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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Atualizado em

02 de maio

de 2016

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE  A MAIS DE 8.000 POSTOS DE COMBUSTÍVEIS. FAÇA TAMBÉM SEU CADASTRO.

Halliburton e Baker Hughes desistem de fusão

 

Os grupos americanos do setor de petróleo Halliburton e Baker Hughes anunciaram no domingo que desistiram de um projeto de fusão de mais de 30 bilhões de dólares, que enfrentava a oposição das autoridades antimonopólio. "As dificuldades para obter as autorizações de regulamentação que faltavam e as condições gerais do setor, que afetaram gravemente as razões sociais desta transação, levaram à conclusão de que o abandono (da operação) era a melhor decisão a tomar", afirmou Dave Lesar, presidente da Halliburton, em um comunicado conjunto. "Era uma transação mundial, extremamente complexa e, no fim, não foi possível encontrar uma solução para satisfazer as preocupações dos reguladores da concorrência, tanto nos Estados Unidos como no exterior", destacou o presidente da Baker Hughes, Martin Craighead. O acordo de fusão, anunciado no fim de 2014, previa que a Halliburton comprasse a Baker Hughes por 34,6 bilhões de dólares. Agora deve pagar, em 4 de maio, uma indenização de cancelamento de 3,5 bilhões de dólares, como estava previsto no contrato assinado em caso de ruptura. A operação havia sido imaginada como uma reação à crise provocada no setor pelas quedas das cotações do petróleo, que levou o grandes grupos de petróleo a reduzir investimentos. Halliburton e Baker Hughes são os números dois e três, respectivamente, do setor mundial de serviços de petróleo, atrás da franco-americana Schlumberger.

Leia mais em  http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2016/05/02/interna

 

Salário espanta escolhido para ser CEO da BR Distribuidora

 

Com 11 milhões de desempregados no país, há um posto de trabalho que está difícil de preencher. Oferecendo 1,5 milhão de reais de salário anual, a Petrobras não conseguiu um presidente para a BR Distribuidora. Após sete meses de procura, a estatal vai ter de recomeçar o processo de recrutamento. A informação é de reportagem do jornal Folha de São Paulo. Em janeiro, o presidente do conselho de administração da BR, Segen Estefen, havia dito que pagar um salário compatível com o mercado não era problema e que havia excesso de nomes cotados. A questão era apenas definir rápido, segundo ele, mas a projeção de ter um novo presidente até este mês de abril não se concretizou justamente por conta da remuneração. O candidato escolhido pelo conselho de administração recusou o cargo porque considerou o salário baixo. Além da remuneração, o conselho de administração agora teme que o impeachment da presidente Dilma seja mais um obstáculo que espante executivos.

Leia mais em  http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/salario-espanta-escolhid

 

Para exportar, Brasil ampliará em 66% a produção de etanol

 

Acordo de Paris prevê “descarbonizar” o mundo, e o produto brasileiro ganharia mercado lá fora. O mercado brasileiro de etanol tem boas perspectivas para os próximos anos, segundo o presidente do Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais (Siamig), Mário Campos. O motivo foi o Acordo de Paris, assinado pelo governo brasileiro durante a 21ª Conferência Mundial sobre o Clima, em dezembro do ano passado, que visa aumentar a demanda pelo produto no mundo e, consequentemente, motivar os investimentos em produção. O Brasil vai ter que ampliar a produção de etanol nos próximos anos para chegar aos 50 bilhões de litros por ano até 2030. Hoje, a produção do combustível está na casa dos 30 bilhões de litros. Seria um aumento de 66%. “É um esforço para descarbonizar o mundo. E o Brasil tem condições de ser protagonista nesse processo. Temos 15 anos para chegar nesse patamar”, ressaltou o presidente da Siamig.

