontecer era a OPEP desaparecer”

 

O presidente da Repsol não podia ter sido mais direto. Antonio Brufau defendeu o desaparecimento da OPEP, deixando assim o mercado funcionar em função da oferta e procura e não em função de “uns senhores”. Na assembleia geral de acionistas da petrolífera espanhola, Brufau apelou ao “desaparecimento da OPEP como cartel” e defendeu que o mercado petrolífero funcione com base nas regras da oferta e da procura e não em função das necessidades de preços de “uns senhores”. “O melhor que poderia acontecer ao setor era a OPEP desaparecer como cartel e deixar funcionar o mercado”, disse o responsável. Brufau salientou que 2015 ficou marcado por uma forte desvalorização dos preços do petróleo e do gás e por uma volatilidade elevada devido a duas razões: o abrandamento da economia mundial e o excesso de produção existente desde que a OPEP deixou de atuar como cartel deixando “o mercado funcionar como um mercado”. O responsável sublinhou ainda que o mercado livre “sem a OPEP a atuar como estabilizador das empresas” favorece empresas como a Repsol, e que no ano passado registou-se uma desajuste de quase 2 milhões de barris diários entre a oferta e a procura num contexto de baixos preços.

Leia mais em   https://www.dinheirovivo.pt/bolsa/repsol-melhor-acontecer-era-ope

 

Lei manda arredondar preço do combustível no Paraná

 

Os postos de combustíveis do Paraná vão ter que ajustar suas bombas para não cobrar mais preços fracionados em três dígitos depois da vírgula, como acontece atualmente. Segundo a lei 18.782, sancionada pelo governador Beto Richa na terça-feira, fica estabelecido a formatação dos preços para comercialização de combustíveis no Paraná limitada a dois dígitos de centavos. Como exemplo, não se pode mais cobrar R$ 3,998 por litro de um combustível, mas sim R$ 3,99. O Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Derivados de Petróleo, Gás Natural, Biocombustíveis e Lojas de Conveniência do Estado do Paraná (Sindicombustíveis), emitiu nota informando que orientou seus associados a seguirem a determinação legal de imediato. Porém, na mesma nota ressalta “que vai tomar as medidas legais cabíveis para revogar a nova lei, uma vez que a adoção das três casas decimais no painel de preços e nas bombas é uma determinação regulatória federal, por meio de resolução da Agência Nacional do Petróleo (ANP)”.

Leia mais em   https://www.bemparana.com.br/noticia/444770/lei-manda-arredond

 

ANP divulga nota em seu site sobre gasolina formulada

 

Segundo a entidade, toda gasolina é formulada. Para que a mistura de correntes de hidrocarbonetos resulte no padrão determinado pela Agência, é necessário "formular" o produto. Por isso, não há razão para se falar em gasolina “formulada” ou “refinada” – não há diferença - ou seja, toda a gasolina produzida no Brasil - e no mundo - destinada ao consumidor final é formulada. Correntes de hidrocarbonetos. O processo de produção da gasolina vem se aperfeiçoando ao longo dos anos devido à necessidade de redução de emissões e aos avanços na indústria automotiva, que exigem produtos de melhor qualidade. Essa produção se caracteriza pela mistura de correntes de hidrocarbonetos, que podem ser obtidas por diferentes processos, seja em refinaria, central petroquímica ou formulador. Toda a gasolina comercializada em território nacional – seja importada ou nacional – deve atender aos padrões estabelecidos pela Resolução ANP nº 40/2013.  Leia a nota: http://www.anp.gov.br/?pg=80731

 

 

ALTA RODA

Diferenças sutis

 

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Mercado americano de veículos continua a reservar surpresas, como o impressionante poder de recuperação depois do mergulho para além do fundo do poço com a crise econômica de 2008/2009. Alguns chegaram a vaticinar que nunca mais o recorde anual de 17 milhões de unidades seria repetido. Enganaram-se. Em 2015 foram 17,5 milhões de veículos leves e pesados e este ano caminha para 18 milhões. Relatório do Bank of America Merrill Lynch, da semana passada, prevê que até 2018 sejam 20 milhões, embora outros analistas sustentem que o ponto de saturação esteja iminente.