Leia mais em  http://www.otempo.com.br/capa/economia/para-exportar-brasil-am

 

Liquigás pode ser vendida por até R$ 1,5 bilhão

 

A Liquigás, distribuidora e comercializadora de botijão de gás da Petrobras, começa a receber na semana que vem propostas para a venda de seu controle, apurou o jornal O Estado de S. Paulo com fontes familiarizadas com o assunto. Vice-líder nesse segmento, a companhia é cobiçada pelos seus principais concorrentes. A Ultragaz, do grupo Ultra; a Supergasbras, do grupo holandês SHV, terceira do setor; e a Copagaz, do empresário Ueze Zahan, estão entre os principais interessados no negócio, avaliado entre R$ 1,2 bilhão e R$ 1,5 bilhão, segundo apurou a reportagem. A estatal, que está em um amplo processo de desinvestimento, enfrenta dificuldades para se desfazer de seus principais negócios (leia mais abaixo). A Liquigás é a única operação do grupo que está avançando de forma mais rápida, disse uma fonte de mercado. O banco Itaú BBA estaria coordenando esse processo, segundo fontes. O jornal O Estado de S. Paulo apurou que o grupo Ultra tem interesse nos ativos da Liquigás e deverá fazer oferta pelo negócio. Procurado pela reportagem, o Ultra informou, em nota, que a companhia "analisa regularmente oportunidades em seus mercados de atuação".

Leia mais em  http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/liquigas-pode-ser-vend

 

Conselho da Petrobras pode ser alterado em possível gestão Temer

 

A Petrobras elegeu na quinta-feira (29), numa votação sem surpresas que aprovou nomes já esperados, seu novo conselho de administração. Mas os mandatos, agora de dois anos, não retiram incertezas sobre a administração da estatal em meio à batalha da presidente Dilma Rousseff contra o impeachment. Em caso de mudança de governo, nada impede que o controlador, a União, convoque uma assembleia para indicar seus novos representantes, esclareceu Francisco da Costa e Silva, ex-presidente da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), órgão regulador do mercado financeiro. Ele presidiu a assembleia de acionistas realizada na quinta-feira, no Rio de Janeiro. Na ocasião, os acionistas reelegeram o presidente do conselho de administração, Luiz Nelson Guedes de Carvalho, e nomearam outros nove integrantes do conselho - a maioria vinda de universidades, escritórios de direito ou do mercado de capitais. Até 2014, havia forte presença de ministros e até de um general no conselho. Além dos sete da União, foram reeleitos os dois representantes de acionistas minoritários e confirmada a representante dos funcionários da Petrobras no conselho.

Leia mais em  http://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2016/04/29/conselho

 

 

 ALTA RODA

Pregar no deserto

 

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

De fato é uma pena o Programa de Avaliação de Veículos Novos para a América Latina e o Caribe (conhecido pela sigla Latin NCAP) insistir em distorções e “condenações” injustificáveis. Apesar de apoiado por ONGs internacionais e de fundação de filantropia como a Bloomberg, falta às vezes certo grau de seriedade. Na realidade sempre fica uma pergunta sem resposta: o que o consumidor brasileiro tem a ver se na Colômbia ou no México os respectivos mercados locais compram um determinado modelo sem os mesmos equipamentos de segurança oferecidos de série no Brasil?

 

O voluntarismo frequentemente irresponsável do Latin NCAP vem de sua origem europeia. Lá existe um bloco econômico e político de 28 países com livre circulação de carros e pessoas. Querem porque querem repetir aqui o que aconteceu lá, sem avaliar implicações econômicas e técnicas. São realidades bastante diferentes. Quando o Latin NCAP começou a atuar em 2010 já existia lei no Brasil que obrigava a adoção de bolsas de ar em todos os veículos em 2014. A entidade achava possível abreviar a exigência com seus testes de colisão filmados e, claro, foi ignorada.

 

Basta ver exemplos nos EUA. Em 2014 concedeu-se prazo de quatro anos para obrigatoriedade de câmera de ré em razão de veículos de maior porte daquele mercado. Esse país também tornou compulsório, antes da União Europeia, o controle eletrônico de estabilidade (ESC, em inglês). E acaba de anunciar um grande acordo entre o órgão de segurança viária oficial, a entidade lobista das seguradoras e 22 fabricantes (representam quase 100% das vendas) para introduzir em 2022 o dispositivo de frenagem automática de emergência até 30 km/h.

 

Vários modelos europeus, até subcompactos, e mesmo americanos já trazem esse dispositivo de série. No entanto, se não houvesse essa adesão voluntária, a obrigatoriedade por lei, nos EUA, só ocorreria em 2025. Isso não inclui a frenagem antiatropelamento por sua complexidade e custo elevado. Então o Latin NCAP deveria parar de pregar no deserto e assumir pragmatismo.

 

Em 2015 o Brasil exigiu o ESC nos projetos novos a partir de 2018 e, em 2022, para todos os modelos à venda. Está na lei e não mudará. A entidade tem direito de exigi-lo para um veículo receber as cinco estrelas máximas em seus atuais protocolos. Mas daí a retirar uma provável nota máxima da nova picape Ranger, por exemplo, rebaixando-a de cinco para três estrelas só porque em outros países da região o sistema ESC não é previsto em lei ou os compradores não estejam dispostos a pagar por ele, realmente perde qualquer sentido.

 

Também se um modelo chinês, importado por qualquer país sul-americano, só alcança zero-estrela no teste de colisão também gera interesse zero para o comprador brasileiro. Perda de tempo.

 

A Proteste, parceira brasileira do Latin NCAP, afirma que o ESC acrescentaria “apenas R$ 180,00” a um veículo. Mas preço de custo não se confunde com o de venda, além de tempo e dinheiro para testes longos e homologações para cada modelo. Ou seja, dar palpite ou jogar para plateia leiga sobre assuntos técnicos abala mesmo qualquer credibilidade que se queira conquistar.

 

RODA VIVA

 

ENGENHEIRO Antônio Megale, novo presidente da Anfavea para o período 2016-2019, afirma não conhecer o destino do programa Inovar-Auto que termina em 2017 e nem quais marcas vão se habilitar este ano para superar o limite compulsório de eficiência energética. Cita como mais importantes estímulos aos centros de pesquisa no País e redução de consumo.

 

TOYOTA, mesmo sem mudar externamente o Etios 2017 (apenas novas rodas de liga leve), decidiu apostar na evolução mecânica. Motores de 1,3 L e 1,5 L, agora fabricados no Brasil, ganharam maior taxa de compressão (13:1), outros aperfeiçoamentos e mais potência: 98 cv e 107 cv (etanol), respectivamente. Estreiam câmbios automático (4 marchas) e manual (6 marchas).

 

MUDANÇA do quadro de instrumentos melhorou sua visibilidade e o isolamento acústico é superior, em uma primeira avaliação. Fábrica afirma que efetuou mais de 600 mudanças no Etios desde o lançamento em 2012 e oferece o modelo compacto automático mais barato do mercado: R$ 47.490. Preços vão de R$ 43.990 (1,3 L, manual) a R$ 60.295 (1,5 L, automático).

 

BRASIL volta a exportar automóveis para os EUA. Embora seja operação específica de 10.000 BMW X1 até o final do ano para atender à procura aquecida deste modelo que a Alemanha não pode atender, tem significado importante para a fábrica catarinense do grupo em termos de imagem e qualidade. Desvalorização do real frente ao dólar, claro, deu ajuda de peso.

 

ESTUDO do Sindipeças sobre a frota brasileira de veículos (cerca de 42 milhões, sem incluir motocicletas) indica que a idade média voltou a envelhecer em 2015, depois de atingir 8,5 anos em 2012. A tendência é voltar ao patamar de 10 anos no final de 2016, o que torna ainda mais urgente a necessidade da inspeção técnica em automóveis com quatro ou mais anos de uso.

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