 

Automóveis de passageiros (hatches e sedãs convencionais), de fato, perderam espaço para a soma de SUVs, crossovers, picapes e vans (nessa ordem). Mas ainda respondem por pouco mais de 45% das preferências dos compradores. Os três modelos mais vendidos continuam sendo picapes, pela oferta concentrada de modelos com mesmo nome. Há enorme fracionamento entre automóveis, porém aconteceu algo interessante no mês passado. Um compacto (na classificação deles) apareceu pela primeira vez no quarto lugar geral e líder entre automóveis.

 

Trata-se do novo Civic, que pegou embalo depois da décima geração lançada no último trimestre de 2015. No acumulado dos quatro primeiro meses deste ano, o Toyota Camry – médio para eles – continua a liderar, mas o desempenho do Honda é surpreendente. Deixou o Corolla para trás, como já acontecera em 2012 e 2013, e deve se repetir lá em 2016.

 

Dentro de três meses este Civic estará também no Brasil. No entanto, há diferenças sutis em relação ao mesmo modelo de topo vendido nos EUA, que a Coluna pôde avaliar em Los Angeles, Califórnia, e o que será fabricado aqui. Cabe ressaltar que a reformulação total – primeira executada pela American Honda – inclui crescimento em todas as dimensões internas, externas e ainda do porta-malas (passou para 530 litros), ponto fraco das duas últimas gerações. O estilo é ousado, como nunca antes, e apesar de a altura ter diminuído em 2 cm há mais espaço para cabeça no banco traseiro.

 

Pormenores do interior distinguem bem os pensamentos entre o consumidor americano e o brasileiro. Nos EUA é possível vender versões mais despojadas porque é “pequeno” para os padrões de lá, embora o Civic atual tenha porte próximo ao do Accord de uma década atrás. Na versão Touring, a mais cara, há porta-revistas apenas no encosto do banco dianteiro do passageiro e a tampa do porta-luvas não dispõe de abertura amortecida. Para o Brasil esses itens serão “corrigidos”. Fora isso, o carro é exatamente igual.

 

O motor de quatro cilindros 1,5 L turbo, de 177 cv e 22,4 kfgm, mostra desempenho de um aspirado de 2,2 L, só que mais econômico no consumo de combustível. A caixa de câmbio automática CVT, com marchas virtuais, tem respostas próximas do padrão mais aceito aqui, de “trocas” rápidas e bem definidas. Campo de visão à frente melhorou significativamente. A dirigibilidade também, graças à nova caixa de direção eletroassistida de relação variável, bitolas maiores, suspensão traseira multibraço retrabalhada e buchas reprojetadas. O Civic ganhou em conforto de marcha e absorção de irregularidades do piso.

 

RODA VIVA

 

NOVA fábrica de motores da Toyota, em Porto Feliz (SP), além de ser a mais moderna do grupo no mundo, tem flexibilidade para produzir tanto motores 1,3 e 1,5 L do Etios quanto os do novo Corolla. Este chega ao mercado dentro de no máximo 18 meses. Usinagem e fundição estão sob o mesmo teto em posições vizinhas e com menor poluição possível.

 

ENQUANTO o país esteve focado no processo de impeachment da presidente da República na Câmara dos Deputados, no mês passado, uma diligente Comissão Especial aprovou projeto de lei, de 2011, para liberação de automóveis a diesel. Relator Evandro Roman ignorou problemas ambientais, inclusive de CO2. Em plenário, será difícil de aprovar nos termos propostos.

 

INDÚSTRIA automobilística japonesa avançou na consolidação inevitável de suas nove marcas de veículos. Nissan adquiriu participação controladora (34%, de início) na Mitsubishi. Isso fortalecerá a aliança Renault-Nissan mundialmente. Por coincidência, o conglomerado Fuji decidiu mudar de nome para Subaru Corporation e assim revigorar a divisão de automóveis.

 

CITROËN terá identidade visual e mesmo alguns produtos bastante diferenciados da Peugeot. O grupo franco-chinês PSA anunciou essa estratégia como definitiva e se soma à submarca DS. No Brasil, hatch compacto C3 receberá o novo motor de 3 cilindros, 1,2 L, Pure Tech, que estreou no 208, logo no início de junho. Algumas unidades já estão em concessionárias.

 

PRODUTORES brasileiros de couro, representados por curtumes, apertam o cerco sobre fabricantes e concessionárias contra o termo couro sintético ou ecológico. Dificulta para o consumidor identificar o produto correto porque visualmente são semelhantes. Algumas marcas usam os dois materiais nos bancos e nem todos percebem as diferenças táteis e de qualidade.

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